BB Mapfre começa a atuar no microsseguros

Por Denise Bueno em 17/01/2012

A BB Mapfre acaba de divulgar um comunicado de que colocará no ar o projeto de microsseguros. Veja abaixo

Release

O projeto para democratização de microsseguros do grupo segurador formado pelo Banco do Brasil e pela Mapfre (BB Mapfre) acaba de ser selecionado pela Fides (Federação Interamericana de Seguradoras) como um dos 10 projetos-piloto na área a terem a implantação subvencionada pela entidade. A seleção foi promovida em seis países pela Fides, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e o Fundo Multilateral de Investimento (Fomin). Além do Brasil, Colômbia, Guatemala, México, Peru e Venezuela receberão subvenção para o desenvolvimento do microsseguro na América Latina e Caribe. O cronograma definitivo dos projetos deve ser definido neste início de 2012.

Para a FIDES, o seguro tem importante papel na ajuda às populações de baixa renda, mais vulneráveis aos riscos devido à baixa capacidade de resposta a eventos fortuitos. No Brasil, a Superintendência de Seguros Privados (SUSEP) é favorável ao desenvolvimento deste mercado, que recebeu um grande impulso com a publicação, no último dia 6 de dezembro, da Resolução 244/2011 do CNSP-Conselho Nacional de Seguros Privados. O microsseguro é visto pelos especialistas como forma de incluir no mercado de seguros um público de mais de 100 milhões de pessoas que nunca compraram uma apólice. “A força da junção da rede Mapfre Seguros com o Banco do Brasil foi um dos principais diferenciais de mercado e fator decisivo na escolha da entidade”, afirma Bento Zanzini, diretor geral de Riscos de Pessoas da BB Mapfre.

A estratégia do programa consiste em pesquisa de campo, desenvolvimento e aplicação de microsseguros focados nas necessidades das classes D e E. Por meio de planos financeiros competitivos e acessíveis, serão oferecidas coberturas para os riscos mais significativos para esse segmento da população, além de um conjunto de benefícios que atendem às principais aspirações familiares identificadas durante o trabalho.

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) aponta que 61 milhões de pessoas, 32% da população brasileira, pertencem às classes D e E, parcela que possui renda familiar de, aproximadamente, R$ 900 mensais. A partir desse panorama, o objetivo da ação é ampliar o pacote de benefícios para esse mercado consumidor.

Outro diferencial do programa será que as apólices desenvolvidas para a iniciativa já estarão padronizadas com as especificações da resolução de microsseguros, sancionada recentemente. Dessa forma, os segurados terão a garantia de que também terão um contrato alinhado com todas as regulamentações do setor.

A extensa rede de atendimento também será fundamental no sucesso da implantação. O consumidor será alcançado pelas agências do Banco do Brasil e os diversos canais de distribuição da Mapfre – que contarão com soluções exclusivas desenvolvidas de acordo com o perfil de cada um.
“O microsseguro é uma ferramenta de mitigação de risco, de integração financeira e de inclusão social. Trata-se de uma ação conjunta com todas as iniciativas que o País vem recebendo em prol do seu desenvolvimento”, finaliza Zanzini.

 

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Lucro líquido da Mapfre cresce 44%

Por Denise Bueno em 30/08/2010

mapfreA Mapfre Seguros, sócia do Banco do Brasil e uma das maiores seguradoras do Brasil, obteve lucro de R$ 236,3 milhões (antes dos impostos e participações) no primeiro semestre deste ano, crescimento de 41,9% em relação ao mesmo período do exercício anterior. O lucro líquido atingiu R$ 140,5 milhões, incremento de 44%. Segundo nota da seguradora, o resultado indica crescimento de praticamente todos os segmentos em que a empresa atua, com aumento de market share em todas as carteiras.

