Lucro da HDI cresce 24%, para R$ 30,9 milhões no semestre
Por Denise Bueno em 01/09/2011
A HDI Seguros encerrou o primeiro semestre de 2011 com um lucro, antes dos impostos e participações de R$ 45,6 milhões — uma alta de 26%, se comparado ao mesmo período de 2010. O lucro líquido da companhia também cresceu neste primeiro semestre, atingindo a casa dos R$ 30,9 milhões, ante os R$ 24,9 milhões registrados em 2010 — crescimento de 24%. A seguradora alcançou R$ 785 milhões de prêmios emitidos líquidos, representando crescimento de 19% em relação ao ano anterior. Hoje, a HDI Seguros possui em carteira 1.245.625 veículos segurados, sendo a sétima seguradora do ramo de automóveis (dados da Susep de maio de 2011).
“A exemplo dos anos anteriores, 2011 vem se revelando extremante positivo para a HDI Seguros. Apesar das turbulências em outros países, a economia brasileira continua aquecida e a perspectiva é que no segundo semestre mantenhamos o ritmo de crescimento. Os bons resultados que temos alcançados resultam de nossa acertada estratégia de mercado. Queremos avançar ainda mais e para isso nossos investimentos na expansão dos serviços continuarão crescendo”, destaca o presidente da HDI Seguros no Brasil, João Francisco Borges da Costa, em comunicado divulgado a imprensa.
Segundo informou o grupo, neste primeiro semestre, a HDI Seguros inaugurou duas novas filias: uma em Aracaju (SE) e outra em João Pessoa (PB), além de mais uma central HDI Bate Pronto em Cuiabá (MT). A companhia conta hoje com uma estrutura formada por 52 filiais, 12 escritórios comerciais, 37 centrais HDI Bate-Pronto, e uma equipe de 1.218 funcionários.
Provisão reduz ganho da SulAmérica
Por Denise Bueno em 04/08/2011
A SulAmérica divulgou lucro líquido do segundo trimestre de R$ 30 milhões, em termos recorrentes, apresentando redução de 40,3% em relação mesmo período de 2010. Esta queda no resultado é conseqüência de um incremento de R$ 76,5 milhões que uma subsidiária da companhia fez na provisão ligada à carteira de vida devido a decisão em processo judicial no qual a subsidiária é parte e está relacionado à adaptação de apólices de seguro de vida em grupo promovidas em 2006. Com isso, o lucro do semestre, que foi de R$ 131,9 milhões, com queda de 2,7% comparado ao primeiro semestre de 2010, teria sido de R$ 185 milhões, com alta de 36,% sobre o mesmo período do ano anterior. A rentabilidade do patrimônio anualizada foi de 9,4%.
Em vendas, no entanto, o grupo registrou avanço, com R$ 4,5 bilhões no primeiro semestre do ano, crescimento de 16,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Saúde e odontologia, que responde por 66% dos prêmios da companhia, acumulou receita de R$ 2,9 bilhões, com crescimento de 18,9% em relação ao primeiro semestre de 2010. Os prêmios de seguros de automóveis, que representam 24% da receita, somaram R$ 1,1 bilhão, crescimento de 16% entre os semestres comparados.
Thomaz Cabral de Menezes, presidente da SulAmérica, comenta em nota divulgada à imprensa que o significativo crescimento de receita é resultado direto da reestruturação ocorrida na companhia que a tornou ainda mais próxima de corretores e clientes. Ele informa que boa parte do bom desempenho é fruto do investimento na ampliação da presença nas principais regiões do país, com estrutura de atendimento composta por 54 sucursais e filiais. “Também aumentamos a rede de Centros Automotivos de Super Atendimento (C.A.S.A.), que segurados do SulAmérica Auto. Toda a companhia está focada em oferecer ainda mais serviços e em melhorar a agilidade no atendimento. Esta atuação engajada já está sendo percebida pelos nossos clientes”.
A sinistralidade total da SulAmérica no segundo trimestre foi de 78,2% e o índice combinado ficou em 103,9%. O resultado dos investimentos não vinculados às carteiras de VGBL e previdência totalizou R$ 131,9 milhões no segundo trimestre com rentabilidade equivalente a 102,9% do CDI. Nos seis primeiros meses do ano, esta carteira produziu resultado de R$ 270,9 milhões com rentabilidade de 106,9% do CDI. A companhia encerrou o período com ativos totais de R$ 12,7 bilhões.
