Lucro líquido da Mapfre cresce 44%

Por Denise Bueno em 30/08/2010

mapfreA Mapfre Seguros, sócia do Banco do Brasil e uma das maiores seguradoras do Brasil, obteve lucro de R$ 236,3 milhões (antes dos impostos e participações) no primeiro semestre deste ano, crescimento de 41,9% em relação ao mesmo período do exercício anterior. O lucro líquido atingiu R$ 140,5 milhões, incremento de 44%. Segundo nota da seguradora, o resultado indica crescimento de praticamente todos os segmentos em que a empresa atua, com aumento de market share em todas as carteiras.

Os ativos totais da empresa totalizaram R$ 7,339 bilhões, resultando em um aumento de 13,2%, e o faturamento em prêmios obtidos com seguro atingiu a cifra de R$ 2,062 bilhões. As provisões técnicas acompanharam o ritmo de crescimento da companhia e se expandiram em 14,7%, para R$ 4,538 bilhões e as receitas totais atingiram a marca de R$ 2,214 bilhões, valor 4,8% maior quando comparado ao mesmo período do ano anterior.

As despesas administrativas da companhia mantiveram-se no mesmo patamar de 2009, representando 11% sobre a somatória dos prêmios retidos, rendas de contribuições retidas e capitalização. O patrimônio líquido da empresa aumentou 8,5%, atingindo a significativa marca de R$ 1,612 bilhão. O índice combinado ficou em 94,1%.

Para o presidente da companhia, Antonio Cássio dos Santos, “a atuação segmentada e baseada em multiprodutos, os investimentos feitos para o fortalecimento do relacionamento com o cliente e a incorporação de novos serviços e produtos, além do crescimento da rede de atendimento e a ampliação do número de corretores parceiros são algumas das estratégias adotadas pela companhia que proporcionaram o resultado significativamente positivo”, comenta.

 

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BB e OdontoPrev anunciam parceria

Por Denise Bueno em 19/08/2010

42-20916735Depois de quase dois anos de estudos, o Banco do Brasil, por meio de sua subsidiária integral BB Seguros Participações, resolveu mais uma etapa do seu processo de reestruturação da área de seguridade. Anunciou um acordo com a OdontoPrev, a maior do setor de planos odontológico, negociada em bolsa, da qual o Bradesco detém pouco mais de 43,5%. A expectativa e vender planos por R$ 9,90 por mes e elevar a participacao das vendas no Brasil de 7% para um patamar mais proximo dos EUA, onde 70% da populacao tem plano dental.

A única pendência do BB na área agora é fechar a compra de uma fatia no IRB Brasil Re, maior ressegurador do país. Já foram negociadas as parcerias com a Mapfre em ramos elementares e vida, com a Icatu em capitalização, e Principal em previdência.

Segundo Paulo Rogério Cafarelli, vice-presidente de novos negócios do BB e presidente do Conselho de Administração do IRB, falta apenas a conclusão do estudo sobre o preço do ressegurador para a conclusão do negócio que envolverá entre 20 e 40% do capital da empresa que tem o Tesouro e as seguradoras Bradesco e Itáu entre os principais acionistas.

“Essa parceria mostra uma mudança na nossa estratégia para a área de saúde. Vamos atuar agora com foco específico na área dental e a nossa expectativa é de que a sinergia entre a oferta de serviços e o canal bancário pode ter um grande êxito. A nossa grande capilaridade vai nos permitir ser um dos grandes colocadores de planos odontológicos no país”, avalia Caffarelli.

O memorando de entendimentos assinado nesta quinta-feira, sem efeito vinculante, diz que parceria estratégica entre BB e Odontroprev envolve estudos para a criação de empresa, com participação de 75% da BB Seguros e de 25% da OdontoPrev em seu capital social. Além disso, a parceria prevê que a BB Seguros terá participação indireta de 10% do capital social total da OdontoPrev, por intermédio de uma holding a ser constituída pela própria BB Seguros, Bradesco Seguros e Previdência e a ZNT Paticipações.

Pelo acordo, os canais de distribuição do BB serão utilizados pelo prazo de 10 anos e em caráter de exclusividade na comercialização de produtos do ramo odontológico provenientes da parceria estratégica. Está prevista, tembém, a distribuição exclusiva para os funcionários do BB, e seus dependentes, e seus mais de 53 milhões de clientes. A concretização da operação depende, ainda, de estudos a serem realizados pelas companhias envolvidas, da celebração dos contratos definitivos e da aprovação pelos órgãos competentes das partes envolvidas e das autoridades governamentais aplicáveis.

