Área internacional puxa resultados da Mapfre

Por Denise Bueno em 29/10/2009

O grupo espanhol Mapfre registrou resultado líquido de 743,4 milhões de euros, melhora de 4% no acumulado do ano até setembro. O faturamento do grupo evolui 10%, para 14,3 bilhões de euros. Os prêmios tiveram elevação de 11,6%, para 11,9 bilhões de euros. As operações internacionais continuam puxando a boa performance do grupo espanhol, com alta de 26%, para 6,2 bilhões.

A área internacional já representa 50% dos prêmios totais e 32% do lucro. Este percentual deverá aumentar substanciamente no que diz respeito ao Brasil, onde o grupo negociou uma parceria com o Banco do Brasil para a venda de seguros de ramos elementares e vida. Esta operação está prevista para ter início em 2010.

Na Espanha, que enfrenta recessão e um alto índice de desemprego, a Mapfre informou que registrou incremento na venda de seguro de vida e um abrandamento da queda dos prêmios no terceiro trimestre comparado ao trimestre anterior.

 

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ACE eleva ganho para US$ 494 milhões

Por Denise Bueno em 29/10/2009

O grupo ACE Limited lucrou US$ 494 milhões no terceiro trimestre deste ano, ou US$ 1,46 por ação, comparado com US$ 0,16 por ação em mesmo período do ano anterior. Um incremento de 813%, informa a companhia em seu balanço. No acumulado do ano até setembro, o lucro evoluiu 36%, para US$ 1,6 bilhão. Os prêmios líquido registraram queda de 4% no terceiro trimestre e de 2% no acumulado do ano, para US$ 14,6 bilhões.

Assim como seus concorrentes, o presidente e CEO Evan G. Greenberg destacou em nota o incremento de 13 % no valor de mercado da companhia em seu balanço do terceiro trimestre do ano, para US$ 4,3 bilhões em setembro. O retorno sobre o patrimônio chegou a 15,9% e o índice combinado ficou em 88%.

 

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Liberty lucra US$ 265 milhões no terceiro trimestre

Por Denise Bueno em 29/10/2009

O Grupo Liberty Mutual obteve lucro líquido de US$ 265 milhões no terceiro trimestre do ano, acima dos US$ 259 milhões divulgados no mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano, o ganho foi de US$ 567 milhões.

Segundo Edmund F. Kelly, presidente e CEO, os resultados de terceiro trimestre foram beneficiados pela melhora dos mercados acionários e também pelas condições climáticas, numa safra de furacões menos violenta e com menos perdas do que a registrada no ano passado.

O faturamento da Liberty ficou em US$ 7,9 bilhões no trimestre, alta de 15% comparado ao mesmo período do ano anterior, e em US$ 23,1 bilhões no acumulado do ano, avanço de 11,8% até setembro. Os prêmios líquidos somaram US$ 7,2 bilhões no trimestre e US$ 21,1 bilhões no ano.

 

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XL Capital reduz perdas

Por Denise Bueno em 29/10/2009

O grupo XL saiu de um prejuízo US$ 1,6 bilhão registrado no terceiro trimestre do ano passado para um lucro de US$ 11,4 milhões no período de julho a setembro deste ano. No acumulado de nove meses, o resultado saiu da perda de US$ 1,1 bilhão para ganho de US$ 246 milhões. O lucro operacional no trimestre ficou positivo em US$ 306 milhões, comparado a uma perda de US$ 107,7 milhões de mesmo período anterior. O índice combinado saiu de 106,3% para 93,2%.

O faturamento apresentou declínio em razão da recessão e também pela reestruturação que o grupo enfrentou para equilibrar suas finanças. No terceiro trimestre deste ano, a XL movimentou prêmios ganhos de US$ 1,2 bilhão, sendo US$ 905 milhões com seguros e US$ 388,5 milhões com resseguro. No mesmo período do ano passado, os prêmios chegaram a US$ 1,5 bilhão. No acumulado do ano, o faturamento total da XL chegou a US$ 4,5 bilhões, cerca de US$ 1 bilhão menor, sendo US$ 3,8 bilhões em prêmios ganhos.