Lucro da Swiss Re avança 18%, para US$ 960 milhões
Por Denise Bueno em 04/08/2011
O grupo Swiss Re registrou lucro líquido de US$ 960 milhões no segundo trimestre de 2011, montante acima dos US$ 812 milhões do mesmo período do ano passado. O CEO da Swiss Re, Stefan Lippe (foto), avaliou positivamente os resultados.”O desempenho do grupo no segundo trimestre foi vigoroso. Todos os segmentos – Ramos Elementares, Vida e Saúde e Gestão de Ativos – contribuíram para tal performance. Além disso, a perspectiva de crescimento da Swiss Re foi acentuada pela nossa forte renovação em 2011, durante a qual nos beneficiamos da solidez gradual da determinação dos preços nos Ramos Elementares”, declarou ele. O retorno sobre o patrimônio subiu para 15,6%, comparado aos 13,4% no período correspondente ao ano passado.
Hannover Re comemora lucro recorde
Por Denise Bueno em 09/03/2011
A Hannover Re, terceira maior resseguradora do mundo e presente no Brasil como resseguradora admitida, divulgou nesta quarta-feira um lucro líquido recorde na história do grupo. Segundo comunicado distribuído à imprensa, o CEO Ulrich Wallin (foto) comemorou o ganho de 748 milhões de euros em 2010, ano em que as indenizações em três terremotos – Chile, Haiti e Nova Zelândia – somaram mais de 600 milhões de euros.
O lucro inclui a venda da Claridon, subsidiária baseada nos Estados Unidos, com impacto positivo de 112 milhões de euros. O retorno sobre o patrimônio ultrapassou 18%.Os prêmios brutos avançaram 11,2%, para 11,4 bilhões de euros. Já os prêmios líquidos totalizaram 9,3 bilhões, avanço de 7,9%.
Polpudos lucros acirram concorrência em 2011
Por Denise Bueno em 28/02/2011
2010 foi um ano de lucros recordes para as seguradoras. Isso significa dizer que 2011 promete ser um ano de grande concorrência. Afinal, o reinvestimento do ganho na operação aprimora produtos, serviços, tecnologia e dão margem para manobras no preço do seguro em segmentos nos quais se quer conquistar market share.
Hoje os jornais estão recheados de balanços financeiros das seguradoras. Estudo da consultoria Siscorp revela que o lucro líquido consolidado dos segmentos foi de R$ 9,7 bilhões, representando um retorno de 16% sob o patrimônio líquido do final de 2010. O faturamento alcançou R$ 111 bilhões (sem saúde) com crescimento de 17% sobre 2009.
Praticamente todas as seguradoras apresentaram lucro em 2010. Uma ou outra teve redução na lucratividade por motivos diversos, como maior volume de pagamento de indenizações ou por ter registrado em 2009 um evento extraordinário, não recorrente, e que prejudicou a comparação com o resultado de 2010.
BRADESCO
A Bradesco Seguros abriu a safra de balanços. A atividade de seguros e previdência permanece sendo uma importante fonte de receita para o conglomerado Bradesco. Dos R$ 10 bilhões de lucro líquido divulgado pelo banco Bradesco, 29% veio do braço segurador, com ganho de R$ 2,9 bilhões em 2010. O resultado foi 25% acima dos R$ 2,4 bilhões de 2009, beneficiado pelo aumento de 18% no faturamento, para R$ 31 bilhões, pelo menor desembolso de indenizações em relação ao volume de receita (a sinistralidade caiu de 74,7% para 72,1%, resultando num aumento de R$ 450 milhões) e pelas generosas taxas de juros que remuneram as aplicações de renda fixa no Brasil.
ITAU UNIBANCO E PORTO SEGURO
As operações de seguro, previdência e capitalização do Itaú Unibanco representaram 12% do lucro do banco, que chegou a R$ 13 bilhões em 2010, o maior do setor bancário. O faturamento do braço segurador avançou para R$ 7,6 bilhões. Aqui vale destacar que Itaú e Porto Seguros agora tem uma associação. Segundo balanço da Porto Seguro, o lucro líquido de 2010 chegou a R$ 623,4 milhões no acumulado de 2010, alta de 96% sobre os R$ 318,3 milhões do ano anterior. O resultado é apresentado no padrão IFRS com a combinação de negócios da Itaú Seguros Auto e Residência (ISa+r), incorporando os efeitos da amortização de intangíveis. Desconsiderando esses efeitos e no padrão BR Gaap, o lucro líquido seria de R$ 189,5 milhões no quarto trimestre, 59,5% acima de igual intervalo de 2009, e de R$ 659,8 milhões em 2010, 101% maior que no ano anterior, como explica a empresa em relatório de desempenho.