“Além de criar, juntamente com o Bradesco, um canal de distribuição único no Brasil, a associação com o Banco do Brasil fortalece o compromisso da companhia, de seus acionistas, colaboradores e de seus controladores em construir uma operação de classe mundial e uma das líderes do segmento no mundo”, comentou o diretor-presidente da OdontoPrev, Randal Zanetti, em nota divulgada

O mercado de seguro odontológico está inserido no setor de saúde suplementar e é regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Com 463 operadoras ativas, segundo dados mais recentes, o segmento de planos odontológicos no Brasil está em processo de consolidação com penetração de 30,8% com relação aos associados a planos médico-hospitalares e cerca de 6,9% da população total. De acordo com a ANS, o setor de planos odontológicos apresentou crescimento de 18,8% no primeiro trimestre deste ano se comparado com o mesmo período de 2009, atingindo 13,4 milhões de beneficiários. No período de 2002 a março de 2010, a taxa média anual de crescimento do setor de planos odontológicos foi de 19,0%.

 

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SulAmérica fica com fatia do BB na Brasilsaúde

Por Denise Bueno em 20/05/2010

sulamerica1Veja a íntegra do comunicado enviado aos jornalistas:

A SulAmérica Seguros e Previdência adquiriu, por meio de sua controlada Sul América Seguro Saúde, a participação de 49,92% que o Banco do Brasil detinha na Brasilsaúde. O contrato de compra e venda de ações firmado hoje estabelece que a SulAmérica pagará R$ 28,4 milhões por esta aquisição, correspondendo a 1.2 vezes o valor patrimonial da Brasilsaúde.

O acordo encerra a associação entre a SulAmérica e o Banco do Brasil nos segmentos de seguro saúde e odontológico. Sua conclusão depende, ainda, de aprovação pelas autoridades regulatórias competentes. “A aquisição da totalidade das operações da Brasilsaúde reforça a posição da SulAmérica nos segmentos de seguro saúde e odontológico, nossa carteira consolidada atinge a marca de 1,8 milhão de membros”, afirma o presidente da companhia, Thomaz Cabral de Menezes.

“Este é um mercado que apresenta um grande potencial de crescimento e nós acreditamos que a SulAmérica está muito bem posicionada para aproveitar as oportunidades que certamente se apresentarão”, complementa Menezes.

O executivo fez questão de salientar que a operação em nada modificará as condições previstas nas apólices emitidas pela Brasilsaúde em favor de seus segurados e tampouco seu relacionamento com sua rede de prestadores de serviços médicos e odontológicos e corretores de seguros. Segundo a companhia, todas as suas demais operações nas áreas de saúde, automóveis, ramos elementares, vida, previdência e gestão de ativos, seguem sem qualquer alteração.

 

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Seguridade representa 15% do lucro do BB

Por Denise Bueno em 14/05/2010

bb-segurosO área de seguridade do Banco do Brasil (BB) participou com 15,2% do lucro líquido de R$ 2,35 bilhões divulgado ontem pela maior banco do País. O resultado do banco apresentou alta de 41,2% em relação a igual período do ano passado, estimulado principalmente pelo crédito. Considenrado-se efeitos extraordinários, como a venda da participação na Visa Internacional, reversão de passivos trabalhistas, planos econômicos e efeitos fiscais, o lucro líquido do trimestre fica em R$ 1,97 bilhão.

O objetivo do BB é elevar para 24% até 2012 a participação das operações de seguros, em parceria com a Mapfre, previdência em parceria com a Principal e em capitalização, tendo a Icatu como sócia estratégica. Para isso, o grupo finaliza a reestruturação iniciada há dois anos, faltando apenas a parte burocrática com a Icatu e o levantamento do preço do IRB Brasil Re para definir a compra da parte do Tesouro Nacional no ressegurador.

Com a casa em ordem no que diz respeito a seguridade, o próximo passo é avançar para a internacionalização da operação de seguros, que seguirá os passos dos banco, que acaba de adquirir o Banco Patagonia, na Argentina. A Mapfre, que é a maior seguradora da América Latina, agregará know how para o avanço do BB no mercado internacional.

 

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Mapfre registra o maior lucro da sua história

Por Denise Bueno em 25/02/2010

cassioA Mapfre Seguros, subsidiária do maior grupo segurador da Espanha e sexto maior do Brasil, registrou lucro líquido de R$ 190 milhões em 2009, 10% acima do resultado do ano anterior. O lucro bruto chegou a R$ 364,4 milhões em 2009, alta de 29,4% se comparado ao ano anterior. O faturamento totalizou R$ 4,4 bilhões, alta de 19,8%. O resultado da subsidiária brasileira foi comentado no balanço mundial do grupo por apresentar forte expansão e também pela importante parceria anunciada com o Banco do Brasil para venda de seguro gerais, ainda sem previsão para ser finalizada.

