SulAmérica lucra R$ 188,4 milhões no semestre
Por Denise Bueno em 13/08/2009
A SulAmérica divulgou lucro líquido de R$ 188,4 milhões no primeiro semestre deste ano, alta de 9,5%, recorrentes, em relação ao mesmo semestre do ano passado. A rentabilidade do patrimônio anualizada foi de 14%. A receita em prêmios de seguros chegou a R$ 4,1 bilhões, evolução de 12,8% na comparação com o primeiro semestre de 2008.
Os prêmios de seguro saúde – principal carteira da companhia com 50,7% do total de prêmios de seguros – aumentaram 9% no segundo trimestre alcançando R$1,1 bilhão, graças ao crescimento de 16,1% na carteira de seguro saúde grupal, cujo destaque foram as vendas para o segmento de pequenas e médias empresas, que registraram incremento de 21,8%. Os planos odontológicos tiveram evolução de 36%.
Na segunda maior carteira da companhia, a de seguro de automóveis, com 34,1% do total de prêmios de seguros, a receita cresceu 22,5% no segundo trimestre de 2009 ante ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a R$ 733,8 milhões. “O crescimento desta carteira reflete a reação positiva do mercado de automóveis às medidas de incentivo adotadas pelo governo, como a manutenção da redução da alíquota de IPI incidente sobre os veículos novos e redução na taxa básica de juros”, informou na nota o vice-presidente Corporativo e de Relações com Investidores da SulAmérica, Arthur Farme d’ Amoed Neto (foto).
A sinistralidade total da companhia no segundo trimestre foi de 76,5%. Na indústria de seguros, índice de sinistralidade significa o percentual de prêmios que é utilizado para pagar sinistros. No acumulado do semestre este índice foi de 74,4%. O índice combinado chegou a 101,1% no segundo trimestre, com aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2008. No acumulado do primeiro semestre este índice ficou em 99,5%. E o resultado dos investimentos totalizou R$ 172,4 milhões no segundo trimestre com rentabilidade equivalente a 119,5% do CDI.
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Lucro da Porto Seguro fica estável no semestre
Por Denise Bueno em 10/08/2009
A Porto Seguro registrou lucro líquido de R$ 136 milhões no primeiro semestre, praticamente estável em relação ao mesmo período do ano passado. No segundo trimestre, a queda de 27,5% no lucro líquido, para R$ 67 milhões, foi decorrente do aumento de 1,5 ponto percentual no índice de sinistralidade total; da queda de 12,5% no resultado financeiro em função da queda da taxa básica de juros; e do aumento de 0,5 ponto percentual no índice de despesas de comercialização, principalmente pelo investimento em campanhas de vendas de seguros.
“No primeiro semestre de 2009 tivemos um ambiente de recuo da economia brasileira e a manutenção de forte concorrência, principalmente no produto automóvel. Embora o ambiente de negócios tenha sido adverso, os prêmios totais cresceram 10,1% no semestre, para R$ 2,5 bilhões, e os prêmios do produto automóvel cresceram 8,1%”, informa a seguradora.
O retorno sobre o patrimônio ficou em 13,5% e o índice combinado ultrapassou 100%, para 100,6%. No entanto, quando considerado o ganho financeiro, o índice combinado ampliado recua para 90,5%. O índice de sinistralidade aumentou 1,5 ponto percentual, para 58,6%, principalmente em decorrência do maior índice na Azul Seguros, que foi impactado, principalmente, pela maior freqüência de roubo e furto; da maior sinistralidade na carteira de seguros de pessoas, devido, principalmente, ao aumento da freqüência e da severidade.
Os prêmios da carteira de automóveis da Porto Seguro atingiram R$ 1,2 bilhão no semestre, 5,6% maior que no mesmo período do ano passado. Segundo o grupo, o aumento decorre, principalmente, do crescimento de 11,8% na quantidade de itens emitidos, parcialmente compensado pela redução de 5,6% no prêmio médio.
A frota de veículos segurados atingiu 1,6 milhão em junho de 2009 em relação aos 1,5 milhão em junho de 2008.
