Fundo SulAmérica Tático FI Multimercado agora está disponível na plataforma da XP Investimentos

Release

Recém-completado um ano de criação, o Fundo Tático FIM registrou excelente consistência de retorno aliada à baixa correlação, destacando-o frente a seus pares de mercado. O produto agora passa a ser ofertado também através da plataforma da XP Investimentos.

A estratégia do produto é aplicar em ativos financeiros de diversas classes, sendo composto por renda variável, renda fixa (somente risco de mercado) e moedas, sempre de forma muito dinâmica. Outro ponto é o modelo desenvolvido para avaliar a matriz de correlação entre ativos domésticos, commodities e mercados. Essas táticas combinadas fizeram com que, desde o início, o SulAmérica Fundo Tático FIM alcançasse retorno equivalente a 139,06% do CDI.

A XP nasceu há 15 anos, com o objetivo de transformar a maneira com que os brasileiros lidam com investimentos. Focado no ensino simples e descomplicado, hoje conta com 350 mil clientes ativos, mais de R$100 bilhões sob custódia e virou referência sobre o assunto.

“Consideramos a parceria com a XP bastante estratégica e que pode gerar ainda mais valor para o cliente da plataforma com a oferta do Tático, já que a alocação no fundo permite ao cliente diversificar os investimentos com uma performance consistente. Estamos muito satisfeitos em poder dar maior visibilidade a mais um fundo da SulAmérica, já que o alcance e a confiança que os potenciais clientes têm nos produtos que são distribuídos através da plataforma são grandes”, declara Marcelo Mello, vice-presidente de Vida, Investimentos e Previdência da companhia.

A SulAmérica Investimentos possui outros 8 fundos na Plataforma XP, além de mais 7 produtos de previdência.

Com US$ 30 trilhões em ativos, pesos pesados do setor debatem resiliência, infraestrutura e tecnologia no Insurance Forum Argentina

O Insurance Forum Argentina começa nesta segunda-feira e termina no dia 26, em Bariloche, Argentina. Trata-se da primeira reunião internacional do setor de seguros dos países membros do G-20, no qual os líderes do setor internacional trocarão experiências, idéias e propostas sobre os desafios do mercado global de seguros.

A ideia de criar um evento exclusivo para falar de resseguro e seguro surgiu a reboque da Argentina estar sediando as discussões do G-20 neste ano. O comitê organizador do evento de seguros está responsável por mostrar ao mundo a importância da indústria de seguros como um mecanismo de proteção social para promover a estabilidade e crescimento financeiro e econômico no contexto maior do G-20, que tem como temas a “guerra comercial”, “a regulamentação financeira” e a “redução, até 2035, do déficit global em infraestrutura”, que chega a US$ 5,5 trilhões.

Nos sentimos honrados em ser um dos coordenadores de um evento com tal ineditismo, diz Cardoso, do IRB

“O objetivo geral é apresentar aos líderes do G-20 o papel das seguradoras como provedores de soluções para alguns dos problemas mais urgentes que o mundo enfrenta hoje, como a falta de recursos para projetos de infraestrutura, um tema que muito significa para todos nós”, comentou José Carlos Cardoso, CEO do IRB Brasil Re, maior ressegurador do Brasil e da América Latina, e também um dos coordenadores do evento.

O convite para a participação do IRB no painel é fundamentada na expressão da fatia de mercado do grupo na America Latina, liderança e resultados obtidos pelo corpo diretivo. “Em quatro anos, tivemos a mais bem-sucedida história de turnaround do país: de R$2,7 bilhões para R$ 20,4 bilhões de valor de mercado, o que nos tornou o oitavo maior ressegurador do mundo”, cita Cardoso.

A abertura será marcada por um coquetel aos convidados, no Llau Llau Hotel, um dos mais charmosos da Patagonia Argentina.

Economias resilientes – As discussões temáticas começam na terça-feira. A primeira delas é “Construindo economias resilientes”, as 9h15.O debate tem como objetivo ressaltar o importante papel que o setor de seguros desempenha no apoio à resiliência e estabilidade da economia, fornecendo proteção financeira a indivíduos e empresas contra os riscos que enfrentam ao longo de suas vidas, seja devido a riscos naturais que afetam seus ativos e meios de subsistência, riscos relacionados a economias insuficientes para aposentadoria ou eventos que afetam a capacidade de geração de renda.

Nos casos em que o setor segurador não oferece um amplo leque de proteção contra esses riscos, eles são muitas vezes transferido para o Estado, representando um risco para as finanças públicas e para a economia em geral, além de gerar um potencial de atrasos na recuperação financeira. A disponibilidade de produtos de seguros que podem ajudar indivíduos e empresas a enfrentar esses riscos e criar melhores oportunidades para planejamento futuro é importante para que as economias cresçam e se desenvolvam de forma resiliente.