BB & MAPFRE
A BB & Mapfre, marca definida entre Banco do Brasil e Mapfre para as operações de ramos elementares e vida, vem com lucro reforçado, incluindo a Aliança do Brasil. A Mapfre Seguros encerrou 2010 com lucro bruto de R$ 522,1 milhões, o maior resultado de sua história no Brasil. O lucro liquido chegou a R$ 360,2 milhões, avanço de 89,9% sobre o resultado de 2009. O faturamento em prêmios obtidos com seguros totalizou a quantia de R$ 4,7 bilhões, resultando em um aumento de 7,1%, sem considerar a carteira da Mapfre Nossa Caixa, que já está consolidada na Aliança do Brasil.
“Foi um ano excepcional para a Mapfre. Até mesmo a carteira de seguro transporte, que vinha apresentando resultado negativo, se recuperou e apresentou um desempenho satisfatório”, informa Santos. Conquistar esse resultado em um ano de integração que envolve mais de dez companhias é para ser comemorado. A marca e os CEOs já estão definidos. BB & Mapfre, uma das maiores seguradoras do Brasil e da America Latina, tem Antonio Cássio dos Santos (foto) como CEO para as operações de automóvel, afinidades e ramos elementares (residencial, empresarial entre outros) e Roberto Barroso como CEO das operações de vida, habitacional e rural. O balanço de 2010, no entanto, ainda não pode ser consolidado. “O balanço semestral deste ano já deverá apresentar as operações consolidadas”, conta Santos.
A Companhia de Seguros Aliança do Brasil obteve lucro líquido de R$ 499,6 milhões em 2010, 58,1% superior ao registrado em 2009. A produção de prêmios emitidos líquidos foi de R$ 2,4 bilhões, incremento de 10,8% sobre o ano anterior. No segmento de vida, principal foco de atuação da companhia, verifica-se incremento de 28% no ano de 2010, quase o dobro do mercado, que cresceu 15,3%, segundo dados da Susep. ”A empresa vem priorizando investimentos que tenham foco no cliente, com o desenvolvimento de produtos e ampliação dos serviços. O resultado foi a ampliação nas vendas de todos os seus segmentos”, afirma Roberto Barroso, CEO da BB & Mapfre para as operações de vida, habitacional e rural.
CAIXA SEGUROS
A Caixa Seguros apresentou lucro líquido de R$ 889 milhões em 2010, acima dos R$ 759 milhões de 2009. O faturamento chegou a R$ 6,59 bilhões. Segundo o balanço, o grupo tem 8 milhões de clientes e obteve rentabilidade sobre o patrimônio líquido de 39,9%.
SULAMERICA
A SulAmérica obteve lucro líquido total de R$ 614 milhões em 2010, incremento de 48,5% em relação a 2009. Os prêmios de seguros da SulAmérica registraram alta de 15,2%, avançando para R$ 8,4 bilhões. “Esse é o maior resultado já alcançado pela companhia em toda sua história de mais de 115 anos”, comemorou Thomaz Cabral de Menezes, presidente da SulAmérica, em seu primeiro ano de mandato.
O executivo destacou que, em termos recorrentes, o lucro líquido foi de R$ 426,6 milhões, também acima dos resultados de exercícios anteriores apurados nessas mesmas bases. Ele citou a venda da participação da SulAmérica na Brasilveículos e do imóvel onde está localizada a sede da companhia em São Paulo entre os fatores que influenciaram positivamente o lucro do ano.
LIBERTY
Na Liberty, empresa do grupo Liberty Mutual, um dos maiores conglomerados globais da indústria de seguros, o lucro líquido da companhia também avançou, e bateu a marca de R$ 30 milhões, valor 76% maior que o verificado no ano anterior. O faturamneto avançou 26%, para R$ 1,9 bilhão em 2010. O patrimônio líquido da companhia fechou em R$ 617 milhões. Alem dos bons resultados do ano, a seguradora anunciou um aporte de capital de US$ 100 milhões. “Estamos preparando o terreno para um novo salto de crescimento em 2011”, diz Luis Maurette, presidente da companhia no país.
