Finalista do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo!!

Por Denise Bueno em 30/10/2009

london-090-150x1501Nada melhor do que ficar feliz. E hoje comemorei muito com minha família e amigos ao receber o email “Parabéns! Você é finalista do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo”. No ano passado, ganhei o primeiro lugar na categoria economia e finanças, com o especial Seguros, publicado pela infelizmente falida Gazeta Mercantil.

Entre mais de 300 textos inscritos neste ano, a minha matéria “Sob a proteção de lei mais rigorosa” foi uma das cinco selecionadas do tema Seguros, categoria Linguagem Escrita e subcategoria Mídia Impressa e On-line Especializada em Economia e Finanças. Esta matéria foi publicada no Valor 1000, revista do jornal Valor Econômico, que por sinal ficou com três das cinco selecionadas.

Estou concorrendo com pesos pesados. “A guerra dos seguros”, de Marcio Kroehn e Milton Gamez, da IstoÉ Dinheiro; “Crise faz mercado mundial de seguros recuar 2%; Brasil sobe 8%”, de Altamiro Silva Júnior, repórter do Valor Econômico; “Especial: área coberta por seguro rural cresce com subvenção”, de Fabíola Gomes, da Agência Estado – AE Agronegócios; e “Temporada de duras negociações na saúde”, de Beth Koike, do Valor Econômico.

A Revista Apólice, da qual sou colunista, também é finalista com três das cinco indicações na categoria Mídia Impressa e On line Especializada em Seguros. “Reciclagem de veículos beneficia mercado e sociedade”, da Kelly Lubiato, “Show business descobre o Brasil e o seguro”, da Aline Bromatti, e “Retrato de uma empresa em nota”, de Luciano Máximo.

Os vencedores receberão o prêmio de R$ 15 mil. Na verdade, quase R$ 12 mil, considerando o desconto do leão. Serão conhecidos no dia 11 de novembro, no Apollinari, em São Paulo. Espero que cruzem dos dedos por mim novamente. Toda a minha família e amigos agradecem desde já a torcida. Namastê!

 

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Allianz está pronta para 2010, diz Max Thiermann

Por Denise Bueno em 25/10/2009

images22010 promete ser um ano e tanto para a indústria de seguros. E a Allianz já está pronta para surfar a onda do crescimento do Brasil, considerado por economistas e investidores como o lugar para se estar investido nos próximos anos. “Para 2010, as oportunidades acontecerão em diversos ramos, desde o automóvel até o grande risco”, diz Max Thiermann, presidente da Allianz (foto).

Segundo o executivo, o mercado de seguros tem passado por grandes transformações, desde as proporcionadas pelo crescimento do País até mesmo por sediar mundiais como a Copa 2014 e Olimpíadas 2016. Aliada a este cenário, a indústria de seguros tem vivido um forte movimento de fusões e aquisições, concentrando ainda mais o setor. “É natural que os principais atores do setor estejam realinhando-se. Existem seguradoras que atuam e têm interesse nos dois segmentos, pessoas e bens patrimoniais, como é o caso da Allianz Seguros”, diz.

Em automóvel, segundo Thiermann, a carteira da Allianz tem apresentado crescimento bem acima da média de 12% do mercado. “Até setembro, registramos alta de 32%, principalmente devido à expansão das vendas em regiões como Nordeste, Sul e Centro-Oeste. Além disso, permanecemos entre as líderes em Minas Gerais. Nossa expectativa é de encerrar 2009 nesse mesmo patamar”, informa.

A Allianz manterá a estratégia de ampliar a participação regionalmente em 2010. Em seguro rural, um nicho de mercado que a Allianz tem priorizado, o alvo será oferecer soluções completas de seguros para os pequenos produtores. A carteira de Saúde dará foco aos seguros para micro, pequenas e médias empresas.