Os ativos totais consolidados cresceram 18%, para R$ 7,1 bilhões, e o patrimônio líquido evoluiu 9,1%, para R$ 1,6 bilhão. As provisões técnicas de seguros e previdência complementar cresceram 19,1%, encerrando 2009 com R$ 4,2 bilhões. O índice de sinistralidade geral apresentou ligeira alta, encerrando o ano com 53,8%. O índice combinado ficou estável em 97,5%. Para compensar os dois indicadores, a seguradora buscou otimizar seus custos, obtendo redução de 10,8% no índice de despesa administrativa, para 10,4% dos prêmios ganhos.

Para Antonio Cássio dos Santos, presidente do grupo Mapfre no Brasil, apesar dos percalços da crise financeira o resultado da companhia superou as expectativas graças a maior penetração de seguros em regiões rentáveis e que ficaram livres dos prejuízos causados pelas chuvas.

O impacto maior do cenário de 2009 na indústria de seguros foi sentido, principalmente, na carteira de transportes, com o aumento do índice de roubo, e também do seguro de crédito interno, em decorrência da inadimplência de empresas. “O país também foi afetado por fenômenos climáticos que resultaram num incremento de sinistros nas carteiras de auto e residencial nas regiões Sudeste e Sul”, comenta na nota divulgada.

 

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Principal destaca Brasil em balanço mundial

Por Denise Bueno em 09/02/2010

A Principal, que no Brasil é sócia do Banco do Brasil em previdência e também tem uma empresa independente de administração de recursos (asset), divulgou ontem lucro líquido de US$ 589,7 milhões em 2009, acima dos US$ 425,1 milhões registrados em 2008. O faturamento recuou para US$ 9,3 bilhões, comparado com os US$ 10,7 bilhões de 2008. O Brasil foi destacado no balanço do grupo, tanto pelos ganhos obtidos com as aplicações financeiras no Brasil, como pela renovação do contrato de parceria com o Banco do Brasil em previdência pelo período de 23 anos.

 

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Lucro da Aliança do Brasil cresce 27,5%

Por Denise Bueno em 05/02/2010

bb-aliancaA Companhia de Seguros Aliança do Brasil, empresa do Banco do Brasil, obteve lucro líquido de R$ 316 milhões em 2009, 27,5% superior ao registrado em 2008. A produção de prêmios emitidos líquidos foi de R$ 2,2 bilhões, incremento de 25,8% sobre o ano anterior. No ano, a Aliança vendeu 2,2 milhões de seguros novos, elevando sua base de clientes a mais de 9,5 milhões de pessoas. Desconsiderada a venda de imóveis ocorrida no primeiro semestre de 2008, o incremento do resultado final da Aliança, em 2009, foi superior a 50%, informa nota divulgada pelo grupo.

De 2008 para 2009, houve uma melhora na eficiência com operações relacionadas à produção de seguros. Isso pode ser observado pela evolução do Índice Combinado, que passou de 83,2% para 80,5%, bem como pelo Índice Ampliado, que variou de 79,8% para 75,5%.

No primeiro semestre de 2009, a empresa lançou o BB Proteção, seguro de acidentes pessoais oferecido por módulos, de acordo com o perfil do cliente, a preços reduzidos. Em novembro, numa campanha especial feita com o Banco do Brasil, obteve uma resposta excepcional: 600 mil apólices vendidas em apenas dois dias.

No ano passado, 11% da área plantada no Brasil contou com proteção do BB Seguro Agrícola. Este desempenho consolidou a Aliança do Brasil na liderança do segmento de seguros rurais, com participação de 63% de todo o mercado e 83% em grãos.

Após a autorização da Susep, o Banco do Brasil também concluiu, no primeiro semestre de 2009, a aquisição das ações pertencentes à Companhia de Participações Aliança da Bahia, tornando-se o único acionista da Aliança do Brasil. Outro fato marcante do ano passado foi o acordo firmado entre o Banco do Brasil e o Grupo Segurador Espanhol Mapfre.

O objetivo é formar aliança estratégica para o desenvolvimento, no mercado brasileiro, dos negócios de seguros de riscos, nos segmentos de pessoas, ramos elementares e automóveis. Para 2010, a Aliança do Brasil prevê um ano muito favorável ao mercado segurador brasileiro, alavancado pela estabilidade econômica, pela melhor distribuição da renda nacional e pela iniciativa do Governo Federal de estimular a comercialização do microsseguro.

 

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Área internacional puxa resultados da Mapfre

Por Denise Bueno em 29/10/2009

O grupo espanhol Mapfre registrou resultado líquido de 743,4 milhões de euros, melhora de 4% no acumulado do ano até setembro. O faturamento do grupo evolui 10%, para 14,3 bilhões de euros. Os prêmios tiveram elevação de 11,6%, para 11,9 bilhões de euros. As operações internacionais continuam puxando a boa performance do grupo espanhol, com alta de 26%, para 6,2 bilhões.

