FGV lança curso de formação executiva em seguros

A Fundação Getulio Vargas (FGV) passa a oferecer, a partir de outubro, um Curso de Formação Executiva em Seguros, com duração de dois meses, voltado para profissionais interessados em atuar no setor ou que estejam no início de carreira em seguradoras, resseguradoras, corretoras e consultorias. A iniciativa integra a grade do IDE – Instituto de Desenvolvimento Educacional da FGV, reforçando a aposta da instituição na formação de executivos em áreas estratégicas da economia.

Segundo o coordenador do curso, professor Eugênio Montoro, o objetivo é contribuir para a criação de uma “cultura do seguro” no país, oferecendo aos participantes conceitos fundamentais sobre a atividade. “O seguro cumpre papel essencial na sociedade moderna, seja na proteção do patrimônio de pessoas e empresas, seja na estabilidade da atividade econômica. O curso foi desenhado para oferecer uma visão abrangente do mercado, de seus principais atores e das etapas que vão da contratação até a liquidação do sinistro”, afirma.

Com carga horária de 64 horas presenciais, as aulas serão realizadas às segundas e quartas-feiras, das 19h às 22h30, no prédio da EAESP/FGV, em São Paulo, entre 22 de outubro e 15 de dezembro.

O programa é direcionado a profissionais graduados – administradores, economistas, advogados, atuários, contadores, gestores de risco e consultores – que desejam ingressar no setor de seguros ou ampliar sua compreensão sobre o tema dentro de empresas industriais, comerciais e de serviços.

“Não se trata de um MBA, mas de um curso introdutório de curta duração, pensado para quem precisa adquirir uma base sólida e prática sobre seguros, seja para dar os primeiros passos na carreira ou para aplicar esse conhecimento em suas áreas de atuação”, explica Montoro.

O curso está dividido em três módulos:

  • Conceitos gerais (teoria do seguro, risco coletivo, solvência e players do mercado);
  • Funcionamento do mercado (regulação, legislação, subscrição, contratos, sinistros, canais de distribuição e tecnologia aplicada ao setor);
  • Principais ramos de seguros (pessoas e previdência, patrimonial, responsabilidade civil e riscos financeiros, além de seguro rural e agrícola com foco em mudanças climáticas).

Entre os professores estão nomes reconhecidos do mercado e do meio acadêmico, como Marcelo Mansur Haddad (Mattos Filho), Aldy Fernandes da Silva (consultor em estatística), Rodrigo Curi Lima (Brasilseg), Alexandre Pacheco (FGV Direito SP), Ilan Goldberg (Chalfin, Goldberg e Vainboim Advogados) e Cassio Amaral (Machado Meyer).

Os candidatos devem apresentar currículo e justificar o interesse em ingressar no programa. O valor é de R$ 6.020,31 e as inscrições já estão abertas no site da FGV.

Montoro destaca que a iniciativa atende a uma demanda crescente do mercado segurador por profissionais qualificados. “Trata-se de um setor em expansão, que exige mão de obra com conhecimento técnico, regulatório e de inovação. Queremos preparar novos executivos para acompanhar essa evolução e contribuir para o desenvolvimento sustentável do mercado brasileiro de seguros”, conclui.

Associação Sou Segura recebe premiação de US$ 50 mil da Lockton Care

Lançado em 2023, o Prêmio Lockton Cares Community Impact acaba de concluir sua segunda edição com importante reconhecimento ao trabalho da Sou Segura. A associação brasileira foi selecionada pelas unidades da companhia, presentes em mais de 125 países, e receberá a premiação de US$ 50 mil. A iniciativa da Lockton, maior corretora de seguros independente do mundo, totalizou US$ 550 mil a 16 organizações ao redor do mundo.