O CEO Mike McGavick comentou em nota divulgada à imprensa que o grupo vem perseguindo uma política de subscrição rígida, bem como seguindo uma gestão eficiente de custos para enfrentar as dificuldades trazidas pela crise. A recessão é um dos pontos destacados no balanço, por reduzir os volumes segurados. “No terceiro trimester tivemos um crescimento recorde de 26% em nossas no valor de nossas ações e de 30% em nosso valor de mercado. O patrimônio evoluiu de US$ 7,5 bilhões para US$ 9,2 bilhões”, comentou.

 

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Willis lucra US$ 357 milhões até setembro

Por Denise Bueno em 28/10/2009

images15O grupo Willis, dono da terceira maior corretora de seguros e resseguros do mundo, divulgou lucro líquido de US$ 357 milhões no acumulado do ano até setembro, acima dos US$ 241 milhões do mesmo período do ano anterior. Os resultados foram afetados pela aquisição da Hilb Rogal & Hobbs Company, destaca o grupo em nota divulgada à imprensa.

As receitas totais nos nove primeiros meses do ano somaram US$ 2,4 bilhões, acima dos US$ 2 bilhões do ano passado, um incremento de 20% que reflete a aquisição. Seus concorrentes, segundo balanço semestral, apontam tendência de queda nas vendas em razão da recessão mundial, que reduziu os valores segurados.

Como boa parte das empresas ainda recebe comissão com base no valor pago pelo seguro, a expectativa é de queda no faturamento das corretores. Para 2010, esta tendência pode se inverter pela venda de pacotes de consultorias e maior participação do pagamento por “fee” em lugar da comissão sobre o prêmio.

O presidente e CEO Joe Plumeri (foto) comentou em nota que a “Willis mantém o crescimento dos negócios em um momento de dificuldades adversas nas principais economias mundiais, bem como diante de um mercado de seguros já considerado por ele como “soft”. O balanço completo pode ser acessado no site do grupo: www.willis.com.

 

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PartnerRe lucra US$ 1,2 bilhão até setembro

Por Denise Bueno em 28/10/2009

cao73m6qcafyptcpca1lcs7ucapz605icamumgc9ca9ajxzscav23o13ca0u942acayrjt4ecafe2zh3caeagrgjca1sfi4pcarnptl0caqng19vcaboji60cayr26vyca5tmin0caktxa3ccaq2aj58A PartnerRe, que comprou a Paris Re neste ano e está presente no Brasil como resseguradora admitida, apresentou lucro líquido de US$ 566,7 milhões no terceiro trimestre, que inclui ganhos extraordinários de US$ 274 milhões. O resultado é significativo quando comparado ao prejuízo de US$ 151,7 milhões do mesmo período do ano anterior.

O lucro líquido acumulado no ano até setembro totaliza US$ 1,2 bilhão. No mesmo período de 2008, registrou perda de US$ 48,7 milhões. O índice combinado do grupo no trimestre foi reduzido para 78%. Em setembro do ano passado estava em 95,5%. No acumulado do ano, o índice ficou em 82,5% comparado com 91,4%.

O presidente e CEO Patrick Thiele comemorou os resultados. “Obtivemos retorno sobre o capital de 22% e crescimento de 30% em nosso valor de mercado”, informou em nota divulgada a imprensa. Segundo ele, os resultados do grupo foram beneficiados por um baixo nível de perdas e pela melhora dos mercados acionários, o que possibilitou ganhos com investimentos. O balanço pode ser acessado na página do grupo www.partnerre.com.

 

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Lucro das seguradoras cresce 7% até agosto

Por Denise Bueno em 01/10/2009

12518297088sltsk1As seguradoras brasileiras obtiveram lucro líquido de R$ 6,2 bilhões no período de janeiro a agosto deste ano, avanço de 7% comparado com o mesmo período do ano passado. Segundo estudo da consultoria Siscorp, o retorno sobre o patrimônio líquido do final de período ficou em 18%, oito pontos percentuais abaixo dos 25% registrados em mesmo período do ano passado.

A líder absoluta no quesito lucro é a Bradesco Seguros e Previdência, com R$ 1,8 bilhão até agosto, segundo revela o estudo que tem como base os dados enviados pelas seguradoras à Superintendência de Seguros Privados (Susep). Itaú Unibanco vem em segundo, com R$ 988 milhões, Caixa Seguros com R$ 480 milhões e Banco do Brasil, com R$ 438 milhões. As seguradoras ligadas a bancos respondem por mais de 80% da lucratividade do setor.