ALLIANZ
A Allianz Seguros divulgou lucro líquido de R$ 125,2 milhões em 2010, 56,5% superior ao lucro registrado em 2009. “A redução da sinistralidade deu uma boa base à companhia para atingirmos os planos de crescimento de 2011”, diz Max Thiermann, presidente da Allianz Seguros, em nota divulgada. Nos segmentos em que atua, os prêmios emitidos somaram R$ 2,1 bilhões, com alta de 12,9% em relação a 2009, quando obteve R$ 1,9 bilhão. O índice de sinistralidade atingiu 56% sobre os prêmios ganhos, apresentando uma melhora de quatro pontos percentuais em comparação ao ano anterior. A Allianz Saúde, braço de seguro saúde da Allianz Seguros, obteve prêmios retidos da ordem de R$ 437,8 milhões em 2010, com alta de 19,3% sobre o ano anterior. O lucro líquido foi de R$ 22,1 milhões, com incremento de 51,4% em relação ao período anterior e o retorno sobre o patrimônio líquido foi de 20%.
CHUBB
A Chubb Brasil faturou no ano passado R$ 885 milhões em prêmio bruto, 13,5% maior que em 2009. O lucro líquido chegou a R$ 30,5 milhões. Segundo a empresa, por conta de algumas indenizações elevadas com as enchentes, o ganho foi 18% menor que o registrado em 2009. Em 2010, a sinistralidade da companhia foi de 50,2%, ante 47,8% no ano anterior.
ACE
HSBC Seguros
A HSBC Seguros, subsidiária do HSBC Bank Brasil, obteve lucro de R$ 320 milhões em 2010, um crescimento 22,6% em relação à 2009. A receita de prêmios em 2010 foi de R$ 604 milhões, um aumento de R$54 milhões ou 9,8% em comparação com R$ 550 milhões em 2009. As despesas operacionais para o exercício de 2010 foram de R$167 milhões, R$ 12 milhões a mais que os R$ 155 milhões em 2009, crescimento de 7,7%. As reservas técnicas foram de R$ 387 milhões em 2010, R$ 74 milhões maior, 23,6%, em comparação com R$ 313 milhões em 2009. Em 2010, os ativos totais alcançaram R$ 2, 36 bilhões, até R$ 377 milhões, ou 18,9% em comparação com R$ 1, 99 bilhão em 2009. O retorno sobre o patrimônio líquido foi de 19,6% em 2010, contra 18,8% em 2009.
Para Fernando Moreira, CEO da HSBC Seguros, a melhoria de eficiência na geração das vendas e a sinergia com a estrutura da rede de agências do banco e da Losango permitiu um forte desempenho em vendas a partir de 2010, com reflexos positivos em 2011. “Nossa penetração dentro da base nos permite explorar um grande potencial, além de nos valermos da nossa presença em vários segmentos. Investimentos na capacitação das equipes juntamente com políticas adequadas de subscrição, gestão de riscos e de processos são pilares importantes da sustentação do nosso plano de negócios. Além disso, a nossa estratégia comercial é um diferencial para os próximos anos, com reflexos já no curto prazo, onde esperamos crescer mais que o mercado”, disse ele em nota divulgada.
HDI
A HDI Seguros, que distribui seguros na rede do HSBC, encerrou 2010 com um lucro, antes dos impostos e participações de R$ 77,9 milhões — uma alta de 33%, se comprado a 2009. O faturamento chegou a R$ 1,4 bilhão, registrando crescimento de 18,7% em relação ao ano anterior.
ICATU
O Icatu Seguros informou, por meio de com unicado à imprensa, lucro de R$ 79 milhões em 2010, declínio de 25% em relação ao exercício imediatamente anterior. O faturamento foi de R$ 1,8 bilhão em 2010, um crescimento de 7% comparado a 2009. De acordo com a presidente do Grupo Icatu Seguros, Maria Silvia Bastos Marques, esta redução é explicada pelo fato de que, em 2010, a Companhia teve despesas geradas por eventos extraordinários e decidiu rever seus procedimentos para provisionamento judicial. “Isso resultou em um aumento de reservas e adicionando mais segurança às suas operações”, relata.