Eduardo Lucena, Deputy CEO da Lockton Brasil, destaca a importância do Lockton Cares como movimento que reconhece o trabalho dos colaboradores em prol da comunidade, reforçando os pilares de atuação da companhia: “Essa iniciativa reafirma o nosso compromisso em construir legados positivos para além dos negócios. Somos parte ativa da comunidade em que estamos inseridos e temos orgulho de apoiar projetos que gerem valor e impacto positivo para a sociedade”, afirma.

A Sou Segura, vencedora brasileira, é formada por mulheres que atuam no setor de seguros e tem como propósito promover diversidade, equidade e inclusão de gênero por meio do desenvolvimento profissional em programas de mentoria, capacitação e rede de apoio. “Esse reconhecimento para uma causa tão essencial, aliado ao recurso financeiro que impactará a carreira de centenas de mulheres, é motivo de enorme gratidão e orgulho. Esse impulso nos inspira a seguir firmes na construção de um mercado de seguros cada vez mais diverso e inclusivo, com oportunidades para todos”, destaca Simone Ramos, integrante da Sou Segura e diretora de Portos e Logística na Lockton Brasil.

CNseg: arrecadação do setor de seguros, com saúde, cresce 4,2% no primeiro semestre de 2025

No primeiro semestre de 2025, o setor segurador registrou um avanço de 8,7% no volume pago em indenizações, benefícios, resgates, sorteios e despesas assistenciais de saúde, totalizando R$ 268 bilhões devolvidos a consumidores e empresas. No mesmo período, a arrecadação somou R$ 376,7 bilhões em prêmios de seguros, contribuições para planos de previdência, faturamento com títulos de capitalização e contraprestações líquidas de saúde, crescimento de 4,2% em relação ao mesmo período de 2024. Os dados são da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg).
 

Entretanto, ao desconsiderar o desempenho da Saúde Suplementar, o setor apresentou, pela primeira vez em cinco anos, desde 2020, início da pandemia, resultado negativo na arrecadação acumulada. Foram movimentados R$ 206,1 bilhões, uma retração de 1,7% frente ao mesmo semestre de 2024, interrompendo o ciclo contínuo de expansão observado desde a recuperação pós-COVID19.
 

O contraste entre a desaceleração da arrecadação e a aceleração dos pagamentos foi influenciado principalmente pelos planos de Previdência Aberta. As contribuições para esses produtos recuaram 14,1% no acumulado do ano, enquanto os resgates e benefícios pagos avançaram 17,3% no mesmo período. Essa combinação pressionou a captação líquida, que somou R$ 6,0 bilhões até junho, queda de 80,2% em relação a 2024.
 

Apesar desse cenário, outros segmentos mantiveram trajetória positiva. Os seguros de Danos e Responsabilidades cresceram 7,9%, alcançando R$ 69,1 bilhões em arrecadação; os Seguros de Pessoas, que incluem produtos como Vida, Viagem e Prestamista, avançaram 8,4%, ultrapassando R$ 37 bilhões em arrecadação; e os títulos de Capitalização somaram R$ 16,9 bilhões, resultado 12% superior ao do mesmo período de 2024.
 

O segmento de Saúde Suplementar, por sua vez, movimentou R$ 170,6 bilhões em contraprestações líquidas no primeiro semestre, o que representa crescimento de 12,3% frente ao mesmo período do ano anterior.

Tokio Marine promove 5ª edição do Conectados e reforça diálogo com Corretores 

A Tokio Marine realizou, de 11 a 13 de setembro, a 5ª edição do Conectados, iniciativa criada para ouvir Corretores e identificar oportunidades de aprimoramento dos Produtos e Serviços da Companhia. Dessa vez, o evento reuniu 60 profissionais das Regionais SP – Capital, Norte, Nordeste e Centro-Oeste, recepcionados pelos Diretores Alexsandro Priuli, Cefas Rodrigues, Ronaldo Dalcin e Jean Brunetto, respectivamente. 