As estruturas regulatórias podem garantir que os consumidores recebam produtos adequados e acessíveis, que atendam às suas necessidades de gerenciamento de riscos, contribuindo para apoiar a estabilidade econômica. Microsseguro é um dos pontos do debate.

Neste painel participam Toyonari Sasaki, vice-presidente da Life Insurance Association of Japan; Manuel Aguilera Verduzco, diretor geral do Servicio de Estudos da Mapfre; Shaun Tarbuck, chefe executivo do ICMIF; Rodney Lester, especialista do Center International and Strategic Studies (CSIS); Girish Kulkarni, CEO da Star Union Dai-ichi Life Insurance; e Mike McGavick, CEO da XL Group Ltd. O moderador do painel será Masamichi Kono, Deputy Secretary-General, da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OECD).

Investidor Institucional – O segundo painel da terça feira tem como objetivo debater o papel de investidor institucional da indústria de seguros. As companhias de seguros detêm aproximadamente US$ 30 trilhões em ativos, muitos dos quais protegem as obrigações dos segurados. Nos últimos anos, o conjunto de fundos de longo prazo de empresas seguradoras é cada vez mais visto como uma fonte potencial de financiamento para as necessidades de investimento da economia, especialmente no contexto de padrões regulatórios mais elevados no setor bancário.

No entanto, o principal objetivo da regulamentação de seguros é garantir a proteção do segurado, inclusive por meio da solvência das seguradoras. Assim, as decisões de investimento das seguradoras devem apoiar sua capacidade de cumprir suas obrigações para com os segurados, o que pode causar tensão com o desejo de ter mais investimento em infraestrutura e outros investimentos de longo prazo.

Nikhil da Victoria Lobo, líder da Swiss Re Americas, participará do painel sobre infraestrutura

Para as seguradoras investirem em classes de ativos que tenham uma longa duração ou gerem riscos maiores, o gerenciamento da exigência de capital é uma consideração importante. Portanto, equilibrar a necessidade de capital adequado e, ao mesmo tempo, permitir que as seguradoras tenham maior espaço para investir nessas classes de ativos tornou-se uma questão cada vez mais importante para os reguladores de seguros e para as seguradoras.

Participam deste painel Nikhil da Victoria Lobo, líder da Swiss Re Americas; Graham Clarke, CEO da Asia Affinity; Joan Lamm-Tennant, CEO da BlueMarble Inc; Rowan Douglas, da Willis Tower Watson; Javier Gonzalez Fraga, presidente do The National Bank of Argentina.

Digitalização. Esse será o tema do painel da tarde de terça-feira. A digitalização da economia é onipresente com implicações para o setor de seguros, em termos de oportunidades para o desenvolvimento de novos produtos e coberturas, canais de distribuição e grandes fontes de dados para subscrição de produtos de seguros e riscos relacionados à digitalização.

O potencial de novas tecnologias e inovação para permitir uma cobertura de seguro maior e melhorar os processos de subscrição de seguros e gestão de sinistros exige que os reguladores de seguros garantam que as seguradoras existentes e as novas introduzam os novos modelos em seus processos de negócios de maneira apropriada.

Inga Beale, CEO do Lloyd’s of London, participará do debate sobre os desafios das insurtechs

Por outro lado, a implantação e a dependência de novas tecnologias podem criar riscos: para as operações das seguradoras e para a subscrição de novos riscos, como o risco cibernético, e para os consumidores, cuja segurança pode ser comprometida como resultado da análise de big data.
Isso dá origem à necessidade de que as conseqüências não intencionais de novas tecnologias e inovações sejam cuidadosamente monitoradas e incentiva a aplicação de novas tecnologias e inovações. Assegurar esse equilíbrio criaria oportunidades para o setor de seguros, bem como o potencial para melhorar a cobertura do cliente.

Para debater esse tema tão atual e sensível, o Insurance Fórum conta com Inga Beale, CEO do Lloyd’s of London; Claudia Dill, Latam CEO Zurich; Bernard Spitz, da FFA Chair; Julie McPeak, president da NAIC e comissário do departamento de comércio e seguro do Tennessee; Romain Launay, COO do grupo SCOR, Group e Jeffrey Chen, CEO da chinesa ZhongAn.