Os ativos totais da empresa totalizaram R$ 7,339 bilhões, resultando em um aumento de 13,2%, e o faturamento em prêmios obtidos com seguro atingiu a cifra de R$ 2,062 bilhões. As provisões técnicas acompanharam o ritmo de crescimento da companhia e se expandiram em 14,7%, para R$ 4,538 bilhões e as receitas totais atingiram a marca de R$ 2,214 bilhões, valor 4,8% maior quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

As despesas administrativas da companhia mantiveram-se no mesmo patamar de 2009, representando 11% sobre a somatória dos prêmios retidos, rendas de contribuições retidas e capitalização. O patrimônio líquido da empresa aumentou 8,5%, atingindo a significativa marca de R$ 1,612 bilhão. O índice combinado ficou em 94,1%.

Para o presidente da companhia, Antonio Cássio dos Santos, “a atuação segmentada e baseada em multiprodutos, os investimentos feitos para o fortalecimento do relacionamento com o cliente e a incorporação de novos serviços e produtos, além do crescimento da rede de atendimento e a ampliação do número de corretores parceiros são algumas das estratégias adotadas pela companhia que proporcionaram o resultado significativamente positivo”, comenta.

 

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Brasil lidera ganhos da Mapfre na América Latina

Por Denise Bueno em 23/07/2010

mapfre1A Mapfre, maior seguradora da Espanha, divulgou lucro líquido de 500 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, 5,7% menor do que o valor obtido no mesmo período do ano passado. A justificativa para a redução do valor não vem da crise que o país enfrenta e sim pelos valores pagos em indenizações às vitimas do terremoto do Chile. Segundo nota do grupo, desconsiderando os efeitos extraordinários, o grupo teria registrado alta de 6,3% no lucro do semestre.

Em vendas, a Mapfre registrou prêmios de 10,9 bilhões de euros no período, 9,2% acima do mesmo período do ano anterior. Novamente a América Latina é destaque no balanço mundial do grupo. O lucro da Mapfre América chegou a 157 milhões de euros, alta de 41% no primeiro semestre deste ano. Em prêmios, a região gerou 2,45 bilhões de euros, alta de 20%.

O Brasil lidera o resultado da Mapfre América, com ganho de 95,3 milhões de euros, crescimento de 69%. O segundo maior país em resultado na divisão América é a Venezuela, com 18,7 milhões de euros. Em prêmios, o Brasil quase chegou a casa do 1 bilhão de euros (961,9 milhões), com alta de 28,8%. Em 2011, quando os resultados da parceria com o Banco do Brasil estiverem consolidados, o grupo terá um destaque ainda maior no resultado da matriz.

 

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Seguros tem espaço para avançar*

Por Denise Bueno em 20/05/2010

*matéria feita com exclusividade para o especial Brasil Espanha do jornal Valor Econômico, que circulou dia 20 de maio de 2010

O grupo Mapfre é o número um quando o assunto é investimento na indústria de seguros brasileira. O país conta com o Santander, sexto maior em vendas de seguros, vida e previdência. A Cesce e a Credito y Caucion, seguradoras focadas em seguros de crédito e garantia, também trazem a experiência espanhola ao país. Mas nada chega aos pés dos quase R$ 1 bilhão já aportados pelo maior grupo segurador da Espanha e que se tornou também o maior da América Latina e do Brasil com a parceria fechada com o Banco do Brasil (BB), anunciada em outubro de 2009 e finalizada neste mês.

A associação criou uma seguradora com valor de mercado de R$ 10 bilhões e prêmios de R$ 7,7 bilhões em seguros diversos, como carro, residência, empresarial, industrial, agrícola e riscos financeiros. “Temos um grande mercado para conquistar no Brasil, um país que caminha para ser a quinta maior potência do mundo nos próximos anos”, diz Jose Manuel Martinez, presidente mundial da Mapfre, que oferta todos os tipos de seguros no Brasil, exceto saúde.

