Encontro Brasil Alemanha começa dia 30
Por Denise Bueno em 25/05/2010
Primeiro gostaria de pedir desculpas aos internautas por ficar sem atualizar o blog diariamente nos últimos dias. Mas esta semana foi corrida demais para deixar tudo pronto para embarcar dia 26 para Munique, Alemanha. Vou cobrir o Encontro Econômico Brasil-Alemanha 2010, que acontece de 30 de maio a 1 de junho, cujo tema neste ano é “Parceria Brasil-Alemanha: Inovadora, Sustentável e Bem-Sucedida”.
A Allianz é a patrocinadora master e me convidou para divulgar as notícias do evento. A agenda é repleta de encontros, que deverão fortalecer ainda mais os negócios entre os dois países. Serão realizados painéis sobre os temas infraestrutura, portos, indústria automotiva, energia renovável, petróleo e gás, Copa 2014 e Jogos Olímpicos de 2016. Nem tudo é tão sério. Está na programação partidas de futebol no Allianz Arena (foto), onde tenho certeza que o time feminino brasileiro dará um show.
A Alemanha já tem cerca de mil empresas atuando em São Paulo e quer agora ampliar seus investimentos para outros estados brasileiros, principalmente no que diz respeito a tecnologia para os estádios brasileiros. Tendo o Allianz Arena, considerado o melhor estádio do mundo, os alemães têm muito a contribuir com o Brasil, que se prepara para sediar a Copa em 2014.
O Encontro Econômico Brasil-Alemanha é realizado anualmente pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e sua congênere alemã, Bundesverband der Deutchen Industries (BDI) para celebrar a relação comercial dos países. Em 2009, as exportações brasileiras para a nação germânica somaram US$ 6,17 bilhões, enquanto as exportações alemãs foram de US$ 9,8 bilhões.
A abertura do evento acontece no domingo, durante jantar onde serão homenageados com o Prêmio Personalidade Brasil-Alemanha 2010 o ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e Bernd Pfaffenbach, secretário do Ministério da Economia e Tecnologia da Alemanha.
Tenho certeza de que descobrirei muitas notícias lá que contribuirão para estreitar ainda mais o relacionamento entre os dois países também na indústria de seguros. Assim espero. E que tudo dê certo em inglês, pois em alemão só sei guten tag (bom dia), dank (obrigado), rabatt (desconto) e Schuhgeschäft (loja de sapato). Ah, e das auto (o carro), da propaganda da VW.
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Petrobras renova seguro por US$ 49,6 milhões
Por Denise Bueno em 28/03/2010
A Petrobras informou na sexta-feira que a Itaú Seguros venceu a licitação para três licitações para renovação de apólices de seguros envolvendo prêmios no total de US$ 49,6 milhões para valores em risco de US$ 95 bilhões. A Petrobras solicitou cotação para uma série de franquias alternativas e optou por manter o nível atual de suas franquias que podem, conforme o caso, chegar a US$ 20 milhões. Segundo a nota divulgada, as apólices contratadas são de riscos operacionais, riscos de petróleo e responsabilidade civil geral.
A Itaú Seguros é a líder do contrato com 50%, a Allianz 30% e a Mapfre com
20%, com prêmio de US$ 47 milhões. As apólices de riscos operacionais e de riscos de petróleo cobrem todos os riscos de danos materiais nos principais ativos da Petrobras e suas subsidiárias, como refinarias, terminais, plataformas e outras instalações. A apólice de Responsabilidade Civil Geral cobre os danos materiais e pessoais causados a terceiros, inclusive poluição.
A segunda licitação se refere aos seguros de Transporte Nacional e Internacional, com prêmio de US$ 1,45 milhão, para cobrir danos causados durante as atividades de movimentação de carga da Petrobras e suas subsidiárias.Foi também aprovada a apólice de Responsabilidade Civil Aeronáutica, que cobre as atividades de abastecimento de aeronaves da Petrobras Distribuidora contra danos materiais e pessoais causados a terceiros, com prêmio de US$ 1,13 milhão.
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Allianz lucra R$ 80 milhões e fatura R$ 2,2 bilhões
Por Denise Bueno em 26/02/2010
A Allianz Seguros obteve lucro líquido de R$ 80 milhões em 2009, 7,8% acima do resultado obtido em 2008. Nos segmentos em que atua, incluindo saúde, os prêmios de seguros consolidados somaram R$ 2,25 bilhões, com alta de 19,2% em relação a 2008.