Sem considerar saúde, as seguradoras registraram vendas de R$ 59,8 bilhões no acumulado do ano até agosto, evolução de 9%. O segmento de seguros gerais respondeu por R$ 21,7 bilhões; seguro de vida e acidentes por R$ 9 bilhões; previdência, incluindo VGBL, por R$ 18,1 bilhões; e capitalização por R$ 5,8 bilhões.

O maior produto em termos de arrecadação é o VGBL, com R$ 17,6 bilhões, crescimento de 17% em relação ao mesmo período do ano passado. Seguro de carro movimentou prêmios de R$ 11,1 bilhões, alta de 12%, sendo o segundo produto mais vendido pela indústria de seguros. Em terceiro vem o seguro de vida e acidentes pessoais, com R$ 9 bilhões em prêmios, evolução de 15%.

Segundo o estudo da Siscorp, entre as tendências de alta até o final do ano estão VGBL e riscos especiais. Automóveis, vida, rural, responsabilidades e habitacional manterão o crescimento estável. Nos demais produtos, a tendência revelada pela consultoria é de baixa.

A liderança dos grupos seguradoras muda para os diferentes tipos de produtos, tendo a Bradesco a liderança geral, com prêmios de R$ 9,4 bilhões (sem considerar saúde). Também é do grupo segurador controlado pelo Bradesco a liderança em vendas de VGBL, vida e acidentes.

O Itaú Unibanco lidera em patrimoniais, DPVAT, riscos financeiros, transporte, casco e riscos especiais. O Banco do Brasil é líder na venda de seguro rural e títulos de capitalização, enquanto a Caixa fica em primeiro lugar no ranking de seguro habitacional e de crédito.

A JMalucelli obteve o melhor índice combinado (prêmios menos indenizações e despesas), com 65%, seguida pela Caixa e pela Safra Seguros, ambas com 66%. Das 50 maiores companhias, exatamente a metade tem índice de até 100%. As restantes terão de usar o ganho financeiro para compensar a perda operacional.

 

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Lucro da Caixa Seguro cresce 17,4%

Por Denise Bueno em 24/08/2009

A Caixa Seguros, que detém operações em seguros, vida e previdência, capitalização e consórcio, divulgou lucro líquido de R$ 354,8 milhões no primeiro semestre deste ano, crescimento de 17,4% comparado aos R$ 302,2 milhões no mesmo período do ano anterior. O patrimônio líquido evoluiu 20%, para R$ 1,96 bilhão. A rentabilidade sobre o patrimônio ficou em 21%.

O presidente da Caixa, Thierry Claudon, informou em nota divulgada à imprensa, que o resultado deve-se ao grande e ainda pouco explorado potencial do mercado de seguros, previdência, consórcio e capitalização no Brasil. “Acredito no início de uma nova era para a cultura do seguro, pois hoje os brasileiros sabem que é importante investir na proteção e no futuro da família. Se pensarmos no cenário atual, a maioria da população não tem um seguro de vida ou um plano de previdência porque simplesmente não recebeu a educação financeira adequada para assegurar sua qualidade de vida. A boa notícia é que este quadro está mudando”.

Em seguros, a Caixa encerrou o último semestre com alta de 25,4% nos prêmios ganhos, passando para R$ 757,9 milhões. O índice de sinistralidade se manteve praticamente estável nos seis primeiros meses do ano: 52%. Em capitalização, o grupo obteve receita de R$ 445,9 milhões, alta de 12,8%.

 

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Banco do Brasil cresce em seguridade

Por Denise Bueno em 13/08/2009

O Banco do Brasil conseguiu recuperar o estatus de maior banco do Brasil e da América Latina por manter o pé no acelerador de crédito no auge da crise, como ordenava o presidente Lula. A estratégia ajudou o banco oficial a obter bons resultados, como um lucro líquido de R$ 4,063 bilhões no primeiro semestre, com alta de 0,6% em comparação com igual período do ano anterior.

A indústria de seguros traz mudanças para o BB, assim como o BB mudará a concorrência nos setores em que atua, principalmente automóvel. As quatro empresas de seguros que o BB possui – Brasilveículos, Brasilsaude, Brasilprev e Brasilcap, em parceria com sócios privados como SulAmérica, Icatu Hartford, a americana Principal, e mais a Aliança do Brasil da qual detém 100%, agregaram R$ 848 milhões ao lucro liquido do BB em equivalência patrimonial e receitas de serviços, incremento de 12% em relação a 2008.