Aliado ao crescimento natural do setor para acompanhar o bom rumo da economia, o potencial da indústria de seguros é enorme. “A penetração de seguros no produto interno bruto é de apenas 3,4% enquanto em outros países é o dobro disso”, ressalta Aldemir Bendine, presidente do BB. “Somos a 8ª maior economia do mundo e em seguros estamos em 17º lugar.”

Para o Banco do Brasil, a parceria é estratégica. “Nossa expectativa é de que a área de seguridade represente 25% do ganho do banco em 2012.” A aposta é ousada, uma vez que significa dobrar a participação do lucro do conglomerado em seguros. Em 2009, a área de seguridade do BB representou 12% do lucro total do banco.

Tal otimismo está respaldado no desempenho nos últimos anos. O setor evoluiu a uma taxa superior a duas vezes a do PIB brasileiro na última década. A receita, de R$ 107 bilhões em 2009, foi 13% superior ao ano anterior, mas abaixo da média de 14% da última década.

“Tenho certeza de que a parceria contribuirá para o desenvolvimento não só do resultado financeiro do banco como também trará perpetuidade ao BB”, diz Martinez. Se o desempenho continuar no ritmo conquistado pela Mapfre de 2000 para cá, ambos vão ter boas notícias aos acionistas no futuro.

“A Mapfre fatura em 15 dias o que faturava por ano em 2000″, afirma Antonio Cássio dos Santos, presidente da Mapfre no Brasil e responsável pela estratégia de crescimento do grupo nos últimos cinco anos. Nesse período, a aposta mais ousada do grupo foi pagar ágio de 46% no leilão da Nossa Caixa Vida e Previdência, em 2005. No entanto, o desembolso de R$ 225 milhões naquela época virou quase R$ 1 bilhão na negociação com o Banco do Brasil, o que a fez ser a candidata favorita na seleção realizada pelo banco durante o processo de reestruturação de seguros.

Com tal desempenho, a participação da subsidiária brasileira dentro do total mundial é de 10% e neste ano será o dobro, a partir da consolidação da parceria com o Banco do Brasil, prevê Antonio Cássio dos Santos. “A parceria trará muitos frutos não só para o banco ou para a Mapfre, mas para todo o mercado de seguros, com produtos inovadores e serviços diferenciados”, diz Martinez.

A atuação do Santander em seguros vem se consolidando a cada ano. Optou por gerir a carteira de vida, previdência e residência e fez parcerias estratégicas, sem participações acionárias, com seguradoras independentes para seguros gerais. Segundo Fabio Barbosa, presidente do banco, em recente entrevista ao Valor, o grande potencial de expansão do mercado de seguros no Brasil está em previdência e vida. “Os indicadores mostram que a penetração de seguros na nossa base de clientes é muito baixa e temos, portanto, muito espaço para crescer.”

Nos últimos anos, o mercado de seguros passou por grandes mudanças desde a quebra do monopólio de resseguros em 2007, passando pela crise financeira mundial até as grandes movimentações de fusões e aquisições. Sem contar com as mais de 75 resseguradoras que ingressaram no Brasil nestes dois últimos anos.

Todas essas variáveis influenciaram de forma direta ou indireta os resultados apresentados no estudo consolidado pela Accenture. De acordo com o trabalho, o setor crescerá num ritmo ainda mais acelerado do que o registrado na última década. Há oportunidades em todos os segmentos, especialmente em produtos individuais, saúde, pequenas e médias empresas e o seguro prestamista, vendido atrelado ao crédito. A consultoria também aposta na evolução do canal corretor, varejista e bancário para os próximos anos.

Segundo a Accenture, a competição será mais acirrada, com produtos massificados com maior potencial de expansão. As vendas se concentrarão em corretores, mas com aumento da importância de bancos e varejistas. O estudo aponta expectativa de redução de despesas, facilitada pelo uso da tecnologia e melhora no relacionamento com as resseguradoras.