“O Conectados é um espaço para troca franca de ideias. Queremos ouvir nossos Parceiros de Negócios, entender o que funciona bem e quais pontos podem ser melhorados, sempre com o objetivo de oferecer a melhor experiência possível com a Tokio Marine e apoiar o crescimento de seus negócios”, destacou o Diretor Comercial Varejo e Vida, Marcos Kobayashi, na abertura do evento.

Durante sua fala, o Presidente José Adalberto Ferrara ressaltou o diferencial da Companhia: “Sempre mencionamos os 3 P’s como fundamentais – Pessoas, Processos e Produtos – mas acrescento um quarto: Paixão. É essa Paixão pelo que fazemos que nos move e nos diferencia no mercado”, afirmou. Também participaram do evento Marcelo Goldman, Diretor Executivo de Produtos Massificados; Felipe Smith, Diretor Executivo de Produtos Pessoa Jurídica; e Adilson Lavrador, Diretor Executivo de Operações, Tecnologia e Sinistros, que compartilharam novidades e perspectivas de suas áreas, reforçando a proximidade com os Parceiros de Negócios.

Além das apresentações da Diretoria Executiva, a programação contou com visita às duas Matrizes da Companhia em São Paulo (Sampaio Viana e 13 de Maio) e rodadas de negócios com as áreas técnicas, de Sinistros e Tokio Marine Assistência (TMA). “É importante ressaltar que cada opinião ouvida nesse fórum representa muito para a Tokio Marine. Ao longo das edições do Conectados, muitas das sugestões apresentadas pelos Corretores já foram incorporadas pela Companhia, reforçando o nosso compromisso com a melhoria contínua de processos”, frisou Kobayashi.

O encerramento da 5ª edição do Conectados Tokio Marine foi marcado por um momento de celebração: os Corretores convidados, entre os quais especialistas em Vida, PJ e da Sucursal Virtual, assistiram ao show do grupo Fundo de Quintal e Encontro de Batuqueiros, no Tokio Marine Hall.

Setor de seguros movimenta R$ 247,4 bilhões até julho, queda de 0,98%

As seguradoras, entidades de previdência aberta e empresas de capitalização supervisionadas pela Susep arrecadaram R$ 247,45 bilhões entre janeiro e julho de 2025. O montante representa queda nominal de 0,98% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o setor havia somado R$ 249,91 bilhões. Em termos reais, descontada a inflação, a retração foi de 5,96%.

Apesar da estabilidade nas receitas totais, os desembolsos das companhias cresceram. As indenizações, resgates, benefícios e sorteios alcançaram R$ 154,02 bilhões no acumulado de sete meses, avanço nominal de 9,3% frente ao mesmo período de 2024boletimsusepjulho2025. Apenas em julho, o setor devolveu R$ 22,69 bilhões à sociedade, sendo R$ 6,35 bilhões em indenizações de seguros.

O segmento de seguros de pessoas e danos (excluindo VGBL) arrecadou R$ 126,8 bilhões, alta nominal de 7,54% e real de 2,14% sobre 2024. Os produtos de acumulação (VGBL, PGBL e previdência tradicional) arrecadaram R$ 100,81 bilhões no período, queda nominal de 11,63% na comparação anual. Só o VGBL, maior produto da categoria, recuou 12,24%. O recuo é explicado pela concorrência direta com aplicações de renda fixa de curto prazo, favorecidas pelos juros altos, e pelo aumento dos resgates, usado por famílias para reforçar liquidez em meio ao aperto de crédito.

Nos seguros de pessoas, o total arrecadado foi de R$ 43,68 bilhões, crescimento nominal de 7,96%. O seguro de vida respondeu por quase metade desse volume, com R$ 21,43 bilhões (+10,83%). O seguro prestamista arrecadou R$ 12,25 bilhões (+4,55%), enquanto acidentes pessoais avançaram 3,81%.