BRASILPREV
A Brasilprev, empresa de planos de previdência complementar do Banco do Brasil, anunciou lucro líquido recorde de R$ 300,1 milhões em 2010, um crescimento de 16,4% ante 2009. A receita dos planos da seguradora atingiu a marca de R$ 10,2 bilhões, um crescimento de 57,6% em relação ao período anterior. Na avaliação do presidente da Brasilprev, Sérgio Rosa, o aumento das vendas é explicado pela melhora da economia, que fez a renda da população crescer e aumentar a disponibilidade de recursos para poupar, seja nas classes A e B, seja entre as pessoas de menor renda.
METLIFE
A MatLife fechou o ano de 2010 com um patrimônio líquido de R$ 379,4 milhões e lucro líquido de R$ 34,1 milhões, gerando um retorno sobre o PL de 9%. Os prêmios retidos chegaram a R$ 627,4 milhões em 2010, representando um aumento de 12% quando comparado ao período anterior. “Tivemos um crescimento muito expressivo de cinco anos para cá. Enquanto o mercado de seguros de vida cresceu 15%, as independentes, grupo no qual estamos, mantiveram o patamar de 9%. Isto demonstra nossa capacidade de crescer com constância e solidez”, completa.”, diz Hélio Kinoshita, presidente da MetLife Brasil.
Marca e CEOs definidos na BB & Mapfre
Por Denise Bueno em 24/02/2011
A parceria da Mapfre com o Banco do Brasil, iniciada no ano passado, começa 2011 a todo vapor. A marca e os CEOs já estão definidos. BB & Mapfre, uma das maiores seguradoras do Brasil e da America Latina, tem Antonio Cássio dos Santos (foto) como CEO para as operações de automóvel, afinidades e ramos elementares (residencial, empresarial entre outros) e Roberto Barroso como CEO das operações de vida, habitacional e rural. O balanço de 2010, no entanto, ainda não pode ser consolidado. “O balanço semestral deste ano já deverá apresentar as operações consolidadas”, conta Santos.
Assim, a Mapfre Seguros, do grupo BB & Mapfre, encerrou 2010 com lucro bruto de R$ 522,1 milhões, o maior resultado de sua história no Brasil. O lucro liquido chegou a R$ 360,2 milhões, avanço de 89,9% sobre o resultado de 2009. O faturamento em prêmios obtidos com seguros totalizou a quantia de R$ 4,7 bilhões, resultando em um aumento de 7,1%, sem considerar a carteira da Mapfre Nossa Caixa, que já está consolidada na Aliança do Brasil.
“Foi um ano excepcional para a Mapfre. Até mesmo a carteira de seguro transporte, que vinha apresentando resultado negativo, se recuperou e apresentou um desempenho satisfatório”, informa Santos. O bom desempenho é fruto do aumento das vendas, da melhor subscrição de riscos, do controle de custos e do vigoroso resultado financeiro conquistado com a gestão dos ativos do grupo.
Conquistar esse resultado em um ano de integração que envolve mais de dez companhias é para ser comemorado. Segundo o executivo, a integração tem avançado de forma paulatina, sem pressa e com muita discussão. As áreas de informática e financeira já estão integradas. O executivo prevê a contratação de pessoas. “Prinpalmente para a área de atendimento ao consumidor, que na Brasilveículos era feita pela SulAmérica”.
A transferência de controle acionário da Brasilveiculos da SulAmérica para a Aliança do Brasil foi aprovada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep) nesta semana. No entanto, até junho deste ano, as vendas realizadas nas agências do Banco do Brasil ainda pertencem à SulAmérica, segundo informou relatório divulgado pela seguradora na época da divulgação dos resultados do terceiro trimestre de 2010. Apesar disso, Santos já tem um quartel general na Brasilveículos, onde tem passado pelo dois dias da semana para coordenar a junção com a Mapfre.
Para 2011, a integração ainda será a tônica do grupo Mapfre. Já para a indústria de seguros, Santos vê quatro grandes desafios: a inflação, a discussão sobre a resolução 224, que vetou a transferência de contratos de resseguros para empresas do mesmo grupo, impactos da mudança climática e a regulamentação de microsseguros.