Os ativos totais atingiram R$ 3,07 bilhões, o que representa um aumento de 25,7%, quando comparado a 2008. As provisões técnicas somaram R$ 1,14 bilhão, com um incremento de 9,9%. O patrimônio líquido teve elevação de 5,9%, perfazendo R$ 538 milhões. O resultado operacional chegou a R$ 140 milhões, com crescimento de 12,2%, quando comparado ao exercício anterior.
“A Allianz Seguros vem registrando crescimento constante acima da média do mercado nos últimos cinco anos. Nosso objetivo é manter essa trajetória em 2010, firmando a companhia cada vez mais como uma seguradora multiprodutos, de atuação nacional”, comentou Max Thiermann, presidente da seguradora, em comunicado divulgado à imprensa.
Segundo a nota, o bom desempenho foi creditado a melhoria da eficiência operacional, com redução do índice de despesas administrativas, que passou de 16,7% em 2008 para 15,6% sobre o prêmio ganho. O índice de sinistralidade (sinistros sobre os prêmios ganhos) foi de 64,2%, mantendo a mesma média de 2008. O resultado financeiro foi impactado devido à redução da taxa básica de juros.
Conforme dados divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), no total do setor sem saúde e sem VGBL, a Allianz figura entre as sete maiores seguradoras do país, com alta de 22,8% . O crescimento do mercado foi de 5%. A Allianz Saúde, sob supervisão da Agência Nacional de Saúde Suplementar, ANS, faturou R$ 367 milhões e teve lucro de R$ 15 milhões.
Em automóvel, a Allianz cresceu 24,4%, ante os 13% registrados pelo mercado. Grande parte desse resultado se deve à estratégia de expansão regional. O produto teve desempenho expressivo em todas as regiões do país. Segundo informou o grupo, em Minas Gerais a companhia manteve a liderança nesse ramo. O aumento da base de corretores e, consequentemente, da capilaridade foram fatores decisivos ao resultado dessa carteira.
Nos seguros empresariais, vale ressaltar o desempenho dos Riscos Nomeados (RN) e Riscos Operacionais (RO). Nestes ramos, o crescimento da companhia foi de 50,4% em relação a 2008, colocando-a na vice-liderança do setor.
Balanço mundial – Ontem, o grupo divulgou o balanço mundial com lucro líquido de € 4,7 bilhões, diante de perdas de € 2,4 bilhões em 2008. O faturamento chegou a € 97, 4 bilhões, alta de 5,2%. A seguradora justificou a queda do lucro operacional, em 147 milhões, em função da recessão do Reino Unido e também citou que a variação cambial afetou significativamente o resultado. O índice combinado ficou em 97%.
Michael Diekmann, CEO da Allianz, disse em comunicado que 2009 foi um ano importante para o grupo, uma vez que a crise, sem dúvida, afetou o desempenho do grupo. “Mas mesmo assim apresentamos um balanço sólido aos nossos acionistas”. Ele também comentou na teleconferência que o grupo só fará uma “big” aquisição quando os órgãos reguladores, que discutem mudanças nas regras da indústria de seguros, deixarem claro o que mudará. Só assim o grupo saberá qual a necessidade de capital que cada companhia terá de aportar para fazer frente às novas exigências.
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Allianz busca cliente no futebol das redes sociais
Por Denise Bueno em 04/02/2010
A Allianz Seguros passa a focar a mídia digital para reforçar a imagem do grupo. A novidade desta vez é o patrocínio do game Bola Social Soccer, inédito no Brasil e que pode ser acessado pelo Facebook e em breve pelo Orkut. Segundo Ariane Landim, executiva de marketing do grupo, o futebol é uma plataforma importante para a companhia e tem sido usado para reforçar a marca junto ao mercado.
“Já temos uma estreita ligação com o tema por meio do Allianz Arena, na Alemanha, e da parceria com o Bayern de Munique. Localmente, atuamos por meio de patrocínios às transmissões da Copa do Mundo de 2010 e do campeonato europeu. O game Bola reforça e complementa essa estratégia”, comenta em nota divulgada.