Como a atividade seguradora permeia todos os setores da economia, diz, o desenvolvimento do nosso mercado será intenso com o Mundial de 2014 e com os jogos olímpicos no Rio de Janeiro em 2016. Para a Copa, já anunciaram que a grande maioria dos investimentos será destinada para infraestrutura, que consumirá recursos entre R$ 80 bilhões e R$ 100 bilhões. Vale destacar as obras que se destinam à mobilidade urbana (metrôs, corredores de ônibus, estacionamentos, entre outros), assim como a melhoria e ampliação das malhas viária, ferroviária e aérea, além da expansão da rede hoteleira.

A área de grandes riscos, segundo ele, está mais do que preparada para conquistar os seguros provenientes das obras de infraestrutura que serão necessárias para garantir a realização da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016. “A reativação da economia e as obras do PAC também vão aquecer o mercado de grandes riscos. Produtos novos estão sendo estruturados por nossa seguradora para serem lançados no próximo ano”, afirma.

No entanto, o presidente da Allianz lembra que é importante dizer que os seguros que serão demandados para esses dois eventos esportivos não surgem às vésperas. Grande parte terá de estar praticamente pronto até 2013, quando acontece a Copa das Confederações. Diferentemente de outras obras, que têm um deadline flexível, a Copa e as Olimpíadas têm data mercada.

O seguro entra em ação já na etapa das licitações, pois para participar destas é necessário o Garantia do Licitante para os licitados, que cobre cerca de 10% a 20% do valor a ser contratado. Neste momento, as apólices mais demandadas são as conhecidas como Advanced Loss of Profit (Alop), para cobrir a perda de lucros esperados, caso haja atraso na obra em razão de dano material, também serão muito importantes para o mercado.

Outras modalidades do seguro garantia, como o de execução da obra, também farão parte das primeiras levas de investimentos para os eventos. Vários outros segmentos do setor de seguros serão beneficiados, tais como riscos de engenharia, no qual a Allianz é uma das líderes nacionais e líder internacional; responsabilidade civil e riscos operacionais, que abrange a operação portos, aeroportos, fábricas, usinas, entre outros. O seguro de entretenimento, que dá cobertura aos jogos e demais eventos paralelos que venham a ocorrer para aproveitar o intenso fluxo de turistas que o Brasil receberá também é um importante contrato para a indústria de seguros e para os organizadores.

Mudanças Climáticas – As mudanças climáticas também permanecerão no foco do grupo em 2010. O Grupo Allianz continua sua parceria com a Organização Não Governamental (ONG). “Nosso acordo com a WWF envolve a realização de novas pesquisas que serão compartilhadas com a sociedade”, garante Thiermann. Além disso, acrescenta, o grupo mantém sua política de reduzir suas próprias emissões de CO2 em 20% até 2012 e de investir € 500 milhões em projetos de sustentabilidade até o fim de 2010.

Até 2009, mais de € 350 milhões já foram investidos. No Brasil, o grupo tem promovido ações para estimular corretores e clientes a substituírem kit impresso e enviado pelo correio pelo Kit 100% digital, que envolve apólice e anexos. “Vamos dar continuidade à nossa política de disseminação do conhecimento por meio do patrocínio a pesquisas, realização de workshops, prêmio de jornalismo e do portal Allianz Knowledge Brasil, que traz amplo conteúdo sobre clima, Energia e CO2 e Segurança Automotiva.”

 

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Allianz deixará bolsas internacionais

Por Denise Bueno em 22/09/2009

images12A seguradora alemã Allianz, a maior da Europa, informou que deixará de ser listada nas bolsas de valores de Nova York, Londres, Milão, Paris e Suíça. Segundo nota da empresa, as ações do grupo continuarão apenas na bolsa de Frankfurt, mercado que apresenta maior liquidez por concentrar as negociações dos papeis até mesmo pelos investidores estrangeiros.

O volume de negócios nas bolsas onde o grupo fechará o capital é menor do que 5%, o que não justifica a presença da seguradora nesses mercados de capitais. Esta estratégia, ressalta, visa apenas organizar melhor a presença da seguradora no mercado de capitais, sem qualquer efeito na pulverização dos negócios de seguros nos 70 países onde atua. A última negociação das ações da Allianz na Bolsa de Valors de Nova York (NYSE) está prevista para 23 de outubro.