Na Azul, os prêmios de automóveis atingiram R$ 322,1 milhões, 19,7% maior, com aumento de 15,7% na quantidade de itens emitidos e do aumento de 3,5% no prêmio médio. A frota de veículos segurados aumentou 32,1%, atingindo 555 mil.
Segundo os executivos do grupo, com os sinais de recuperação da economia brasileira no segundo trimestre, o grupo acredita na continuidade da expansão dos nossos negócios. “Ratificamos a nossa orientação estratégica de compromisso com a qualidade dos nossos produtos e serviços e na busca contínua pela excelência no atendimento”.
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AIG retorna ao lucro no 2º trimestre
Por Denise Bueno em 10/08/2009
A AIG, que ja recebeu US$ 180 bilhões do governo americano, obteve lucro líquido de US$ 1,82 bilhão no segundo trimestre deste ano, saindo do prejuízo líquido de US$ 5,36 bilhões anunciado no mesmo período do ano passado. Esse foi o primeiro lucro do grupo em seis trimestres. No primeiro semestre, a empresa registrou prejuízo de US$ 2,531 bilhões, menor do que os US$ 13,162 bilhões perdidos nos seis primeiros meses do ano passado. A receita saltou 48%, para US$ 29,5 bilhões no trimestre. O resultado é fruto da reestruturação do grupo, informa nota da companhia. Neste ano, a AIG ainda espera levantar US$ 8 bilhões com a venda de ativos. No Brasil, o grupo passou a chamar-se Chartis do Brasil.
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Marsh destaca AL no resultado do semestre
Por Denise Bueno em 05/08/2009
O grupo Marsh & McLennan Companies (MMC), dono de uma das maiores corretoras de seguros do mundo, divulgou perdas de US$ 193 milhões no segundo trimestre deste ano. No mesmo período de 2008, o grupo divulgou ganhos de US$ 65 milhões. No acumulado do primeiro semestre, a perda registrada foi de US$ 17 milhões, comparada a um prejuízo de US$ 145 milhões no mesmo período do ano passado. O fraco desempenho, segundo nota do grupo, foi atribuído a perdas com investimentos e com a divisão Kroll, especializada em segurança. O faturamento também recuou 13%, para US$ 2,6 bilhões.
A América Latina, onde o Brasil tem forte presença, foi o destaque em termos de faturamento para a divisão de seguros e resseguros. Os negócios da Marsh neste segmento cresceram 9% na América Latina, enquanto na Ásia se manteve estável e em outros países registrou queda. O faturamento total do MMC com seguros e resseguros caiu 7%, aos US$ 1,1 bilhão no segundo trimestre e aos US$ 2,7 bilhões no semestre. Segundo comentou o CEO Brian Duperreault, a MMC “obteve uma boa performance no trimestre no que se refere a seguro e resseguro”.
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Bradesco fatura R$ 11 bilhões no 1º semestre
Por Denise Bueno em 05/08/2009
O Grupo Bradesco de Seguros e Previdência abre a safra de balanços de seguradoras no Brasil demostrando uma tendência esperada pelos analistas: a queda da lucratividade em razão do recuo da taxa de juros e da alta da sinistralidade. O lucro líquido totalizou R$ 1,28 bilhão, recuo de 12%. O ganho do grupo tem expressiva participação no resultado do banco, representando 36% dos R$ 4 bilhões de lucro líquido obtido pelo banco Bradesco. A rentabilidade sobre o patrimônio chegou a 29,15%.
O grupo faturou R$ 11,608 bilhões no primeiro semestre de 2009 nos segmentos de seguro, capitalização e previdência complementar aberta, evolução de 4,36% em relação aos R$ 11,123 bilhões totalizados no mesmo período de 2008. O ramo saúde registrou evolução de 18,01%; vida de 11,64%; capitalizãção de 14,87% e as vendas de seguro de carro e ramos elementares evoluíram 7,92%.