Segundo dados da 21ª edição da pesquisa Internet Pop do Ibope Media, divulgada em 13 de janeiro, o internauta brasileiro tem a maior média de tempo na internet, comparada a de outros países (Estados Unidos, Reino Unido, França e Japão), já que passa 71 horas por mês navegando, principalmente em redes sociais.
O objetivo é impactar, em 6 meses, mais de 1 milhão de pessoas que fazem parte do target da companhia. O Facebook conta com cerca de 3 milhões e 400 mil usuários no Brasil, sendo que aproximadamente 68% deles têm mais de 25 anos. Já no caso do Orkut, essa faixa etária corresponde a 66% dos aproximadamente 25 milhões de participantes no país.
Trata-se de um jogo de futebol online que é disputado em redes sociais. Lançado inicialmente no Facebook, o game também estará disponível no Orkut em breve. Como uma das patrocinadoras, a Allianz Seguros terá sua marca exposta nas camisas do time e nas placas dos estádios virtuais. Além disso, há uma réplica do estádio Allianz Arena, onde os torneios podem ser realizados.
O jogador pode agir como se fosse o dirigente de seu clube. À medida que seu time vence as partidas, ele passa a acumular Bollars, a moeda virtual do game, o que lhe dá o direito de investir. O dinheiro ganho pode ser aplicado em melhorias no estádio, na contratação de técnico ou na compra de atletas.
Por se tratar de uma rede global, o usuário consegue jogar contra pessoas de qualquer lugar do mundo. Até o início da Copa do Mundo, o Bola vai ganhar novas ferramentas para incrementar ainda mais a diversão. Para jogar, basta ser cadastrado no Facebook e entrar no aplicativo http://apps.facebook.com/bolasocialsoccer/. O jogo é auto-explicativo.
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Allianz está capitalizada para ir às compras
Por Denise Bueno em 29/01/2010
A Allianz, maior seguradora da Europa e com forte presença no Brasil, está sólida e capitalizada para ir às compras. Este foi o recado dos executivos do grupo durante entrevistas concedidas em Davos, Suíça, onde acontece o Fórum Econômico Mundial.
Segundo as agências de notícias internacionais, os executivos despitaram sobre os boatos de que o grupo estaria negociando com a Swiss Life. De acordo com as agências, Joachim Faber, que comanda a divisão Global Investors da Allianz, “nós estamos olhando grandes aquisições”.
Outro executivo do grupo, membro do Conselho, Paul Achleitner, disse que o grupo está em uma posição sólida para comprar assim como os bancos estão para vender. “Estamos olhando com muito cuidado antes de tomar qualquer decisão”. Segundo ele, é preciso esperar para ver como ficará a nova regulamentação do sistema financeiro mundial, em debate nos principais países do mundo. Ele ressaltou que os órgãos reguladores precisam ficar atentos que bancos e seguradoras atuam de forma diferente e que por isso precisam ter regras próprias.
Paul Achleitner, no entanto, não descartou aquisições de pequeno porte. No Brasil, há boatos de que a Allianz estaria negociando com o Bradesco. Segundo informou o jornal Brasil Econômico há uma semana, a negociação chegaria a um valor de R$ 5 bilhões. Ou seja, um negócio de grande porte.
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Especulações sobre as negociações no setor
Por Denise Bueno em 20/01/2010
As diversas opiniões sobre as notícias de fusões e aquisições na indústria de seguros recebidas por este blog dizem a mesma coisa: “Faz sentido. O amor entre as duas é antigo.” Mas uma merece destaque.
O entrevistado, que pede anonimato, diz:
Pensando cá com os meus botões……
É de se supor que a Sul América, quando da parceria Itaú Porto, viu que seu preço poderia aumentar, sabendo que o Bradesco não deixaria de se mexer. Já deveria ter alguma conversa com o Bradesco e, a partir do negócio do Itaú com a Porto, deu uma “endurecida” na negociação para se valorizar.
Por sua vez, o Bradesco deve ter buscado alguma atitude para baixar a bola da SulAmérica. E aí a negociação com a Allianz pode ser bem isso, ou seja, a Bradesco pode estar dizendo para a SulAmérica que ela pode “micar”. Pode acontecer do Bradesco levar primeiro a Allianz, intimidando a SulAmérica, e depois comprar a SulAmérica também. Isto seria um troco com juros para o Itaú Unibanco, que conseguiu levar a melhor na negociação com a Porto Seguro.