 

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Lucro da Mapfre recua 4,8% no trimestre

Por Denise Bueno em 04/05/2010

mapfreA Mapfre obteve no primeiro trimestre deste ano um lucro líquido de 273,1 milhões de euros, 4,8% menor em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Segundo comunicado do grupo, a queda se deve a não existência de resultados extraordinários obtidos em 2009 pela holding. O lucro líquido proveniente das operações de seguros cresceu 11,1%, apesar do efeito do terremoto do Chile, cujo impacto nas contas do grupo alcança 80,8 milhões de euros, e à elevada sinistralidade causada pelas tempestades na Espanha e nos Estados Unidos, eventos atribuidos as mudanças climáticas.

As receitas atingiram 5,8 billhões de euros, 8,9% acima do resultado do trimestre do ano anterior. Os prêmios de seguro e resseguro alcançaram 4,93 bilhões de euros, crescimento de 9,6%. A Mapfre América contalizou prêmios de 1,1 bilhão, evolução de 14%. O bom desempenho obtido na Mapfre America foi puxado pelo Brasil, que já representa 10% do grupo, e pela Colombia. Segundo informou o presidente mundial da Mapfre, Jose Martinez, aos acionistas, a expectativa do grupo é chegar a 20 bilhões em prêmios em 2010, o que representa crescimento de 6,4% sobre 2009.

Na Espanha, os prêmios totais de seguro e resseguro alcançaram 2,64 bilhões de euros, que representa um aumento de 9,8%, diante de uma redução de 3,75% do mercado.O negócio internacional, que representa 49,4% dos prêmios totais do Grupo, cresceu 10,7%, até alcançar os 2,57 bilhões de euros. Os prêmios da Mapfre Internacional (Estados Unidos, Portugal, Turquia e Filipinas) alcançaram 457,2 milhões de euros, com queda de 4,1% devido a uma taxa de cambio euro/dólar menos favorável que no mesmo trimestre do ano anterior. A resseguradora do grupo totalizou prèmios de 615,2 milhões de euros, evolução de 18,4%. As receitas do negócio de Assistência (prêmios e receitas por serviços) registraram um aumento de 8,4%, alcançando 142,3 milhões de euros.

 

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Presidente da Mapfre é premiado pelo Valor

Por Denise Bueno em 14/04/2010

cassioO presidente da Mapfre, Antonio Cássio dos Santos, foi eleito pelo quarto ano o melhor executivo do Brasil na categoria Seguros pela revista “Executivo de Valor”, do jornal Valor Econômico, distribuída hoje aos assinantes.

Cássio foi considerado um dos 20 principais CEOs do Brasil devido às estratégias adotadas para condução da seguradora diante de um cenário internacional amplamente desfavorável. No ano passado, o executivo tinha recebido a homenagem por ser um administrador global, capaz de atender as exigências cada vez mais fortes em um mundo onde as barreiras internacionais são cada vez mais tênues.

Neste ano, o prêmio Executivo de Valor abordou como os líderes empresariais conduziram suas empresas em 2009, ano que marcou a queda do PIB brasileiro em 0,2%, fato que não ocorria desde 1992. Dentre os pontos analisados está o impacto da queda dos investimentos nos negócios, seus reflexos ao longo de 2010 e perspectivas para os próximos anos.

”O ano que passou trouxe novos horizontes para a economia nacional, que mostrou ao mundo seu poder de reação e organização, deixando os efeitos da crise para trás muito antes de países mais desenvolvidos economicamente, como Inglaterra, França, Alemanha ou Estados Unidos”, informa Santos em comunicado distribuído à imprensa.

O executivo ofereceu o prêmio à Comissão Executiva da Mapfre Brasil e à Comissão Delegada do Grupo no mundo, pelo apoio incondicional à operação brasileira. “O fato de ser o único profissional do segmento de seguros a conquistar o título, no entanto, mais aumenta a minha responsabilidade, do que enobrece”, comentou.

O grupo Mapfre tem 55 anos de atuação no Brasil e com a sociedade com o Banco do Brasil, perto de ser finalizada, se torna uma das mais importantes seguradoras do País.