A área internacional já representa 50% dos prêmios totais e 32% do lucro. Este percentual deverá aumentar substanciamente no que diz respeito ao Brasil, onde o grupo negociou uma parceria com o Banco do Brasil para a venda de seguros de ramos elementares e vida. Esta operação está prevista para ter início em 2010.

Na Espanha, que enfrenta recessão e um alto índice de desemprego, a Mapfre informou que registrou incremento na venda de seguro de vida e um abrandamento da queda dos prêmios no terceiro trimestre comparado ao trimestre anterior.

 

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BB projeta previdência em R$ 1 trilhão em 2020

Por Denise Bueno em 28/10/2009

brasilprevO Banco do Brasil quer ter 15% do mercado de previdência privada aberta em 2020, quando as reservas deste setor devem atingir R$ 1 trilhão, disse Paulo Cafarelli, vice-presidente do Banco do Brasil em entrevista coletiva nesta tarde em Brasília. Atualmente, as reservas de previdência privada aberta somam aproximadamente R$ 170 bilhões, segundo dados de agosto deste ano.

Por este cenário tão promissor, a instituição renovou a parceria que tem com a americana Principal Financial na área de previdência privada há dez anos na BrasilPrev, terceira maior companhia de previdência privada do Brasil, com R$ 25 bilhões em ativos sob gestão e mais de 2 milhões de planos.

“Esta é a nossa terceira movimentação no segmento de seguridade neste ano, onde queremos elevar de 10% para 25% nossa participação”, acrescentou Cafarelli. A primeira movimentação foi encerrar a parceria com a SulAmérica na Brasilveículos, seguradora especializada em seguros de carros, substituindo-a pela espanhola Mapfre Seguros.

A segunda ação foi fazer uma oferta para comprar uma participação no IRB Brasil Re. No ano passado, o BB comprou da Aliança da Bahia a participação que a seguradora baiana detinha na Aliança do Brasil, uma seguradora dedicada a seguro de vida e ramos elementares até então.

Segundo informou o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, o BB comprará uma parte das ações preferenciais da Principal e depois de adquirir a participação do Sebrae na Brasilprev a venderá para o parceiro americano. Em comunicado ao mercado, a BB Seguros e a Principal informam ainda que têm interesse mútuo na transferência integral para a Brasilprev das carteiras de previdência privada hoje comercializada pela Mapfre Nossa Caixa Vida e Previdência.

A Brasilprev encerrou o ano de 2008 com lucro líquido de R$ 195,5 milhões, 6,2% acima do resultado registrado em 2007. No fechamento do primeiro semestre de 2009, o lucro líquido da Brasilprev foi R$ 115,6 milhões, crescimento de 22,5% em comparação ao mesmo período do ano passado. A Principal é responsável pela gestão de ativos que superam os US$ 257,7 bilhões e está presente em 11 países, atendendo mais de 19 milhões de clientes pessoas físicas e jurídicas em todo o mundo.

 

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Principal fica no BB com exclusividade por 23 anos

Por Denise Bueno em 28/10/2009

Dando continuidade ao processo de reorganização societária da área de seguros, a BB Seguros Participações (“BB Seguros”), subsidiária integral do Banco do Brasil, e a Principal Financial Group (“Principal”) divulgaram a linha mestra da negociação da parceria de dez anos, renovadas agora por mais 23 anos, com direito a exclusividade de oferta de produtos na rede do banco.

Segundo o comunicado, o BB Seguros elevará sua participação no capital total da empresa de 49,99% para 74,99%. O aumento se dará por ações preferenciais da BB Seguros. Como condição à implementação da revisão da atual estrutura societária, a Principal, que possui 46,01% do capital social total da BrasilPrev, pretende adquirir a participação de 4% detida pelo Serviço Brasileiro de Apoio as Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) na companhia.

No Fato Relevante encaminhado à Bolsa de Valores de São Paulo, o BB e a Principal informam, ainda, que é de interesse comum o início de negociações visando a compra das carteiras de previdência privada comercializadas pela Mapfre Nossa Caixa.

Estarão sujeitos à prévia análise e aprovação dos respectivos órgãos reguladores, supervisores e fiscalizadores os atos que sejam necessários. Hoje, o presidente do Banco do Brasil, Aldemir Bendine, e o presidente do Principal Financial Group, Larry Donald Zimpleman, concedem coletiva de imprensa em Brasília sobre a nova configuração da parceria para a comercialização de produtos de previdência privada aberta no Brasil.

Se avançar o ocordo, será a seguinte a composição societária dos grupos na BrasilPrev:
Atual Futura
Acoes ON Acoes ON Acoes PN Capital Total
BB Seguros 49,99% 49,99% 100,00% 74,995%
Principal 46,01% 50,01% – 25,005%
Sebrae 4,00% – – -

 

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