Também pode ser que a negociação com a Allianz seja apenas “encenação” para ajudar na negociação com a SulAmérica. Isso até pode ser, mas acho que se puder, o Bradesco compra as duas, pois dinheiro (e vontade também) para isso não falta.
Bem, vamos ver no que dá…
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JMalucelli e Allianz garantem leilão de eólica
Por Denise Bueno em 14/12/2009
A JMalucelli e a Allianz foram as seguradoras que mais emitiram apólices de seguro para o leilão de energia eólica do governo federal que começou as 10 horas e ainda não terminou (17 horas). Foram habilitados para a disputa de hoje 339 projetos com capacidade de gerar 10 mil MW. A JMalucelli, seguradora líder de garantia no Brasil e na América Latina, emitiu mais de 120 contratos de seguro garantia e a Allianz outras 62 apólices de Garantia de Concorrência, conhecida como BID. Este tipo de seguro é responsável por garantir a participação e a manutenção das propostas das empresas interessadas no leilão junto à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
O leilão está sendo promovido pela Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), sob delegação da Agência Nacional de Energia Elétrica. A disputa é pela internet e não tem horário previsto para término. Segundo nota da Allianz, a expertise da subsidiária brasileira, que conta com engenheiros que participaram de treinamentos na Alemanha para entender e identificar bons projetos deste setor, foram fundamentais para analisar a demanda. Por trazer na bagagem esse amplo conhecimento, o diferencial da Allianz está justamente em não analisar apenas a saúde financeira das empresas candidatas, mas todos os projetos de usinas propostos por elas, verificando a viabilidade.
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Amazônia ameaçada pelas mudanças climáticas
Por Denise Bueno em 24/11/2009
O possível colapso do sistema climático na Amazônia pode gerar impactos econômicos no Centro e Sul do Brasil, em estados como Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Esta uma das conclusões do estudo Pontos de Colapso no Sistema Climático Terrestre e suas conseqüências para o Setor de Seguros (Tipping Points in the Earth’s Climate System and Consequences for the Insurance Sector, em inglês).
O estudo, encomendado pela Allianz SE, em parceria com o WWF (World Wildlife Found) e o Tyndall Centre, foi divulgado ontem na Alemanha. Os pesquisadores afirmam que regiões e ecossistemas mais diversos do planeta correm riscos de atingir um ponto de colapso que desencadeia consequências ambientais, sociais e econômicas devastadoras.
Os pesquisadores analisaram diferentes cenários de aumento de temperatura para chegar às suas conclusões. Caso a elevação da temperatura média do planeta seja de 1ºC, em relação aos níveis de pré-industriais, a floresta amazônica pode entrar em colapso, perdendo cerca de 1,6 milhão de km2 de sua cobertura. Para exemplificar um possível impacto financeiro futuro decorrente da perda do estoque de carbono florestal nas áreas impactadas, o relatório utiliza a abordagem do Reino Unido para o shadow price do carbono, na qual um preço é aplicado a tonelada de gás do efeito estufa .
No cenário de 2°C as perdas derivadas da emissão de gases do efeito estufa, poderiam chegar à ordem de U$ 3 bilhões. Se a elevação for superior, entre 3 e 4°C, uma área entre 3,9 milhões e 4,3 milhões de Km2 poderá ser perdida e o valor econômico do carbono nestes casos seria entre US$7,8 bilhões e US$ 9,4 bilhões, respectivamente.
Boa parte das perdas em ambos cenários causaria um impacto significativo no mercado segurador. De acordo com o estudo, as segurados seriam diretamente afetadas pelos efeitos econômicos da seca na região amazônica. Isso implica na desaceleração da economia e na deterioração das finanças públicas.
“A atividade seguradora permeia todos os setores da economia com a função de ressarcir perdas e advertir a coletividade dos riscos que ameaçam sua existência e patrimônio. Por isso, é indispensável ao setor envolver-se diretamente nas mudanças que estão acontecendo no meio ambiente”, afirma Max Thiermann (foto), presidente da Allianz Seguros. “Como seguradores e investidores, devemos preparar nossos clientes para esses cenários, enquanto ainda temos margem de manobra.
Definir os prêmios de forma adequada e sustentável é de interesse vital de todos os envolvidos, porque essa é a única maneira de garantir que as soluções de cobertura continuem a existir”, diz Clemens von Weichs, secretário-geral da Allianz Reinsurance. O setor de seguros hoje aprendeu muito a partir das suas experiências com os sinistros de porte causados por furacões como Andrew (1992), Ivan (2004) e Katrina (2005). Modelos melhores ajudarão as pessoas a entenderem a frequência e a força dos desastres naturais.
