Luis Maurette assume como CEO regional da AL da Willis
Por Denise Bueno em 25/10/2011
Gostaria de escrever muito sobre essa notícia. Mas Luis Maurette está se ambientando ao novo cargo para depois falar com a imprensa. Então, por enquanto, o que me resta fazer é colocar o comunicado oficial. Mas prometo uma boa matéria em breve.
COMUNICADO À IMPRENSA
A Willis anunciou Luis Maurette como novo CEO regional do escritório da América do Sul. Baseado em São Paulo, Maurette reportará a Tim Wright – CEO da Willis International. A presidente da Willis Internacional, Sarah Turvill, e o CEO, Tim Wright, deram as boas vindas a Maurette. “O sucesso do nosso grupo é baseado na entrega consistente da Causa Willis em cada canto único do mundo em que operamos. A América Latina é uma parte tão integral de nossa estratégia de crescimento internacional que era essencial ter um líder do calibre de Luis para conduzir mudanças positivas e exceder as expectativas dos nossos clientes lá”, afirmou Wright.
Maurette atuou como presidente e CEO da Libery Seguros durante dez anos. Possui experiência no setor de seguros e serviços financeiros. “Estou satisfeito por estar à frente da Willis América Latina. Apoiado pelos recursos internacionais e experiência de nosso grupo, nossa rede de corretores especializados em toda a região continuará a fornecer soluções de gestão de risco de nível mundial, oferecendo a Causa Willis aos nossos clientes”, finaliza Maurette.
Reconhecimento, o alimento da alma
Por Denise Bueno em 05/11/2010
Tem coisas na vida que realmente nos emocionam. Ter crescido numa família unida e grande, ter feito primeira comunhão, conhecido meu marido, tido a minha filha, comprado meu cachorro, trabalhar na Gazeta Mercantil, aprender com o editor chefe Matías Molina e ter sido obrigada por ele a cobrir a indústria de seguros. “Você é perfeita para esta complexa indústria, que vai crescer junto com você, ainda uma trainee. Vai simplificar tudo e as pessoas vão conseguir entender o que é seguro”, dizia com o carregado sotaque espanhol. Eu ficava olhando com aquele ar de “índice combinado, prêmio, sinistro, averbação, tábua atuarial”, e logo ele acrescentava. “Eu vou te ajudar”.
Ok, isso fez a diferença. Afinal, ele passou anos como correspondente em Londres e sabia tudo sobre o assunto. Mesmo assim, quase desisti por diversas vezes, pois parecia que só eu e Molina acreditávamos na indústria de no início da década de 90. Companhias sem banco de dados estatísticos, a matéria-prima do setor para calcular o preço do produto, entidades como Susep e IRB acéfalas, regras e produtos feitos só para beneficiar as seguradoras, consumidores insatisfeitos e disputa restrita a praticamente cinco companhias que sentavam e determinavam as regras do jogo.
Hoje, depois de quase 20 anos, valeu a pena a aposta. Dá um orgulho danado ver este mercado crescer e participar ativamente da vida do Brasil e das pessoas com produtos e serviços inovadores, disputa pelo consumidor e variedade de players, com as maiores do mundo instaladas aqui. São tantas histórias para contar sobre coisas que realmente fizeram e fazem a minha vida esta rotina espetacular de amor, saúde, realização e seguro seguro e mais seguro.
Muitas pessoas e oportunidades, livros, palestras, prêmios, viagens, blog, twitter, consumidores felizes por terem sido ouvidos e atendidos com gentileza e respeito. Quinze anos da árvore de Natal da Bradesco Seguros na Lagoa Rodrigo de Freitas no Rio de Janeiro e a eleição do Cristo como uma das sete maravilhas do mundo! A privatização do IRB, a entrada dos estrangeiros, Porto Seguro e SulAmérica com ações negociadas na BM&FBovespa, a compra da Indiana pela Liberty, a troca de nome da AGF para Allianz, a Chubb antes e depois do Acácio, a agilidade da ACE, o atendimento da Unibanco no acidente do buraco do metro, o pagamento das indenizações dos desastres aéreos e o cheque de US$ 500 milhões entregue pela corretora AON para indenizar a Petrobras pelo afundamento da P-36 em 2001.