Segundo nota do grupo, o total pago em indenizações e benefícios atingiu R$ 8,705 bilhões, 15,57% a mais que os R$ 7,532 bilhões registrados no primeiro semestre de 2008. O grupo encerrou o semestre com 29,178 milhões de clientes entre segurados, participantes de planos de previdência complementar aberta e portadores de títulos de capitalização, evolução de 12,04% em relação a 2008.
O volume de provisões técnicas alcançou R$ 68,828 bilhões, o que corresponde a 32,75% das reservas do mercado segurador nacional, conforme informações da Susep consolidadas até maio. Os ativos financeiros passaram de R$ 70,795 bilhões, em junho de 2008, para R$ 76,451 bilhões em junho de 2009.
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Willis eleva faturamento no semestre
Por Denise Bueno em 31/07/2009
A Willis, terceira maior corretora de seguros do mundo, faturou US$ 1,6 bilhão no primeiro semestre deste ano, acima dos US$ 1,4 bilhão do mesmo período do ano passado, em comissões e fees. O crescimento orgânico registrado foi de 1%. O lucro líquido subiu de US$ 205 milhões para US$ 280 milhões no período analisado. O lucro operacional saiu dos US$ 302 milhões para US$ 439 milhões, segundo comunicado divulgado pela corretora.
Joe Plumeri, presidente e CEO da Willis, creditou o bom desempenho as operações internacionais do grupo, que compensaram os impactos negativos da recessão nas economias dos Estados Unidos, Reino Unido e Irlanda. Enquanto os negócios internacionais evoluíram 5%, na América do Norte declinaram 8%. Os melhores desempenhos foram registrados na Espanha, Rússia, Polônia, Venezuela e Argentina.
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ACE mantém faturamento estável no semestre
Por Denise Bueno em 29/07/2009
O grupo ACE registrou prêmio líquido de US$ 6,8 bilhões no primeiro semestre deste ano, ligeira alta diante dos US$ 6,7 bilhões do mesmo período anterior. Deste valor, os prêmios captados na América do Norte totalizam US$ 2,8 bilhões e US$ 2,5 bilhões com negócios internacionais. Resseguro gerou prêmios de US$ 688 milhões e seguro de vida de US$ 713 milhões.
O lucro líquido do semestre se manteve estável em US$ 1,1 bilhão. O valor de mercado do grupo evoluiu 12%, para US$ 16,6 bilhões, com ganhos sobre investimentos não realizados de US$ 1,2 bilhão. No resultado do segundo trimestre, a ACE registrou queda de 27% no lucro líquido. Segundo nota do grupo, o fraco desempenho foi acarretado pelo declínio da venda de apólices e realização de perdas com investimentos.
“Tivemos um ótimo segundo trimestre e um excelente primeiro semestre, com evolução de 12% em nosso valor de mercado no trimestre ou 14% no semestre”, disse Evan Greenberg, CEO da ACE. Segundo comentou em nota, o grupo está bem posicionado para crescer em um cenário de fraco crescimento das economias mundiais.
O balanço completo pode ser acessado no site www.acelimited.com
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PartnerRe lucra US$ 615,8 milhões no semestre
Por Denise Bueno em 29/07/2009
A resseguradora PartnerRe divulgou ontem lucro líquido de US$ 615,8 milhões no primeiro semestre deste ano, incluindo ganhos extraordinários, resultado bem acima dos US$ 103 milhões do mesmo período do ano anterior. O lucro operacional deste primeiro semestre chegou a US$ 335 milhões, 13% melhor do que os US$ 294 milhões do mesmo período de 2008. Os prêmios líquidos recuaram de US$ 1,86 bilhão para US$ 1,7 bilhão. O índice combinado registrou melhora de quase quatro pontos, passando de 89% para 85,3%.
Patrick Thiele, CEO e presidente da PartnerRe, comemorou o desempenho do grupo em comunicado, destacando o retorno sobre o patrimônio de 18%. O patrimônio líquido em junho totalizou US$ 4,8 bilhões, acima dos US$ 4,2 bilhões de junho de 2008. Segundo ele, tanto o desempenho das operações de resseguros como da retomada do mercado acionário contribuíram para o resultado do grupo no período. Ele também citou as renovações de contratos realizadas no início de julho, que comprovaram a melhora do cenário do setor, com incremento de 11% na carteira. Outro destaque do balanço semestral do grupo foi a compra da Paris Re, por aproximadamente US$ 1,7 bilhão.