“Porém, modelos melhores não serão suficientes para proteger o clima”, explica Michael Bruch, da Allianz Global Corporate & Specialty, a seguradora industrial do Grupo Allianz. “O componente humano tem desempenhado um papel cada vez maior na redução do risco decorrente de desastres naturais, tanto em termos de gestão de risco, como de combate às causas humanas da mudança climática”.
O WWF-Brasil hoje defende que o limiar de 2°C não seja ultrapassado. “São muitos os impactos das mudanças climáticas se formos além desse patamar. Atingir o ponto de colapso significa perdas inestimáveis e definitivas”, explica Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil. “Esse relatório nos alerta, mais uma vez, para a necessidade de assinarmos um acordo global de clima justo, eficiente e ambicioso em Copenhague em dezembro deste ano”, aponta.
Outro impacto no Brasil previsto pelo relatório é o aumento da frequência de secas drásticas na região amazônica. A última ocorreu em 2005 e prejudicou a navegação, gerou graves problemas de abastecimento de água na região, além de matança de peixes, fome e isolamento de dezenas de localidades ribeirinhas por conta do desaparecimento dos rios e igarapés.
Segundo divulga a Allianz, trabalhos recentes sugerem que secas similares àquela de 2005 serão mais freqüentes, passando de uma a cada 20 anos para uma a cada 2 anos ou menos, entre 2025 e 2050, caso se chegue à estabilização em 450 a 550 ppmv (partes por milhão em volume) de CO2 -.
Além de todos os problemas sofridos em 2005, o estudo aponta que as secas podem gerar ainda combustão espontânea, redução de produtividade agrícola e na geração de hidreletricidade. Esses impactos combinados contribuíram, em 2005, com a redução do PIB brasileiro, principalmente em Mato Grosso do Sul, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul. Somente nos dois últimos, estima-se que as perdas tenham chegado a US$ 16 milhões. Em 2004, Paraná e Rio Grande do Sul detinham 17,8% do PIB brasileiro.
“E é preciso lembrar que os custos econômicos são apenas uma parte da conta. Os possíveis impactos socais e ambientais são incalculáveis. O preço de mudar a economia do país e do mundo para uma economia de baixa emissão de carbono é muito menor”, afirma Carlos Rittl, coordenador do Programa Mudanças Climáticas e Energia do WWF-Brasil. “Esperamos que as metas de redução de emissões anunciadas recentemente pelo governo federal se transformem em um plano de ação de baixo carbono,” acrescenta.
Também segundo o documento, haverá derretimento das massas de gelo da Groenlândia e do Escudo de Gelo Antártico Oeste – West Antarctic Ice Shield (WAIS) – o que poderia elevar o nível do mar em 0,5 metro até 2050. O relatório aponta também que o aumento do nível dos oceanos irá afetar a costa leste dos EUA e poderá transformar a Califórnia em uma região de clima árido. Além disso, distúrbios nas monções indianas de verão na Índia e no Nepal podem afetar centenas de milhares de pessoas e custar bilhões de dólares.
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Valeu a torcida! Vencedora do Prêmio Allianz 2009
Por Denise Bueno em 12/11/2009
Valeu a torcida!!! Graças a todos aqueles que sempre me privilegiam com boas informações, ao apoio da minha família, ao editor Antonio Felix, a todos os amigos que torcem por mim diariamente e a Deus que nos ensina e protege em tempo real, cá estou eu de novo embasbacada de tanta alegria. Venci pelo segundo ano consecutivo o Prêmio Allianz de Jornalismo. Desta vez com a matéria “Sob a proteção de leis mais rigorosas”, produzida para a revista Valor 1000, do jornal Valor Econômico.
Sou muito grata a todos, pois esta conquista não aconteceria sem as informações que recebo diariamente das mais variadas fontes. Desde o segurança que me quebra sempre um galho para estacionar o carro na apertada garagem dos prédios até os mais ocupados CEOs das companhias da indústria de seguros.
Espero atrair cada dia mais novas fontes e informações. Estou aqui, de mente e coração abertos para todas as notícias que quiserem me dar. Não só para concorrer no Prêmio Allianz novamente, mas para divulgar um setor que se torna a cada dia mais sustentável.