 

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Petrobras renova seguro por US$ 49,6 milhões

Por Denise Bueno em 28/03/2010

plataformaA Petrobras informou na sexta-feira que a Itaú Seguros venceu a licitação para três licitações para renovação de apólices de seguros envolvendo prêmios no total de US$ 49,6 milhões para valores em risco de US$ 95 bilhões. A Petrobras solicitou cotação para uma série de franquias alternativas e optou por manter o nível atual de suas franquias que podem, conforme o caso, chegar a US$ 20 milhões. Segundo a nota divulgada, as apólices contratadas são de riscos operacionais, riscos de petróleo e responsabilidade civil geral.

A Itaú Seguros é a líder do contrato com 50%, a Allianz 30% e a Mapfre com
20%, com prêmio de US$ 47 milhões. As apólices de riscos operacionais e de riscos de petróleo cobrem todos os riscos de danos materiais nos principais ativos da Petrobras e suas subsidiárias, como refinarias, terminais, plataformas e outras instalações. A apólice de Responsabilidade Civil Geral cobre os danos materiais e pessoais causados a terceiros, inclusive poluição.

A segunda licitação se refere aos seguros de Transporte Nacional e Internacional, com prêmio de US$ 1,45 milhão, para cobrir danos causados durante as atividades de movimentação de carga da Petrobras e suas subsidiárias.Foi também aprovada a apólice de Responsabilidade Civil Aeronáutica, que cobre as atividades de abastecimento de aeronaves da Petrobras Distribuidora contra danos materiais e pessoais causados a terceiros, com prêmio de US$ 1,13 milhão.

 

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Mapfre registra o maior lucro da sua história

Por Denise Bueno em 25/02/2010

cassioA Mapfre Seguros, subsidiária do maior grupo segurador da Espanha e sexto maior do Brasil, registrou lucro líquido de R$ 190 milhões em 2009, 10% acima do resultado do ano anterior. O lucro bruto chegou a R$ 364,4 milhões em 2009, alta de 29,4% se comparado ao ano anterior. O faturamento totalizou R$ 4,4 bilhões, alta de 19,8%. O resultado da subsidiária brasileira foi comentado no balanço mundial do grupo por apresentar forte expansão e também pela importante parceria anunciada com o Banco do Brasil para venda de seguro gerais, ainda sem previsão para ser finalizada.

Os ativos totais consolidados cresceram 18%, para R$ 7,1 bilhões, e o patrimônio líquido evoluiu 9,1%, para R$ 1,6 bilhão. As provisões técnicas de seguros e previdência complementar cresceram 19,1%, encerrando 2009 com R$ 4,2 bilhões. O índice de sinistralidade geral apresentou ligeira alta, encerrando o ano com 53,8%. O índice combinado ficou estável em 97,5%. Para compensar os dois indicadores, a seguradora buscou otimizar seus custos, obtendo redução de 10,8% no índice de despesa administrativa, para 10,4% dos prêmios ganhos.

Para Antonio Cássio dos Santos, presidente do grupo Mapfre no Brasil, apesar dos percalços da crise financeira o resultado da companhia superou as expectativas graças a maior penetração de seguros em regiões rentáveis e que ficaram livres dos prejuízos causados pelas chuvas.

O impacto maior do cenário de 2009 na indústria de seguros foi sentido, principalmente, na carteira de transportes, com o aumento do índice de roubo, e também do seguro de crédito interno, em decorrência da inadimplência de empresas. “O país também foi afetado por fenômenos climáticos que resultaram num incremento de sinistros nas carteiras de auto e residencial nas regiões Sudeste e Sul”, comenta na nota divulgada.