Resseguro – Na quarta-feira, último dia dos debates, o tema será o resseguro. E para isso não poderia faltar o IRB Brasil Re, maior ressegurador da América Latina. O CEO José Carlos Cardoso será um dos palestrantes no painel “Negócios globalizados – a regulamentação global do mercado de resseguro. A proposta do painel é discutir o suporte que os mercados internacionais de resseguros (tradicionais e alternativos) podem dar às seguradoras, tanto para acessar novos mercados como contribuir para a diversificação dos riscos através das fronteiras.

Para isso, garantir a disponibilidade de resseguro internacional de maneira aberta e transparente, inclusive por meio de transações internacionais, é importante para permitir que as seguradoras tenham capacidade de seguro suficiente. O tom do debate visa maior abertura, sem impedimentos indevidos sobre o acesso aos mercados internacionais. A OCDE fornece uma estrutura para os países que se comprometerem a ter mercados abertos e transparentes em uma estrutura multilateral, além de apoiar discussões sobre como isso pode ser alcançado.

Também participam Eric A. Cioppa, presidente da NAIC e Superintendente do Maine Bureau of Insurance; Alejandro Simón, CEO da Sancor Seguros; John M. Huff, presidente e CEO da Association of Bermuda Insurers & Reinsurers; Francis Bouchard, Head of Communication and Public Affairs da Zurich; e Anja Biendarra, CEO da Munich Re Bogotá.

 

A jornalista viajou a convite do IRB Brasil Re

Warren Buffett pode comprar fatia de uma das melhores empresas da bolsa brasileira

Fonte: Infomoney

Segundo colunista do jornal O Globo, executivos do IRB Brasil e Ajit Jain, co-CEO Berkshire Hathaway, têm reunião marcada em Nova York, logo após eleição brasileira

Um namoro que já dura mais de um ano ensaia um avanço no mercado brasileiro. Conforme informa o jornalista Lauro Jardim em sua coluna no jornal O Globo, a venda de uma fatia do IRB Brasil (IRBR3) para a Berkshire Hathaway, do megainvestidor Warren Buffett, passou a ser uma possibilidade concreta.

Notícias sobre o interesse do bilionário na companhia de resseguros já circulavam desde antes do IPO (Oferta Pública Inicial, da sigla em inglês), ocorrido no final de julho do ano passado.

Segundo o jornalista, duas semanas atrás, os executivos José Carlos Cardoso e Fernando Passos, presidente e vice-presidente do IRB, reuniram-se com Ajit Jain, co-CEO da Berkshire, em Monte Carlo. Uma nova conversa estaria marcada para uma semana após as eleições brasileiras, em Nova York. Na imprensa internacional, Ajit Jain é tratado como defensor do negócio com a companhia de seguros.

O resseguro é o sistema de seguro das empresas seguradoras. Ou seja, o IRB assume o compromisso de indenizar – total ou parcialmente – as companhias de seguros por danos que possam acontecer devido às apólices de seguros vendidas por elas. Assim, a empresa de resseguro ajuda a reduzir os riscos das seguradoras.

Desde a entrada na B3, o IRB mais que dobrou seu valor de mercado e tem animado investidores e analistas. Apenas no acumulado deste ano, os papéis da companhia já subiram 93,6%, enquanto o Ibovespa avançou 3,9%. Apesar das expectativas cada vez mais elevadas, a companhia continua surpreendendo especialistas, que se sentem confortáveis em dobrar a aposta.

As ações do IRB Brasil estão na bolsa, com participação de 7,4%. Desde sua criação, em janeiro de 2016, até o início de setembro, o ganho acumulado do portfólio superava os 95%, contra alta de 75% do Ibovespa no mesmo período.

CNseg promove debate sobre prevenção à lavagem de dinheiro, governança, risco e compliance do setor

Release

Na quinta-feira (20/09), a CNseg – Confederação da Seguradoras – realizou, em São Paulo, o 12° Seminário de Controles Internos e Compliance. Com o tema “Governança e Controles Internos em Seguros: onde estamos e para onde vamos”, o evento reuniu mais de 250 profissionais das áreas de gestão de risco, governança e compliance do mercado segurador brasileiro.

O diretor técnico da CNSeg, Alexandre Leal, antes de iniciar a programação do evento, transmitiu mensagem especial do presidente Marcio Coriolano: “a CNseg tem orgulho de patrocinar este evento. É preciso comemorar os avanços do setor no campo da governança e compliance. Estamos progredindo nas melhores práticas nessa área, o que certamente contribui para a transparéncia, solidez e solvência das seguradoras. Não é por acaso, portanto, que o setor segurador brasileiro atravessou, sem sobressaltos, o período de dificuldades a partir de 2008 e a crise recessiva mais recente. Que tenham todos um excelente evento”.