Namastê!
A matéria completa está no link abaixo:
http://www.revistavalor.com.br/home.aspx?pub=18&edicao=2
Chegando lá, digite a página 171 na coluna da esquerda.
Conheça todos os vencedores:
Tema Especial de Sustentabilidade – Mudanças Climáticas
Mídia Impressa e Online Nacional e Regional
Soraya Aggege venceu com a série “O caos no clima”, O Globo.
Mídia Eletrônica – Telejornalismo
Jorge Luiz dos Santos, com reportagem de Nélson Araújo e equipe – Sandro Queiroz, Francisco Maffezolli Jr., Epitácio Araújo, Wilson Berzuini e Fernando Passarelli -, foi premiado por “Buriti Veredas”, veiculada na TV Globo – Globo Rural.
Mídia Eletrônica – Radiojornalismo
Akemi Nitahara venceu com a série “Todos pelo cerrado: pesquisa, tecnologia e preservação”, Rádio Nacional.
Tema Seguros – Categoria Linguagem Escrita
Mídia Impressa e Online Nacional e Regional
José Carlos Chaves, em coautoria com Cláudio Gradilone, Tatiany Cavalcante e Ana Borges, venceu com o especial “Seguros – O que você precisa saber para dormir tranquilo”, publicado na revista Quatro Rodas.
Mídia Impressa e Online Especializada em Seguros
Kelly Lubiato foi premiada pela matéria “Reciclagem de veículos beneficia mercado e sociedade”, revista Apólice.
Mídia Impressa e Online Especializada Economia e Finanças
Denise Bueno, com a matéria “Sob a proteção de lei mais rigorosa”, publicada na Revista Valor 1000, recebeu o prêmio máximo.
Menção Honrosa- A premiação iniciou-se com a entrega de menções honrosas ao jornal Correio Braziliense e à revista Quatro Rodas, por terem sido os veículos que mais deram espaço ao setor de seguros, somente considerando as matérias inscritas em Mídia Impressa Nacional e Regional. José Carlos Chaves, redator-chefe da revista Quatro Rodas e Dad Squarisi, colunista e editora do Correio Braziliense, receberam as homenagens.
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Finalista do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo!!
Por Denise Bueno em 30/10/2009
Nada melhor do que ficar feliz. E hoje comemorei muito com minha família e amigos ao receber o email “Parabéns! Você é finalista do Prêmio Allianz Seguros de Jornalismo”. No ano passado, ganhei o primeiro lugar na categoria economia e finanças, com o especial Seguros, publicado pela infelizmente falida Gazeta Mercantil.
Entre mais de 300 textos inscritos neste ano, a minha matéria “Sob a proteção de lei mais rigorosa” foi uma das cinco selecionadas do tema Seguros, categoria Linguagem Escrita e subcategoria Mídia Impressa e On-line Especializada em Economia e Finanças. Esta matéria foi publicada no Valor 1000, revista do jornal Valor Econômico, que por sinal ficou com três das cinco selecionadas.
Estou concorrendo com pesos pesados. “A guerra dos seguros”, de Marcio Kroehn e Milton Gamez, da IstoÉ Dinheiro; “Crise faz mercado mundial de seguros recuar 2%; Brasil sobe 8%”, de Altamiro Silva Júnior, repórter do Valor Econômico; “Especial: área coberta por seguro rural cresce com subvenção”, de Fabíola Gomes, da Agência Estado – AE Agronegócios; e “Temporada de duras negociações na saúde”, de Beth Koike, do Valor Econômico.
A Revista Apólice, da qual sou colunista, também é finalista com três das cinco indicações na categoria Mídia Impressa e On line Especializada em Seguros. “Reciclagem de veículos beneficia mercado e sociedade”, da Kelly Lubiato, “Show business descobre o Brasil e o seguro”, da Aline Bromatti, e “Retrato de uma empresa em nota”, de Luciano Máximo.
Os vencedores receberão o prêmio de R$ 15 mil. Na verdade, quase R$ 12 mil, considerando o desconto do leão. Serão conhecidos no dia 11 de novembro, no Apollinari, em São Paulo. Espero que cruzem dos dedos por mim novamente. Toda a minha família e amigos agradecem desde já a torcida. Namastê!
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