Nos seguros de danos, as receitas chegaram a R$ 83,13 bilhões (+7,32% nominais). O seguro auto segue como líder, com R$ 34,56 bilhões, representando 42% da carteira e avanço nominal de 5,92%. Outros destaques foram o seguro compreensivo (R$ 7,12 bilhões, +12,74%), habitacional (+12,69%) e financeiros (+19,05%). Já o seguro rural registrou queda nominal de 3,12%.

Na contramão, a capitalização manteve expansão: R$ 19,83 bilhões em receitas até julho, crescimento de 10,71% frente a 2024. A modalidade tradicional responde por 72% desse total.

Previdência complementar no Brasil completa 190 anos

operarios previdencia

por MAG

Em julho de 2025, de acordo com a FenaPrevi, os planos abertos de previdência privada no Brasil mantinham R$ 1,6 trilhão em ativos sob gestão, o que representa 13,5% do PIB nacional. São números positivos e que refletem a mudança na mentalidade da população brasileira e a confiança na construção de um futuro financeiro mais sólido por meio da previdência complementar. Segundo o IBGE, até 2070, teremos quase 40% da população com 60 anos ou mais, estabelecendo um novo panorama na sociedade brasileira. Testemunha de profundas transformações no mercado de trabalho, de incontáveis oscilações econômicas e da acelerada transição demográfica em curso, o Grupo MAG vem se apresentando, há 190 anos, como referência histórica e institucional do setor previdenciário.

“A história da MAG está atrelada à jornada de desenvolvimento do nosso país, sobretudo na previdência complementar. Em um cenário de mudanças demográficas profundas e irreversíveis, o nosso compromisso em auxiliar a população a construir um planejamento financeiro de longo prazo se constitui em uma de nossas principais missões”, comenta Gleisson Rubin, diretor de previdência do Grupo MAG.

A institucionalização da previdência no país, iniciada no século XIX, está diretamente relacionada à história da MAG Seguros e de sua precursora, a Montepio Geral de Economia dos Servidores do Estado, criada em 1835 para oferecer pensões aos funcionários do Estado Imperial. Transcorridos 190 anos, o Grupo MAG segue expandindo os conceitos de previdência e seguro de vida, sendo pioneiro na oferta de previdência privada no Brasil, assim como de produtos adaptados às necessidades de diferentes gerações, promovendo educação financeira e fomentando a cultura de planejamento de longo prazo.

“Desde a sua implementação, a previdência complementar privada evoluiu de um benefício restrito a poucos para um pilar essencial de segurança econômica. Hoje, vivemos um momento que exige novas soluções, mais acessibilidade e educação financeira. O desafio não é apenas manter o que foi construído, mas expandir a cobertura e adaptar os produtos a um cenário de longevidade crescente”, finaliza Rubin.

HDI Seguros anuncia reposicionamento de marca com foco em confiança e eficiência 

HDI Seguros, marca do Grupo HDI – o segundo maior conglomerado segurador do país –, apresenta ao mercado, em parceria com a Anacouto, agência referência em branding, seu novo posicionamento de marca, consolidando uma estratégia que reflete a essência da companhia e seu compromisso com um seguro que entrega o que promete, proporcionando uma experiência sem surpresas para segurados, corretores e parceiros. Tradicional no setor e com forte presença no Brasil, a HDI reafirma valores como confiança, transparência e eficiência, agora com uma abordagem ainda mais precisa, acessível e conectada à realidade das pessoas. 

A marca se conecta com pessoas que buscam uma solução acessível e eficaz — um seguro confiável, transparente e que realmente funciona. Por isso, a nova tagline traduz esse compromisso com clareza: ‘Certeza que te deixa seguro’. 

Reposicionamento 

O reposicionamento busca potencializar a principal proposta da companhia: oferecer certeza em um mundo cheio de inseguranças, posicionando-se como a resposta segura, com a garantia de que funciona se algo sair do planejado. Esse mote é mais que um atributo técnico, é também emocional, traduzindo a tranquilidade do segurado em saber que tudo vai correr bem e que pode contar com a empresa. 