Ele explica que no curto prazo a inflação tem um efeito neutro para seguros, uma vez que isso significa taxa de juros maior na remuneração dos ativos das companhias. “Já no longo prazo a inflação causa estragos significativos no setor por inibir investimentos e frear o crescimento da economia”.
O tema resseguro é mais sensível. “Trata-se de uma conversa importante com o governo, pois usar a capacidade de resseguro da matriz é uma condição vital para podermos ofertar garantias a altura dos contratos de financiamento em andamento no Brasil”.
Já o tema mudanças climáticas está totalmente ligado ao microsseguro, no qual Santos é especialista. “É preciso discutir o quanto estamos preparados para os eventos naturais, o que precisamos fazer para ter produtos adequados a população diante desses eventos. Na BB & Mapfre esse assunto é de grande relevância, uma vez que somos uma companhia que atua em vários canais de vendas, com diversos produtos e em todas as regiões do Brasil. Precisamos ter produtos adequados para todos os níveis e nichos de clientes”.
O patrimônio líquido da empresa ampliou 20,2%, atingindo a marca de R$ 1,85 bi. A expansão dos ativos totais consolidados da seguradora atingiu 17,1%, registrando a cifra de R$ 8,3 bilhões. As provisões técnicas acompanharam o ritmo de crescimento e se expandiram 17,8%, quando comparado ao mesmo período de 2009, alcançando R$ 5 bilhões.
As despesas administrativas subiram para 10,8% dos prêmios retidos e contribuições retidas, com uma ligeira alta de 0,4%. O índice de sinistralidade geral recuou 2,2%, para 51,6%. “Graças ao aprimoramento da política de subscrição dos riscos e da gestão mais eficiente do custo dos sinistros”, acrescenta Santos. O índice combinado recuou 3,3%, quando relacionado ao mesmo período de 2009.
“A gestão administrativa baseada em estratégias operacionais, financeiras e de inovações tecnológicas colaboraram significativamente para o resultado extremamente positivo e refletem o forte investimento que a seguradora tem feito no País ao longo dos últimos anos”, explica.
Líder na Espanha, o Grupo Mapfre possui a maior presença na América Latina e é uma das maiores empresas da Europa e do mundo. Presente em 43 países, a Mapfre emprega mais de 36 mil pessoas e possui mais de 250 empresas com foco em seguros, resseguros, serviços de assistência e proteção financeira. No Brasil, a Mapfre Seguros atua com 12.345 corretores e 2875 colaboradores para atender seus mais de 15 milhões de clientes.
Swiss Re comemora melhora no balanço de 2010
Por Denise Bueno em 17/02/2011

matéria extraída do site da CNSeg (www.viverseguro.com.br)
Uma forte expansão de 74% no lucro líquido anual reflete o bom desempenho alçancado pela Swiss Re em 2010. A empresa gerou lucro líquido anual de US$ 863 milhões e lucro por ação de US$ 2,52. Encluindo o impacto do término do instrumento conversível de capital perpétuo (CPCI), emitido para a Berkshire Hathaway, a Swiss Re teve lucro líquido de US$ 2,3 bilhões e o retorno sobre o patrimônio de 9,2%. Incluindo o CPCI, o retorno sobre o patrimônio foi de 3,6% no ano passado, superando a taxa de 2009, de 2,3%. O CPCI foi encerrado em novembro de 2010 e liquidado em janeiro de 2011
Segundo nota da resseguradora, os ramos elementares ofereceram resultados muito vigorosos devido à subscrição disciplinada, apesar do alto nível de danos causados por catástrofes naturais. O lucro operacional foi de US$ 2,5 bilhões, caindo 30% devido a maior incidência de sinistros de grandes proporções e ao menor lucro líquido dos investimentos. O índice combinado foi de 93,9% frente aos 88,3% em 2009. O impacto das catástrofes naturais foi de 3,0 pontos percentuais acima do nível esperado, tendo sido parcialmente compensado por 0,8 ponto percentual gerado pelo run-off positivo.
Para o quarto trimestre de 2010, a Swiss Re estima reclamações, líquidas dos benefícios de retrocessão e antes de impostos, relacionadas a inundação em Queensland, na Austrália, de aproximadamente US$ 100 milhões. A estimativa preliminar de reclamações provenientes de inundações para o primeiro trimestre de 2011 é de US$ 225 milhões. A Swiss Re também estima que as reclamações decorrentes do ciclone australiano Yasi serão de US$ 100 milhões. Grandes incertezas estão envolvidas na estimativa de perdas de tal evento e esta estimativa preliminar poderá ser necessário se ajustar à medida que novas informações estiverem disponíveis.