O Grupo Allianz SE, um dos líderes mundiais em seguros e o maior da Europa. O grupo possui 180 mil funcionários que atendem cerca de 80 milhões de clientes em mais de 70 países, com forte destaque na área de pesquisa de grandes riscos, estudos de sustentabilidade e nos investimentos em fontes renováveis de energia.

A Allianz está presente no Brasil há 105 anos, por meio de suas 60 filiais, 1,4 mil funcionários e com o apoio de 14 mil corretores, os responsáveis pela comercialização de seus produtos e serviços para pessoas e empresas. A Allianz Seguros atua no Brasil em ramos elementares e saúde empresarial.

 

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Allianz debate sustentabilidade com jornalistas

Por Denise Bueno em 02/07/2009

42-20916361O Impacto do mercado mundial de biocombustíveis na expansão da agricultura brasileira e suas consequências para as mudanças climáticas e a situação atual das emissões de gases de efeito estufa das oito maiores economias do mundo e dos cinco principais países emergentes, entre eles o Brasil serão os dois temas debatidos na 4ª edição do Fórum Internacional de Seguros para Jornalistas organizado pela Allianz Seguros.

As duas pesquisas que serão apresentadas no dia 15 de julho foram realizadas pela ong WWF. A pesquisa G8 Climate Scorecards 2009 revela as propostas do G8 para o clima, propiciando uma visão comparativa sobre as tendências nas emissões de CO2, as opções energéticas e as decisões políticas tomadas por esses países com relação às mudanças climáticas. Os Scorecards 2009 sobre o clima foram promovidos pelo Grupo Allianz, líder global em serviços financeiros, e o WWF.

Segundo nota da Allianz, pela relevância do Brasil nas questões climáticas, o estudo será apresentado pela primeira vez no país, sendo que internacionalmente virá a público na reunião de Cúpula do G8, em L’Aquila, na Itália, entre 8 e 10 de julho. Certamente o resultado dessa pesquisa será peça fundamental nas discussões da Conferência de Copenhague, em dezembro, que estabelecerá o novo tratado em substituição ao Protocolo de Quioto, diz a seguradoras.

O Fórum traz, ainda, uma explanação sobre o Crescimento, tendências e o novo cenário do seguro agrícola no Brasil, sob a ótica das incertezas atuais e futuras dos riscos climáticos. O engenheiro com MBA pela USP em Gestão de Riscos, Luiz Carlos Meleiro, superintendente de Agronegócios da Allianz Seguros, fará esta apresentação.

Pela ong WWF, Cássio Franco Moreira, doutor em agroecologia, engenheiro agrônomo e coordenador do programa de Agricultura e Meio Ambiente, apresentará a pesquisa de biocombustíveis. Karen Suassuna, mestre em Environmental Change and Management pela universidade de Oxford e analista sênior do programa de Mudanças Climáticas e Energia do WWF, explicará os resultados dos Scorecards 2009, tendo como foco o Brasil.

“Acreditamos que as questões a serem debatidas no Fórum são de extrema importância por apresentarem dados inéditos aos jornalistas que muito podem contribuir na realização de matérias que conscientizem empresas, governos, produtores rurais e a sociedade civil de que o único caminho possível a seguir é o do desenvolvimento sustentável”, diz Max Thierman, presidente da Allianz no Brasil, em nota.

 

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Quem lembrou do Dia Mundial do Meio Ambiente?

Por Denise Bueno em 05/06/2009

42-20917032Hoje, Dia Mundial do Meio Ambiente e da Ecologia, apenas a Bradesco Capitalização e a Allianz fizeram menção ao assunto até o início da tarde, divulgando aos jornalistas notas sobre o tema. Para quem não sabe, o México é o país sede das comemorações de hoje do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), que tem como tema “Seu planeta precisa de você: Unidos contra as mudanças climáticas”.