Na abertura do evento, a importância da governança e compliance para o setor de seguros foi destacada por Alexandre Leal. “Um setor como o nosso, em que a confiança é base da relação, quer seja pelo aspecto da promessa de se pagar uma indenização caso uma determinada situação ocorra, quer seja pelo relacionamento de longo prazo que certos produtos têm como característica, não pode relaxar em relação a esses aspectos”, afirmou.

Participaram da mesa de abertura do Seminário Thiago Barata, coordenador da Coordenação de Monitoramento de Riscos da Susep, que destacou “a busca incansável em atingir o ponto de excelência, estimulando a elevar o padrão”; Simone Negrão, diretora de Governança, Controles Internos e Compliance do Grupo Segurador Banco do Brasil e Mapfre; e Ângelo Calori, vice-presidente do Instituto dos Profissionais de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo.

Em seguida, Thiago Barata, da Susep, junto com o diretor adjunto da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), Cesar Brenha, e o diretor de Compliance, Riscos, Atuária e M&A da SulAmérica, Reinaldo Amorim, abordaram o tema “A gestão de riscos integrada aos controles internos e governança corporativa”. Brenha afirmou que ”nos últimos anos mais de 100 operadoras foram liquidadas e em 100% dos casos havia problemas graves de controles internos”.

Em complemento, Assízio Oliveira, que esteve à frente da Comissão de Controles Internos da CNseg por 12 anos e foi homenageado no evento, trouxe a reflexão a respeito da necessidade de rever o papel e atuação do auditor, que sofrerá grandes mudanças com as novas normas que estão prestes a serem instituídas. Para exemplificar, Assízio elencou diversas funções, até então desempenhadas e entendidas como sendo do escopo do auditor, que passarão ser do escopo do compliance. “Estamos preparados para tudo isso? Senão estamos prontos, vamos estudar, vamos atrás”, provocou ele, concluindo com o testemunho de sua própria experiência, que incluiu uma remodelagem profissional a partir do autoconhecimento, que o levou à sua essência que, ao longo do tempo e influências, vai sendo modificada.

No painel “Como uma governança corporativa efetiva contribui na valorização da sua empresa perante o mercado, investidores e consumidores”, a diretora geral do Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC), Heloísa Bedicks, destacou a evolução da governança corporativa nas últimas duas décadas, desde que o termo foi cunhado pela entidade em 1999.

Concluindo as apresentações do dia, o filósofo Luiz Pondé fez um resumo da ética a partir das três principais vertentes teóricas fazendo uma análise em comparação à têmpera brasileira. “O conceito central para se falar em comportamento ético no Brasil é a cordialidade, que, também é um elogio, mas significa que o brasileiro tem uma tendência à informalidade. Cordialidade, nesse contexto, significa dificuldade de seguir e se comportar de acordo com normas formais prévias”, explicou.

CNseg lança mais dois livretos do Programa de Educação em Seguros

Durante o 12° Seminário de Controles Internos e Compliance, a CNseg também lançou duas novas publicações do Programa de Educação: “Governança, Risco e Compliance (GRC) no Setor de Seguros”, que integra a série “A operação de seguros”, e “Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo”, primeiro volume da série “Regulação “.

O livreto sobre GRC no mercado segurador traz os avanços e destaca a importância do tema para a sustentabilidade do negócio das empresas, bem como os desafios e benefícios da consolidação do GRC. Já a publicação sobre Prevenção à Lavagem de Dinheiro e Combate ao Financiamento do Terrorismo, demonstra as ações adotadas pelo mercado segurador para evitar que os produtos oferecidos pelo setor sejam empregados para a prática desses ilícitos.

Com esses dois lançamentos, já somam 12 livretos que fazem parte do Programa Educação em Seguros, e se encontram disponíveis para consulta no portal da CNseg:
http://cnseg.org.br/cnseg/publicacoes/livretos-de-educacao-em-seguros/

O Programa é composto por ações dirigidas a consumidores, poderes executivo, legislativo e judiciário, imprensa e entidades de defesa do consumidor. Seu objetivo é levar conhecimento estruturado e informações qualificadas sobre os seguros à sociedade em geral e fornecer informações a todos para ajudar na tomada de decisões, em relação à proteção de sua saúde e patrimônio, e à formação de pecúlios e renda. Mais informações podem ser obtidas em www.cnseg.org.br.

SulAmérica apresenta serviços e coberturas de Auto e Massificados no Corretor 24 Horas em BH

sulamerica

Release

A SulAmérica, maior seguradora independente do País, participou nesta semana do Corretor 24 Horas, com foco no seguro de ramos elementares, em evento promovido pelo Sincor-MG em Belo Horizonte. Diante de 85 corretores mineiros, a companhia apresentou seu portfólio de coberturas e serviços de Auto e Massificados, com o objetivo de incentivar os profissionais a comercializar os produtos.