Os ramos de vida e saúde apresentaram bons resultados com melhora significativa no desempenho operacional. O lucro operacional foi de US$ 810 milhões, representando um aumento de 18%. O índice de benefício aumentou 4,9 pontos percentuais, para 88,7%. Excluindo o benefício em 2009, advindo da rescisão de um contrato de invalidez,
juntamente com o impacto de certas comutações, o índice de benefício aumentou 3 pontos percentuais. A experiência de mortalidade foi melhor do que o esperado, embora menos favorável do que os resultados registrados no ano precedente. A morbidade ficou dentro das expectativas em ambos os períodos.
A Gestão de Ativos obteve bons resultados com lucro operacional de US$ 4,5 bilhões, devido aos menores prejuízos e menores custos de hedging na comparação com 2009, o que compensou o impacto do menor lucro líquido de investimentos de mais baixas rentabilidades. O retorno sobre os investimentos foi de 3,5%. O retorno total, incluindo lucros e perdas não realizados, atingiu 6,5%.
Chubb lucra US$ 2,17 bi em 2010
Por Denise Bueno em 03/02/2011
Começa a safra de balanços financeiros das seguradoras em todo o mundo. A expectativa é de bons resultados, favorecidos pelas operações em países emergentes e uma safra de furacões menos intensa do que em anos anteriores. Algumas seguradoras deverão apresentar perdas com as enchentes da Austrália no final de dezembro. A nevasca na Europa também deve impactar os resultados de algumas companhias, como a RSA, que já informou que sofrerá perdas significativas pela neva em Londres. No entanto, boa parte dessas perdas ainda estão em processo de pagamento, devendo apenas aparecer no balanço do primeiro trimestre de 2011.
Falando de 2010, a Chubb divulgou seus resultados mundiais nesta semana. O lucro líquido ficou em US$ 2,17 bilhões em 2010, praticamente estável em relação aos US$ 2,18 bilhões de 2009. O faturamento evoluiu 1%, para US$ 11,2 bilhões em 2010. O índice combinado chegou a 89,3%, três pontos percentuais acima do registrado no mesmo período anterior. Sem o impacto das catástrofes, o índice teria tido um bom desempenho, com queda de quase dois pontos percentuais, situando-se em 83,6%, segundo balanço mundial divulgado nesta semana.
Para 2011, a Chubb espera um índice combinado entre 91% e 93%, com previsão de perdas de US$ 100 milhões com as enchentes na Austrália. O lucro operacional por ação está projetado entre US$ 5,35 e US$ 5,75. Em relação aos prêmios, ou seja, receitas de vendas, a Chubb aposta em alta de 2%.
Braço segurador responde por 29% do lucro de R$ 10 bilhões do Bradesco em 2010
Por Denise Bueno em 31/01/2011
A atividade de seguros e previdência permanece sendo uma importante fonte de receita para o conglomerado Bradesco. Dos R$ 10 bilhões de lucro líquido divulgado pelo banco Bradesco, 29% veio do braço segurador, com ganho de R$ 2,9 bilhões em 2010. O resultado foi 25% acima dos R$ 2,4 bilhões de 2009, beneficiado pelo aumento de 18% no faturamento, para R$ 31 bilhões, pelo menor desembolso de indenizações em relação ao volume de receita ( a sinistralidade caiu de 74,7% para 72,1%, resultando num aumento de R$ 450 milhões) e pelas generosas taxas de juros que remuneram as aplicações de renda fixa no Brasil.
O grupo Bradesco Seguros e Previdência tinha nada mais nada menos do que R$ 96,5 bilhões para aplicar no mercado financeiro. Praticamente 93% da carteira de investimento estava aplicada em renda fixa e o restante em ações, responsável por um resultado fraco em razão da bolsa ter encerrado o ano negativa, explicou Samuel Monteiro da Silva, diretor financeiro do grupo segurador.
O Bradesco é o banco que prioriza a atividade de seguros e previdência com mais ênfase dentro do sistema financeiro e por isso tem o maior ganho entre seus concorrentes. As seguradoras de bancos como BB, Itaú e Caixa, por exemplo, apresentam, em média, ganho equivalente a 10% do total consolidado do conglomerado. Em 2010, com o avanço dos concorrentes na área de seguros, o grupo intensificou a estratégia de conquistar os clientes do banco.