Poucas seguradoras adotaram até hoje atitudes “verde”. Podemos pontuar Bradesco Capitalização com a parceria com a Fundação SOS Mata Atlântica; a Caixa Seguros e a Brasilprev com a compensação do CO2; o HSBC com parte do prêmio do seguro automóvel direcionado para recuperação de florestas; a Mapfre investindo em educação com o apoio dado ao governo de São Paulo no programa Criança Ecologia e o site www.ecoblogs.com.br; a Allianz como kit 100% digital e o site www.knowledge.allianz.com.br; a Porto Seguros educando motoristas a regular o carro para que este polua menos; SulAmérica com campanhas ecológicas; e Bradesco Seguros e Previdência com a realização de congressos, para citar os investimentos mais consistentes.

Temos algumas iniciativas interessantes, mas ainda é muito pouco diante do que a indústria de seguros pode fazer. O estímulo, se não for o de pensar no amanhã, pode ser o lucro. Afinal, quanto mais as pessoas foram estimuladas a ser sustentáveis, menos indenizações o setor terá de pagar. E investir em atitudes sustentáveis tem se mostrado rentável. Diversas pesquisas realizadas no mundo e no Brasil mostram a disposição do consumidor em pagar algo a mais por um produto de empresas que apostam em atitudes “do bem”, voltadas para a sociedade e para o planeta.

Segundo nota da Bradesco Capitalização, a data serve para alertar o mundo sobre os riscos à sobrevivência do ser humano se o meio ambiente continuar a ser degradado, poluído e desrespeitado, necessitando de ações urgentes para salvar o planeta. Para a Fundação SOS Mata Atlântica, viabilizou recursos para o plantio de 20 milhões de árvores nativas graças aos 3,2 milhões de títulos Pé Quente Bradesco Fundação SOS Mata Atlântica, comercializados desde 2004. Aos programas e projetos de conservação ambiental e desenvolvimento sustentável da Fundação Amazonas Sustentável foram destinados parte do valor arrecadado com a venda do Pé Quente Bradesco Amazonas Sustentável.

O site da Allianz, dividido em quatro pilares – Mudanças Climáticas, Perfil Climático, Energia & CO2 e Segurança, tem o objetivo de disseminar conhecimento ao público brasileiro em sintonia com seu compromisso pela sustentabilidade. Para isso, utiliza artigos, estudos, vídeos e gráficos que aprofundam os temas em questão. O site também conta com novidades sobre fontes alternativas de energia renovável. Há ainda a análise de soluções climáticas, como o sequestro de CO2 em “Sequestro de carbono: como limpar o carvão”, que aborda medidas adotadas por empresas européias, servindo como exemplo para outras indústrias.

Para parte das comemorações, o Pnuma preparou o hotsite Dia Mundial do Meio Ambiente (http://www.ipc-undp.org/dmma/), com dicas e informações de como cada um de nós pode colaborar para um meio ambiente mais saudável, garantindo assim uma melhor qualidade de vida.

Segundo o Pnuma, a data cataliza a atenção e a ação política de povos e países para aumentar a conscientização e a preservação ambiental, buscando mostrar o lado humano das questões ambientais; capacitar as pessoas a se tornarem agentes ativos do desenvolvimento sustentável; promover a compreensão de que é fundamental que comunidades e indivíduos mudem atitudes em relação ao uso dos recursos e das questões ambientais; advogar parcerias para garantir que todas as nações e povos desfrutem de um futuro mais seguro e mais próspero.

 

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Allianz divulga perda de US$ 3,2 bi

Por Denise Bueno em 18/03/2009

As perdas causadas com a crise financeira trouxeram um tom vermelho para o balanço mundial da seguradora alemã Allianz. O grupo divulgou hoje em seu site dados consolidados de 2008, onde exibe perdas de US$ 3,2 bilhões. Em 2007, havia apresentado lucro líquido recorde de US$ 10,4 bilhões. O faturamento total declinou 5,3%, para US$ 121,5 bilhões. Segundo dados da empresa, boa parte da perda veio das operações descontinuadas, como o Dresdner Bank. As operações de seguros patrimoniais e de responsabilidade civil não sofreram fortes impactos, mas as operações de vida e asset management amargaram perdas com a volatilidade dos mercados financeiros. O balanço completo pode ser consultado no site www.allianz.com

 

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