“O evento foi muito importante para repassar aos corretores o contexto atual da companhia na oferta de serviços e destacar o papel da inovação nos produtos de Auto e Massificados. Trata-se de uma oportunidade de aprofundar o conhecimento dos profissionais, para que, juntos, possamos entregar cada vez mais conveniência e serviços por meio de nossos produtos. Assim, sem dúvida seremos capazes de encantar o cliente e expandir negócios”, destacou o diretor regional da SulAmérica para Minas Gerais e Centro-Oeste, Marco Neves.

Além de uma apresentação geral dos produtos, a companhia teve a oportunidade de dialogar com pequenos grupos de corretores – em formato de breves workshops – para aprofundar o conhecimento dos profissionais no que diz respeito à oferta da seguradora para Auto e Massificados. O ramo representa, atualmente, a segunda maior carteira da SulAmérica.

Presidente do Sincor-SP fala sobre a atuação do corretor de seguros na era digital

Release

O presidente do Sincor-SP, Boris Ber, foi convidado para falar sobre a influência da tecnologia na atuação dos corretores de seguros no almoço-palestra do Clube de Vida em Grupo de São Paulo (CVG-SP), realizado no dia 20 de Setembro, no Terraço Itália.

Com a palestra “A Era Digital e o Corretor de Seguros”, Boris destacou a importância de se atentar à nova revolução tecnológica. “É um alerta para o corretor. A tecnologia traz mudanças e também oportunidades que irão ajudar o corretor e o consumidor”, afirmou.

O palestrante disse que, a partir de 2005, a internet começou a revolucionar o setor e o consumidor, com acesso a informações, passou a ser o protagonista. Neste cenário, a primeira grande mudança foi a redução dos contatos presenciais. “A era digital trouxe para o mundo a otimização dos fluxos de informação, revolucionando sistemas, viabilizando novas descobertas, modificando a estrutura e a lógica dos meios de comunicação. A sociedade vem transformando seu modo de ser, pensar, comunicar e trabalhar, de modo que estamos hoje completamente conectados na palma de nossas mãos”, expôs.

As inovações atingem o setor de seguros e o ramo de vida, de maneira especial. “Cada vez mais, corretoras de seguros fazem parcerias com empresas de tecnologia para agilizar as relações com o cliente por meio da internet, acabando com a burocracia nos processos de aquisição, atendimento e cancelamento de seguros. Seguradoras investem em telemetria para coletar dados dos segurados e medir o comportamento do usuário nas redes sociais. No seguro de vida, empresas no exterior já conseguem enxergar o perfil de risco com o uso de aplicativos, que medem o nível de atividade física do segurado, o percentual de glicose no sangue e, até mesmo, o número de batimentos cardíacos”.

Para Boris Ber, no novo ecossistema de negócios, o corretor de seguros continua a ter um papel de destaque na distribuição de seguros. “O corretor de seguros não vai acabar, ele vai ter que se modificar, sua forma de atuação terá que sofrer grande mudança. De qualquer forma, o corretor vai liderar o processo de crescimento do mercado. Afinal, é o corretor quem conhece o usuário final, tem a percepção de suas reais necessidades, transmite confiança e estimula o consumo de novos produtos para mitigar riscos dos segurados”.

É necessário inovar o formato de atendimento ao cliente. A tecnologia veio para aperfeiçoar a prestação de serviços. Ela não é um fim em si mesma, mas uma ferramenta fundamental para o desenvolvimento dos nossos negócios. “O corretor precisa investir em seu negócio e acompanhar a evolução, se não botar o pé nesta canoa – ou neste supersônico, para ser mais exato – estará morto profissionalmente, sem perceber”.

O presidente do CVG-SP, Silas Kasahaya, declarou que este foi um dos debates mais ricos e que gerou mais interesse do público entre os já oferecidos pela entidade. “Falamos aqui do passado, presente e futuro do corretor de seguros mediante a revolução tecnológica. O nível de discussão contribui para o mercado”, destacou.

Até julho, mais de 26 mil indenizações pagas por acidentes envolvendo morte, informa DPVAT

Estatísticas tristes sobre mortes e acidentes são apresentadas na Semana Nacional de Trânsito, comemorada anualmente entre os dias 18 e 25 de setembro. Os números apresentados pelo seguro DPVAT mostram que é preciso investir muito em conscientização dos motoristas e pedestres. Nos oito primeiros meses do ano, foram mais de 216.023 mil indenizações pagas, sendo 26.032 mil destinadas a acidentes envolvendo morte.