Segundo informaram os executivos do BB ontem durante a divulgação dos resultados, a nova configuração da área de seguridade do banco está em andamento e deverá ser divulgada em breve. Negociações com novos sócios envolvem a espanhola Mapfre, a americana Principal e a SulAmérica, onde o BB pode vir a comprar a participação do holandês ING. O que já está sendo implementado é a venda de produtos por intermédio de corretores independentes, até então concentradas na corretora cativa da instituição.

Outra notícia de peso do dia também envolve o BB. Porto Seguro, Mapfre e SulAmérica perdem o canal de vendas da Nossa Caixa para a Brasilveículos.Segundo nota divulgada pela Nossa Caixa, comprada pelo BB, a Brasilveiculos passa a ter exclusividade nas vendas de seguros de veículos feitas nas agências da Nossa Caixa.

O acordo tem prazo de 12 meses a partir de hoje e terá como intermediário das operações a BB Corretora de Seguros e Administradora de Bens. Pela exclusividade na comercialização, a Nossa Caixa será remunerada mensalmente com base no total dos prêmios líquidos recebidos pela BrasilVeículos. Na nota, o percentual de participação nos prêmios não foi divulgado.

As mudanças reforçam a musculatura do BB em seguro de carro estimulam que outros bancos passem a priorizar o atendimento aos correntistas que hoje possuem seguro de carro em outras seguradoras. Um tema e tanto para as seguradoras independentes e os corretores priorizarem, principalmente com a tendência dos clientes em concentrarem seus negócios em uma instituição para obterem descontos em tarifas e produtos.

 

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SulAmérica lucra R$ 188,4 milhões no semestre

Por Denise Bueno em 13/08/2009

canpoypmca4y7i2fca2f7ekhca2g8shwcak3ar19ca2zxpl2cafu9fxacae5085dcai5aaamcafxpsnhca6i1yfocalfvejaca3ozx45ca24lsixcaj4w593cafjaa7fcat65o2dca6yskn1cam061g9A SulAmérica divulgou lucro líquido de R$ 188,4 milhões no primeiro semestre deste ano, alta de 9,5%, recorrentes, em relação ao mesmo semestre do ano passado. A rentabilidade do patrimônio anualizada foi de 14%. A receita em prêmios de seguros chegou a R$ 4,1 bilhões, evolução de 12,8% na comparação com o primeiro semestre de 2008.

Os prêmios de seguro saúde – principal carteira da companhia com 50,7% do total de prêmios de seguros – aumentaram 9% no segundo trimestre alcançando R$1,1 bilhão, graças ao crescimento de 16,1% na carteira de seguro saúde grupal, cujo destaque foram as vendas para o segmento de pequenas e médias empresas, que registraram incremento de 21,8%. Os planos odontológicos tiveram evolução de 36%.

Na segunda maior carteira da companhia, a de seguro de automóveis, com 34,1% do total de prêmios de seguros, a receita cresceu 22,5% no segundo trimestre de 2009 ante ao mesmo trimestre do ano anterior, chegando a R$ 733,8 milhões. “O crescimento desta carteira reflete a reação positiva do mercado de automóveis às medidas de incentivo adotadas pelo governo, como a manutenção da redução da alíquota de IPI incidente sobre os veículos novos e redução na taxa básica de juros”, informou na nota o vice-presidente Corporativo e de Relações com Investidores da SulAmérica, Arthur Farme d’ Amoed Neto (foto).

A sinistralidade total da companhia no segundo trimestre foi de 76,5%. Na indústria de seguros, índice de sinistralidade significa o percentual de prêmios que é utilizado para pagar sinistros. No acumulado do semestre este índice foi de 74,4%. O índice combinado chegou a 101,1% no segundo trimestre, com aumento de 0,6 ponto percentual em relação ao segundo trimestre de 2008. No acumulado do primeiro semestre este índice ficou em 99,5%. E o resultado dos investimentos totalizou R$ 172,4 milhões no segundo trimestre com rentabilidade equivalente a 119,5% do CDI.

 

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