 

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Mapfre lança campanha “Amigos do Peito”

Por Denise Bueno em 19/02/2010

12518297088sltsk1Firme em ações sustentáveis, a Mapfre Seguros lança o projeto Amigos do Peito 2010, destinado a aprimorar o relacionamento com os prestadores de serviços e consequentemente de toda a cadeia envolvida com a seguradora: acionistas, consumidores, governo, funcionários. O objetivo é aperfeiçoar, incentivar e capacitar os profissionais das Oficinas Mais, da Assistência 24h Auto e os colaboradores que realizam as vistorias para o melhor atendimento de seus clientes.

De acordo com o vice-presidente da unidade de Mercado e Desenvolvimento da Rede da Mapfre Seguros, Dirceu Tiegs, a campanha atingirá ao todo mais de 5 mil pessoas e 2 mil empresas. “Esse fato contribuirá diretamente para um dos princípios do grupo, o qual é atender com excelência os seus clientes, surpreendendo-os no momento mais importante do contrato de seguro: a utilização dos serviços”, comentou em comunicado.

Segundo a nota, a companhia premiará aqueles que alcançarem o melhor desempenho nos treinamentos e nas campanhas de incentivo com TVs de LCD 32 polegadas, bicicletas infantis, caixas de ferramentas, entre outros. O desempenho será medido pela quantidade de pontos acumulados nas ações da empresa, e os profissionais que indicarem participantes também acumularão pontos para a competição.

O prestador de serviços que tiver interesse em participar do projeto, basta se cadastrar no site da campanha (www.amigosdopeitomapfre.com.br), onde também poderá trocar os seus pontos pelos prêmios à sua escolha, indicar amigos, além de participar das avaliações mensais sobre atendimento e serviços.

 

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Lucro da Aliança do Brasil cresce 27,5%

Por Denise Bueno em 05/02/2010

bb-aliancaA Companhia de Seguros Aliança do Brasil, empresa do Banco do Brasil, obteve lucro líquido de R$ 316 milhões em 2009, 27,5% superior ao registrado em 2008. A produção de prêmios emitidos líquidos foi de R$ 2,2 bilhões, incremento de 25,8% sobre o ano anterior. No ano, a Aliança vendeu 2,2 milhões de seguros novos, elevando sua base de clientes a mais de 9,5 milhões de pessoas. Desconsiderada a venda de imóveis ocorrida no primeiro semestre de 2008, o incremento do resultado final da Aliança, em 2009, foi superior a 50%, informa nota divulgada pelo grupo.

De 2008 para 2009, houve uma melhora na eficiência com operações relacionadas à produção de seguros. Isso pode ser observado pela evolução do Índice Combinado, que passou de 83,2% para 80,5%, bem como pelo Índice Ampliado, que variou de 79,8% para 75,5%.

No primeiro semestre de 2009, a empresa lançou o BB Proteção, seguro de acidentes pessoais oferecido por módulos, de acordo com o perfil do cliente, a preços reduzidos. Em novembro, numa campanha especial feita com o Banco do Brasil, obteve uma resposta excepcional: 600 mil apólices vendidas em apenas dois dias.

No ano passado, 11% da área plantada no Brasil contou com proteção do BB Seguro Agrícola. Este desempenho consolidou a Aliança do Brasil na liderança do segmento de seguros rurais, com participação de 63% de todo o mercado e 83% em grãos.

Após a autorização da Susep, o Banco do Brasil também concluiu, no primeiro semestre de 2009, a aquisição das ações pertencentes à Companhia de Participações Aliança da Bahia, tornando-se o único acionista da Aliança do Brasil. Outro fato marcante do ano passado foi o acordo firmado entre o Banco do Brasil e o Grupo Segurador Espanhol Mapfre.

O objetivo é formar aliança estratégica para o desenvolvimento, no mercado brasileiro, dos negócios de seguros de riscos, nos segmentos de pessoas, ramos elementares e automóveis. Para 2010, a Aliança do Brasil prevê um ano muito favorável ao mercado segurador brasileiro, alavancado pela estabilidade econômica, pela melhor distribuição da renda nacional e pela iniciativa do Governo Federal de estimular a comercialização do microsseguro.

 

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