A base estatística da Seguradora Líder mostra que, nos últimos dois anos, mais de 560 mil acidentes foram indenizados. Os números mostram que os jovens de 18 a 34 anos são as maiores vítimas do trânsito brasileiro, representando 49% do total dos acidentes indenizados ocorridos em 2017. Os casos de Invalidez Permanente representaram a maioria dos acidentes indenizados no ano passado (68%). Os acidentes fatais indenizados registraram redução de 13% em relação ao mesmo período de 2016 e sua participação foi menor na quantidade de ocorrências em relação às demais coberturas (12%).

Entre as mortes e vítimas com sequelas permanentes, a maioria (70%) eram condutores de veículos, principalmente motociclistas. Os pedestres ficaram em segundo lugar nos acidentes fatais ocorridos e indenizados no período (22%), porém, nos acidentes envolvendo invalidez permanente e reembolso de despesas médico-hospitalares, os passageiros representaram a segunda maior parcela de ocorrências, com 15% e 16%, respectivamente.

Todos os anos, o Conselho Nacional do Trânsito (CONTRAN) define um tema a ser trabalhado pelos órgãos do Sistema Nacional do Trânsito e pela comunidade. Criada com a finalidade de conscientizar a sociedade sobre os cuidados básicos que todos os personagens do trânsito – motoristas, passageiros ou pedestres – devem ter, o tema escolhido neste ano foi “Nós somos o trânsito”.

Nas ruas e rodovias, cada condutor e pedestre têm responsabilidade com a própria vida e a dos outros e, juntos, todos podem contribuir para reduzir infrações, acidentes e mortalidade nas estradas e vias. Atualmente, o uso com do celular tem sido uma das causas de muitos acidentes. Evite por consciência de que direção e celular não combinam.

Mas se você é daqueles que precisa de um estímulo a mais para cumprir a lei, saiba que a legislação federal define que a multa para quem fala ao celular enquanto dirige é gravíssima. O Código de Trânsito Brasileiro permite o uso do dispositivo apenas quando o veículo estiver estacionado, com o motor desligado, ou na função GPS, desde que esteja fixado no para-brisa ou no painel dianteiro, em suporte adequado.

O mesmo acontece com bebida alcoólica. Não combinam com direção. Os condutores que dirigirem embriagados ou se recusarem a fazer o teste do bafômetro pagarão multa de quase R$ 3 mil, além de ter a carteira suspensa por um ano.

Vale também ressaltar o uso do cinto de segurança. Ele não permite, em caso de colisão do automóvel, que o passageiro seja jogado para fora do veículo ou bata com a cabeça em ambientes internos do automóvel. Isso reduz tanto a gravidade dos acidentes quanto a ocorrência de ferimentos.

Dados do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) mostram que para um carro bater num objeto fixo a uma velocidade de 60km/h, equivale a cair de um prédio de quatro andares (em altura de aproximadamente 14 metros). Mesmo que o veículo esteja em velocidade de 20km/h, o impacto sob um objeto fixo resulta numa força superior a 15 vezes o peso da pessoa.

E lembre-se: isso vale para os passageiros sentados no banco traseiro!!!!

Itaú reduz capital de seguradoras

O Itaú decidiu reduzir o capital das seguradoras do grupo em reunião realizada em 30 de maio deste ano, o que foi aprovado pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) nesta semana. Segundo nota divulgada pelo órgão regulador, o capital social da Itaú Vida e Previdência foi reduzido em R$ 1,523 bilhão, para R$ 1,17 bilhão e o da Itaú Seguros em R$ 1,8 bilhão, para R$ 1,7 bilhão.

O Itaú informou, por meio da sua assessoria de imprensa, que a redução de capital da operação de seguros foi feita a intenção de realizar a otimização societária da operação e não impacta em “seu potencial de crescimento”. O grupo ainda ressaltou os investimentos. “Não só com a abertura da plataforma digital, na qual aumentamos a oferta para nossos clientes por meio da venda de produtos de outras seguradoras, como também através do reforço da nossa força de vendas, disponibilizando em nossa rede de agências um consultor para vender exclusivamente os produtos de seguros”.

Bia chega ao Google Assistance com serviços para clientes da Bradesco Seguros

Release

A assistente digital BIA – Bradesco Inteligência Artificial – chegou ao Google Assistente oferecendo uma série de serviços exclusivos para segurados da Bradesco Seguros. Inicialmente para o segmento Auto, em casos de batida de carro, panes (seca, elétrica ou mecânica), troca de pneu ou ajuda com chaveiro, o usuário poderá solicitar, por mensagem de voz ou escrita, o serviço desejado no Google Assistente. Basta dizer “falar com BIA do Bradesco”, que vamos cuidar de toda a jornada de atendimento, do início ao fim, garantindo agilidade e fluidez na solicitação.