Tem também as dores do crescimento, como ver o então Pimenta Neves na chefia da redação da Gazeta e matar a jornalista Sandra Gomide com dois tiros, perder minha pequena sobrinha Luana, meu irmão e minha mãe. A miséria das vítimas das enchentes em Santa Catarina e cidades do Nordeste, todas sem seguro. A disputa da CNS para receber uma quantia fora do bom senso dos contratos. O fim do jornal Gazeta Mercantil foi traumático para mim e para o setor, mas nos fez descobrir novos caminhos. Alguns surpreendentes, como essa oportunidade que começa agora.
Hoje quero agradecer a Chrystiane Silva. Essa gentileza de pessoa que é editora da VOCE SA, a oitava revista mais admirada do Brasil. Nos conhecemos há tempos. Dela foi a ideia de fazer um blog sobre seguro no portal da revista VOCE SA. “De, gostaria muito que você aceitasse o nosso convite para ser blogueira da revista. Diz que aceita, vai!”, falou durante um almoço no restaurante da Abril, em setembro. “Você sabe de tanta coisa interessante desse setor que poucos contam”.
Bem, só sei dizer que fiquei muito emocionada por ela apostar na indústria de seguros e também em mim. Agora preciso muito da ajuda de todos para levar informação bacana para os leitores da revista, a quarta da América Latina na categoria finanças, negócios e notícias. Atrás apenas das três principais revistas semanais. É a primeira revista em circulação média no segmento administração pessoal, segundo o IVC, com 174.571 exemplares.
Tem um público diferenciado. Para ser exata, 699.000 leitores em todo o Brasil, sendo 74% assinantes. Desses, 47% tem entre 25 e 39 anos. 60% são homens. 51% tem nível superior, com ou sem pós-graduação ou MBA. 71% ocupam cargos gerenciais.
Além da tradicional revista, há os especiais. Aquele que todos vocês lutam para ser incluídos… sim, As melhores empresas para VOCE trabalhar, com tiragem de 435 mil exemplares, que circula geralmente em setembro. Tem também em abril o especial “Faça o seu salário trabalhar por você”, em maio “Gestão do Tempo”, em junho “Previdência”, em outubro “Seja seu Patrão”, e Novembro “Organize suas contas”. Sem falar, é claro, na VOCE RH, a revista do executivo de Recursos Humanos.
Bem pessoal, é isso. Sentiram o peso da responsabilidade? Então vamos lá. Preciso da ajuda de vocês. Mandem pautas e sugestões. E vamos juntos contar para todo mundo que visitar o portal o que é que a indústria de seguros tem. Tem motorista amigo, trânsito gentil e seguro para livrar o consumidor de quebrar o orçamento pessoal, empresarial ou mesmo do país. E se esta indústria, com reservas que ultrapassam R$ 200 bilhões não funcionar com VOCE, basta me contar. Estou aqui para ajudar.
segue o link…
http://vocesa.abril.com.br/blog/seguro-sa/2010/11/05/a-formula-1-e-o-seguro/
Marcus Vinícius assume área de Automóvel da Generali
Por Denise Bueno em 10/08/2010
*nota extraída do site da CNSeg www.viverseguro.org.br
O executivo Marcus Vinícius Lopes Martins foi contratado pela Generali Brasil Seguros para comandar toda a gestão da área de Produto Automóvel, da emissão ao sinistro. Ele chega com o propósito de maximizar as operações da companhia no segmento automotivo, um mercado cujas vendas cresceram no país 16,5% no primeiro semestre deste ano.
Com a nova contratação, a Generali reforça a tradição de oferecer alto padrão de produtos, serviços e atendimento, seguindo a estratégia global da controladora Assicurazioni Generali, um dos maiores grupos seguradores do mundo, presente em 68 países e que em 2009 registrou faturamento recorde, ultrapassando 70 bilhões de euros em prêmios de seguros.
Marcus Vinícius tem larga experiência em seguro, adquirida em grandes corporações como a SulAmérica, onde foi vice-presidente de Auto por quatro anos e vice-presidente de Vendas e Marketing por mais dois anos. O executivo é formado em Engenharia Mecânica pelo IME(Instituto Militar de Engenharia), com mestrado em Administração pelo Instituto Coppead (UFRJ) e MBA em Gestão pelo Insead, o Instituto Europeu de Administração. “Estou bastante motivado com o novo desafio, pois não tenho dúvidas de que, nos próximos anos, a Generali tem plenas condições de crescer a taxas bem superiores à média do mercado e, principalmente, com rentabilidade”, diz ele, acrescentando que nessa nova trajetória conta com o apoio dos corretores de seguros, que é o canal de distribuição exclusivo da companhia.
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