Com um portfólio completo de seguros para Auto, Vida, Patrimonial e Grandes Riscos, a HDI segue sua atuação com base na confiança construída ao longo dos anos, mas com um olhar atualizado, que considera as transformações do comportamento dos consumidores, acompanha as mudanças e evoluções dos parceiros e do mercado, e responde à necessidade de uma entrega eficiente e justa.  

Como parte dessa estratégia, a companhia considera as reais necessidades, desejos e aspirações dos seus públicos, procurando estabelecer uma conexão genuína, alinhada ao cotidiano das pessoas, valorizando elementos que tornam a rotina mais rica e cheia de propósito. Esse movimento já se reflete nas ações executadas pela seguradora este ano, tais como: 

  • Maratona de Floripa, que reforçou a beleza das conquistas, das realizações pessoais. O evento, patrocinado pela HDI Seguros, reuniu cerca de 200 convidados em uma experiência completa de cuidado, interação e celebração do espírito esportivo. No espaço exclusivo da seguradora, os convidados vivenciaram momentos de bem-estar com massagem, hidratação, frutas da estação, barras de cereal e um kit personalizado com itens da marca, preparado especialmente para a ocasião. 
  • Cine Autorama, que proporcionou um momento de conexão da comunidade para onde os filmes foram levados. Além de distribuir brindes e kits personalizados com itens para o dia a dia do carro, a HDI Seguros promoveu ações práticas de cuidado com o veículo, incluindo a presença de motos de autossocorro HDI, preparadas para atender a imprevistos como panes de bateria – comuns em sessões de drive-in.  

Campanha 

Para marcar esse novo momento, a HDI preparou uma campanha institucional que traduz em vídeo os pilares do reposicionamento.       

A campanha, criada em parceria com a agência anacouto, traz o conceito “HDI Seguros é a certeza que funciona”, com uma abordagem leve e descontraída, mostrando que, diante de situações inesperadas, o atendimento direto e eficiente da HDI é capaz de neutralizar o impacto do imprevisto. Com frases como “o incerto vai ter que procurar outra ocupação” e “a alegria do incerto dura pouco”, a comunicação posiciona a marca como o verdadeiro “terror dos momentos que geram incerteza”, valorizando atributos como confiança e cobertura completa. 

A assinatura traduz esse compromisso com clareza: “HDI Seguros. Certeza que te deixa seguro” – reafirmando o papel da HDI em devolver tranquilidade nos momentos mais desafiadores. 

A nova narrativa da HDI valoriza a praticidade, a precisão e a entrega consistente. A empresa adota uma comunicação evolutiva, interessante e justa, voltada, tanto para segurados, quanto para corretores, refletindo seu papel ativo na solução dos problemas dos clientes 

“Queremos que cada pessoa e cada parceiro do     nosso ecossistema     sigam avançando com confiança, respeitando suas particularidades e crescendo juntos. A HDI está ao lado de quem busca segurança de verdade, com um amplo portfólio, eficiência e compromisso. Esse novo posicionamento traduz a força da nossa atuação no mercado brasileiro e reafirma o nosso protagonismo dentro do Grupo, como uma marca que entrega o que promete e evolui junto com seus clientes”, reforça o diretor de transformação do Grupo HDI, Daniel Mello. 

Estratégia de mídia 

Após um período de pausa, a HDI volta a fazer um investimento robusto em mídia, marcando um momento estratégico e especial para a marca. Com uma campanha de abordagem omnichannel, que combina diferentes formatos e plataformas, quer fortalecer seu reconhecimento, ampliar a consideração no mercado e criar uma conexão emocional genuína com seus públicos. 

A estratégia foca em mercados-chave de atuação, com presença expressiva no ambiente digital, streaming e rádio, e contempla canais diversos como portais, buscadores, vídeos on demand, redes sociais, eventos e ativações especiais, para garantir presença marcante e consistente. 