A BIA, implementada em 2017 para clientes do banco, faz parte de um plano amplo do Grupo Bradesco para melhorar a experiência do usuário com o que há de mais moderno em Inteligência Artificial. Hoje, a BIA responde a perguntas escritas ou faladas e tem uma média de 74 mil usuários por dia, tendo já realizado aproximadamente 44 milhões de interações, com 85% de satisfação do usuário. Atualmente, o sistema responde cerca de 5.500 perguntas por hora sobre 82 tipos diferentes de serviços do banco e da seguradora.

“Fomos a primeira seguradora a investir em inteligência artificial e esta é uma tendência mundial, que facilita o dia a dia das pessoas, trazendo agilidade e comodidade” explica Vinicius Albernaz, presidente do Grupo Bradesco Seguros. “A inovação é prioridade na Bradesco Seguros e, por isso, queremos ser úteis para oferecer a melhor experiência para os nossos clientes em todos os momentos”, complementa o executivo.

O Google Assistente é a inteligência artificial do Google para ajudar as pessoas com o seu dia a dia. “Além de trazer toda a ajuda da Busca e de nossos outros serviços, o Google Assistente permite que as pessoas interajam com empresas importantes em sua vida de forma mais natural. É exatamente o que Bradesco Seguros oferece aqui: um serviço que faz sentido para o seu negócio e seus clientes, usando o poder da tecnologia para tornar os processos mais rápidos, simples e fáceis” diz Fabio Coelho, presidente do Google Brasil.

Arrecadação do setor até julho somou R$ 138,8 bilhões

por Marcio Serôa de Araujo Coriolano, presidente da CNseg

A resposta desigual do setor de seguros ao ciclo econômico é característica já ressaltada em Cartas do Seguro antecedentes. Continuam sendo observados resultados superlativos em Transportes (15,4% no acumulado do ano), Garantia Estendida (10,7%), Rural (13,2%), Patrimonial (8,2%) e Automóveis (7,5%).

Já no segmento de Pessoas, enquanto VGBL e PGBL ainda enfrentam cenário adverso produzido pela busca de rentabilidade em ambiente de volatilidade de ativos, os Planos de Risco de Cobertura de Pessoas já chegaram próximos a dois dígitos de expansão sobre a mesma base de sete meses de 2017.

Enfim, com a série de dados observada desde o ano passado, não se espera grandes modificações no desempenho dos segmentos líderes até o final deste exercício.

Essa avaliação parece corroborada pelos dados dos gráficos ao final deste editorial, desta vez referindo-se a uma série mais longa de doze meses móveis terminados em períodos sucessivos (maio, junho e julho). O gráfico demonstra que a expansão nominal total do setor vem se mantendo em intervalo de 2% a 3%. A maior contribuição é dos Planos de Risco de Cobertura de Pessoas, que vêm tendo taxa em torno de 10%, seguido do grande Ramo de Danos e Responsabilidades (perto de 8%), compensando o resultado negativo dos Planos de Acumulação PG e VGBL.

A despeito de um desempenho de resultado global negativo em termos reais, isto é, descontada a inflação, o setor segurador mostra ajustamento importante ao cenário macroeconômico. A sinistralidade no acumulado do ano recuou 5,51 pontos percentuais sobre o mesmo período de 2017. Esse ajuste, fruto de reposicionamento tarifário e da melhora das práticas de aceitação de riscos e regulação de indenizações, serviu para ampliar a margem bruta setorial. O professor Lauro Faria prossegue em sua análise detalhada.

por Lauro Faria, economista da Escola Nacional de Seguros

O desempenho do mercado de seguros regulado pela Susep foi fortemente positivo em julho passado, mormente se levarmos em consideração que este é um período de baixa sazonal da atividade econômica, inclusive no mercado de seguros.

No grupo de ramos elementares (seguros de danos e responsabilidades), exceto DPVAT, os prêmios somaram R$ 6,4 bilhões, com crescimento de 3% sobre junho. No grupo de planos de risco de coberturas de pessoas, foram arrecadados R$ 3,1 bilhões, 2,7% abaixo do resultado do mês anterior, porém melhor do que o padrão sazonal do mês. Houve recuperação nos aportes aos planos de acumulação PGBL e VGBL que somaram R$ 8,1 bilhões em julho, 9% acima do observado em junho. Os prêmios do seguro DPVAT e os aportes aos títulos de capitalização cresceram, respectivamente, 4,4% e 0,9%.