O balanço completo do grupo, autorizado a operar no Brasil, pode ser acessado no www.partnerre.com
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XL registra queda nas vendas
Por Denise Bueno em 29/07/2009
O balanço financeiro divulgado ontem pela XL Capital mostra que a companhia continuou perdendo mercado no primeiro semestre do ano, com prêmios brutos de US$ 3,3 bilhões, abaixo dos US$ 4,3 bilhões do mesmo período do ano anterior. O resultado final, no entanto, voltou a ser positivo, com lucro líquido de US$ 258,3 milhões. No primeiro semestre de 2008, a XL havia divulgado ganho de US$ 449,7 milhões, porém no ano completo de 2008 a perda superou US$ 2,5 bilhões.
Segundo informações da XL, boa parte da redução do lucro veio de perdas de US$ 142 milhões com a variação cambial. O índice combinado subiu de 91,6% para 93% em junho deste ano. O retorno sobre o capital caiu de 13% para 11%. O patrimônio líquido subiu de US$ 6,1 bilhões para US$ 7,4 bilhões, segundo nota divulgada pelo grupo XL, que no Brasil tem parceria com o Itaú na Itaú XL Seguros Corporativos.
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Resultado da Chubb surpreende analistas
Por Denise Bueno em 24/07/2009
A Chubb surpreendeu os analistas ao publicar lucro líquido do segundo trimestre acima das expectativas. Segundo balanço divulgado ontem, o grupo americano lucrou US$ 551 milhões no segundo trimestre do ano, 18% acima dos US$ 469 milhões do mesmo período do ano passado. No acumulado do ano, o lucro líquido ficou em US$ 892 milhões, abaixo de US$ 1,1 bilhão obtido no primeiro semestre de 2008.
Os prêmios recuaram diante da recessão econômica, para US$ 5,6 bilhões no semestre. Em linhas pessoais, o volume de prêmios declinou 5%, sendo em residência 5%, automóveis 9% e outras linhas pessoais 2%. Nas linhas comerciais, o faturamento recuou 7%, em riscos especiais 6%, em resposabilidade civil 7% e seguros de garantia ficaram estáveis.
O lucro operacional no primeiro semestre chegou a US$ 1 bilhão, pouco abaixo de US$ 1,1 bilhão do mesmo período do ano anterior. O índice combinado passou de 86,2% para 87%. Em nota, John Finnegan, presidente e CEO da Chubb, ressaltou o bom desempenho do grupo em um momento de tantos desafios nas economias mundiais e mostrou otimismo com o desempenho do grupo neste ano ao rever a meta de lucro operacional das ações de US$ 5,20 para US$ 5,50.
As perspectivas para as seguradoras americanas são boas, uma vez que os indicadores americamos mostram a retomada de dois importantes nichos, o de veículos e também de imóveis. Nos Estados Unidos, a venda de imóveis usados em junho cresceu 3,6%, o dobro do esperado pelos analistas. Ao mesmo tempo, o número de pedidos de seguro-desemprego no país cresceu menos do que o previsto pelo mercado. Em automóveis, praticamente todas as montadoras já fizeram reestruturação e começam um movimento de retomada, que surtirá efeitos em 2010.
Para ajudar o setor a ter efeitos mais imediatos ainda neste ano, o governo dos EUA lançará uma campanha publicitária de US$ 10 milhões para promover a troca do carro velho, que será anunciada na segunda-feira, em Washington, segundo informam as agências internacionais. Com o slogan Dinheiro por ferro-velho, o programa conta com recursos de US$ 1 bilhão em fundos federais. Os proprietários de veículos de elevado consumo de gasolina elegíveis ao programa vão receber um crédito se entregarem o veículo e comprarem ou arrendarem um mais novo, de consumo de combustível mais eficiente.
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