“Mais do que uma campanha, este é o retorno da HDI a um diálogo mais próximo com a sociedade. Voltamos com uma presença consistente e estratégica nos lugares onde nosso público está, para reforçar a marca, ampliar a visibilidade no mercado e, principalmente, sermos a certeza de segurança para as pessoas. Queremos estar presentes não apenas quando nossos clientes precisam, mas também nos momentos que importam para eles”, afirma o executivo. 

Mudanças climáticas pressionam seguros e elevam custos para consumidores

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Um novo relatório do Fórum Econômico Mundial, elaborado em parceria com o Boston Consulting Group (BCG), aponta que, sem ações adaptativas, os impactos climáticos sobre a saúde podem corroer a rentabilidade das seguradoras e elevar os custos de cobertura para consumidores em diversos mercados.

O estudo avaliou os efeitos das mudanças climáticas sobre quatro setores mais expostos — alimentos e agricultura, ambiente construído, saúde e sistemas de saúde, além do setor de seguros — e concluiu que, nos próximos 25 anos, doenças relacionadas ao clima podem resultar em mais de US$ 1,5 trilhão em perdas de produtividade.

Eric White, head de Resiliência Climática do Fórum Econômico Mundial, destacou que a proteção à saúde dos trabalhadores é agora central para a continuidade dos negócios. “A cada ano em que adiamos a incorporação da resiliência nas decisões empresariais, os riscos à saúde e à produtividade aumentam, assim como os custos de adaptação”, afirmou.

O relatório lembra que o setor de seguros, que representa mais de 7% do PIB global, exerce papel vital ao proteger famílias contra os impactos econômicos de problemas de saúde e dificuldades financeiras subsequentes, por meio das coberturas de saúde, vida e riscos gerais. No entanto, alerta que o aquecimento global ameaça reduzir a lucratividade. Em um cenário de aquecimento moderado, a projeção é de aumento de 0,75% na mortalidade anual até 2050.

Segundo o documento, com a escalada dos riscos ligados à saúde e ao clima, as seguradoras enfrentam tendência de alta nos sinistros médicos, de vida e de responsabilidade civil, o que pressiona o capital e tende a elevar os prêmios. Ainda assim, o setor tem a oportunidade — e a responsabilidade — de liderar a construção da resiliência.

“Ao desenvolver produtos inovadores, construir expertise climática e contribuir para prevenir doenças relacionadas ao clima, as seguradoras podem proteger ao mesmo tempo as comunidades e seus resultados financeiros”, afirma o relatório. Além disso, destaca que, como habilitadores de resiliência, os seguros também incentivam outros setores a reduzir seus próprios riscos.

Para Elia Tziambazis, managing director e sócio do BCG, já há sinais de avanço na adaptação da saúde, mas os níveis de financiamento e execução estão aquém do necessário. “O desafio agora é escalar soluções comprovadas com rapidez suficiente para acompanhar as mudanças climáticas, mitigar seus impactos sobre a força de trabalho e investir na inovação que definirá a próxima geração de serviços e produtos de resiliência”, afirmou.

Grandes redes varejistas integram serviços financeiros para fidelizar clientes e aumentar o ticket médio

Por Rubens Nogueira Filho, sócio da SSI Massificados

Em que momento o varejo deixou de vender apenas o que se vê nas prateleiras? Ou talvez a pergunta deva ser: por que demorou tanto? Durante anos, o relacionamento com o consumidor limitou-se à troca direta — produto por dinheiro, compra por entrega. Hoje, essa equação não basta. O que está em jogo é o vínculo duradouro, a presença contínua, a lembrança diária. É nesse meio que os seguros massificados entraram de forma quase silenciosa, mas com impacto considerável.