A arrecadação total na área da Susep somou assim R$ 20 bilhões em julho, 4,2% superior à arrecadação do mês anterior. No acumulado do ano até julho, a arrecadação somou R$ 138,8 bilhões, com acréscimo de 0,4% sobre igual período do ano anterior.

Comparando-se os primeiros sete meses de 2018 com o mesmo período de 2017, registramos nos diversos ramos resultados mais robustos e uniformemente positivos. Os prêmios do total de ramos elementares (exceto DPVAT) cresceram 8,7%; os de seguros de automóvel, 7,5%; patrimonial, 8,2%; habitacional, 7,2%; transportes, 15,4%; crédito e garantia, 4,2%; garantia estendida, 10,7%; responsabilidade civil, 2,6% e rural, 13,2%. A destoar apenas os ramos de seguros marítimos e aeronáuticos, com recuo de 1,6% na referida base de comparação.

Fato similar se observa na arrecadação do grupo de planos de risco de coberturas de pessoas: o total de prêmios do grupo cresceu 9,9% no acumulado do ano até julho sobre igual período de 2017; vida, 8,7%, prestamista, 22,4% e acidentes pessoais, 5,4%. Os prêmios do seguro viagem tiveram redução de 7%, fato esperado devido à contínua desvalorização do valor externo da moeda nacional e o consequente encarecimento das viagens ao exterior.

Esses resultados suscitam a esperança de que o mercado regulado pela Susep possa fechar 2018 na faixa superior de projeção de crescimento da arrecadação feita pela CNseg de 5,2% sobre 2017. O que seria excelente na fase atual de fraco crescimento da economia brasileira.

O crescimento vigoroso de certos ramos de seguros como patrimonial, transportes e rural bem como de planos de risco de seguros de pessoas testemunha maior busca de especialização das seguradoras brasileiras, com as de capital nacional procurando maior foco nos seguros massificados e as de capital estrangeiro, nos seguros de grandes riscos. Uma divisão de trabalho benéfica ao desenvolvimento do mercado. No curto prazo, o maior desafio continua sendo a retomada firme do crescimento dos planos de previdência aberta, fato que tende a ocorrer a partir de 2019 em razão das incertezas atuais sobre as taxas de juros e a política econômica do novo governo que sairá vitorioso das urnas em outubro.

Na área da Susep (e exceto DPVAT), a sinistralidade situou-se em 42,3% no período janeiro-julho de 2018, com redução absoluta de 5,51p.p sobre o verificado no mesmo período de 2017. A sinistralidade do grupo de ramos elementares foi de 51,7% nos primeiros sete meses de 2018, inferior em 2,41 pontos percentuais à do mesmo período de 2017. No grupo de planos de risco de coberturas de pessoas, houve decréscimo de 26,7% para 25% no mesmo período.

O índice de despesas de comercialização dos produtos de seguro exceto DPVAT foi de 24,4% no acumulado do ano até julho, com redução de 0,46 pontos percentuais frente ao mesmo período de 2017, sendo em janeiro-julho de 2018 de 21,8% em ramos elementares e 29,2% no grupo de planos de risco de coberturas de pessoas. Como ocorrido em junho, houve novamente ampliação da margem bruta de lucro (100% – sinistralidade – índice de despesas de comercialização), denotando melhora na subscrição de seguros e na regulação de sinistros por parte das seguradoras.

No acumulado do ano até julho de 2018, as despesas administrativas das seguradoras reguladas pela Susep cresceram 3,3% ante igual período de 2017, o resultado financeiro caiu 9,2% e o resultado patrimonial, 66%. Não obstante, devido à melhora técnica mencionada acima, o lucro líquido das seguradoras aumentou 18,9%. A rentabilidade em 12 meses do patrimônio líquido agregado foi de 22,5% em janeiro-julho de 2018, superior em 2p.p a do mesmo período do ano anterior. O total de provisões das seguradoras atingiu em julho R$ 950,1 bilhões, 11,35% acima do verificado em julho de 2017.

No setor de saúde suplementar, os dados divulgados pela ANS ainda se referem ao primeiro trimestre de 2018 e, assim, repetimos o escrito em junho: a receita de contraprestações foi de R$ 46,6 bilhões, com crescimento de 7,1% sobre o mesmo trimestre de 2017, mas decréscimo de 2,8% ante o quarto trimestre desse ano, indicando piora das condições de demanda dos planos de saúde. A sinistralidade foi de 79,7%, 0,3% abaixo do verificado em janeiro-março de 2017 e 1,7% abaixo do dado do último trimestre de 2017.