Grandes redes perceberam que oferecer produtos financeiros junto às mercadorias tradicionais vai além da diversificação: amplia o tempo de convivência com o cliente. Um celular se compra em minutos; um serviço financeiro para esse mesmo aparelho mantém a conversa ativa por meses. 

Contratados em planos mensais, automáticos e recorrentes, os seguros prolongam a presença da empresa mesmo fora da loja. A fatura chega, o nome da rede aparece. Mesmo sem novas compras, a marca continua ali, cuidando de alguma forma.

Esse vínculo também se reflete no ticket médio. Mesmo com o carrinho vazio, o cliente ainda conta com um serviço agregado, que prolonga a relação e eleva o valor da transação. Pequenas parcelas recorrentes criam uma nova camada de receita, contínua, previsível e baseada em utilidade real.

Os seguros que melhor funcionam nesse modelo são os funcionais, voltados a problemas corriqueiros como proteção para eletrônicos, assistência residencial ou cobertura odontológica. Produtos acionáveis, tangíveis, que resolvem o imprevisto. Quando o seguro é útil, o cliente o vê como investimento — não como gasto. É essa percepção que gera valor e fidelização.

Para sustentar esse tipo de operação em escala, varejistas podem recorrer a plataformas integradoras. Em vez de gerenciar cada serviço de forma isolada, concentram seguros, assistências e outras soluções em um único sistema. Essa base unificada oferece mais agilidade, controle e consistência na experiência do cliente. Permite ajustar ofertas, testar combinações e responder com velocidade ao mercado.

Por trás da aparente simplicidade, no entanto, há também desafios. Nenhum cliente esquece a sensação de ter sido enganado. Nenhum vínculo sobrevive a um produto ineficaz. Por isso, as ofertas precisam ser claras. O consumidor precisa saber o que está contratando, quando pode usar e como acionar. E, acima de tudo, o produto precisa funcionar. Quando isso acontece no momento certo, a marca que protege é lembrada com gratidão.

Fica uma última pergunta: vender ou acompanhar? Talvez os dois. Mas quem compreendeu o poder dos seguros massificados sabe que a resposta está em outro verbo. Permanecer.

Eduardo Fazio assume como diretor regional norte e nordeste na Allianz Seguros

Eduardo Fazio, diretor Comercial Regional Norte e Nordeste da Allianz Seguros

por Allianz

Em 9 de setembro, Eduardo Fazio assumiu o cargo de diretor comercial Regional Norte e Nordeste da Allianz Seguros, uma das maiores seguradoras do Brasil e do mundo, e detentora dos naming rights do Allianz Parque. “Estou muito feliz por integrar o time neste momento de aceleração da companhia. Enxergo essa oportunidade como promissora, por acreditar no potencial de desenvolvimento de negócios nas regiões onde atuarei. Com uma trajetória construída a partir da proximidade com corretores e assessorias, poderei contribuir para fortalecer a presença da Allianz nessas localidades”, comenta Fazio.

O executivo passará a integrar a diretoria Executiva Comercial, liderada por Nelson Veiga, tendo como pares Alexandro Barbosa (Regional Minas Gerais e Centro-Oeste), Cleide Camilotto (Regional Sul), Luciano Ambrosini (Regional São Paulo Interior), Paulo Ayres (Regional São Paulo Capital e interino Regional Rio de Janeiro e Espírito Santo) e Soraia Silva (Parcerias).

Eduardo possui mais de 28 anos de experiência no mercado de seguros, com toda sua trajetória profissional desenvolvida em estados das regiões Norte, Nordeste e Sudeste, atuando com seguros de varejo e corporativos. É graduado em Administração de Empresas pela UNICE, possui MBA em Liderança Organizacional pela Fundação Dom Cabral, além de curso de extensão de Gestão de Projetos na FGV. Ao longo de sua carreira, acumulou passagens como responsável por áreas comerciais nas seguradoras SulAmérica ING, Zurich (em dois períodos distintos), Sompo e HDI.