De acordo com Monteiro, em 2010 a seguradora conquistou 6 milhões em novos clientes, “Encerrar o ano com 36 milhões de clientes explica a melhoria dos resultados”, diz Monteiro. Cerca de 82% das vendas de planos de previdência são geradas dentro do banco. Praticamente o mesmo percentual de títulos de capitalização. Já em seguros, o maior volume de vendas vem de fora do banco, ficando 60% de vendas para não clientes e 40% para clientes. “Esse percentual já aumentou muito. Há três anos era de 25%. Nossa meta é chegar a 60% das vendas de seguros para clientes do banco num futuro próximo”, comentou.
A maior parte do resultado veio da operação de vida e previdência, com R$ 485 milhões, seguida por saúde (R$ 177 milhões), capitalização (R$ 63 milhões) e seguros patrimoniais (R$ 54 milhões). O patrimônio ficou praticamente estável em R$ 11 bilhões e as provisões técnicas evoluíram para R$ 87,1 bilhões. O retorno sobre o PL chegou a 26,3%.
Entre os principais indicadores do grupo, um dos destaques, além do lucro, está na evolução do faturamento. O braço segurador totalizou R$ 31 bilhões em 2010, 18% acima dos R$ 26 bilhões registrados em 2009. Desse valor, o seguro automóvel girou R$ 2,3 bilhões, alta de 20%. Apesar da forte concorrência no seguro de carro, a seguradora tem aumentado a sua base de clientes. O aprimoramento contínuo da precificação e criação de aplicativos de cálculo online contribuíram para o incremento da carteira, informa nota no balanço.
Os seguros patrimoniais, com residência, transporte, cascos marítimos e riscos comerciais, responderam por vendas de R$ 872 milhões. Vida e acidentes pessoais geraram faturamento de R$ 2,7 bilhões, evolução de 17,7%. Previdência privada aberta (VGBL, PGBL e planos tradicionais), um dos grandes destaques do grupo, foi responsável por arrecadar contribuições de R$ 14,4 bilhões, 15,4% acima do resultado obtido em 2009. A Bradesco Saúde exibiu R$ 7,4 bilhões em receita de prêmios de planos de saúde e odontológico. Já os títulos de capitalização encerraram o ano com R$ 2,48 bilhões em vendas.
Segundo explicações em nota divulgada à imprensa, os prêmios de seguros patrimoniais, que englobam seguro de carro, residência, riscos comerciais entre outros, correspondem a 10,9% do mercado. O faturamento acumulado até dezembro de 2010 foi 17,6% superior ao apresentado no mesmo período do ano anterior. O lucro líquido apresentou uma redução de 8,8% em relação ao apurado em 2009, em função, substancialmente, da redução de capital ocorrida em dezembro de 2009, no montante de R$ 1 bilhão, que impactou o resultado financeiro.
Segundo comentário do balanço, nos seguros de Aeronáuticos e Cascos Marítimos, o intercâmbio com os gerentes do Bradesco Corporate e Bradesco Empresas vem sendo fortemente utilizado, aproveitando-se o incremento do mercado nas vendas de aeronaves novas, bem como no segmento marítimo, de construções navais.
O segmento de Transportes continua sendo foco prioritário, com investimentos fundamentais para a alavancagem de novos negócios, destacando- se a renovação do Contrato de Resseguro, que garante importante poder de automação à seguradora para avaliar e subscrever seus riscos e uma consequente maior competitividade em negócios, que apresentam melhor lucratividade como o seguro de transportes internacionais, voltado para embarcadores, que operam seus negócios no comércio exterior.
Na área de seguros massificados de Ramos Elementares, cujos seguros se destinam a clientes pessoas físicas, profissionais liberais e pequenas e médias empresas, o lançamento de novos produtos tem contribuído para o crescimento da base de clientes, que nos últimos 12 meses apresentou um crescimento de 28,7%, atingindo cerca de 3,3 milhões de clientes.
Segundo a seguradora, a alta se deu principalmente nos seguros residenciais, devido à criação de produtos específicos para os clientes do Banco Bradesco, como o Residencial Preferencial, e pela contratação conjugada do seguro Auto com o Residencial. Destaca-se também, o excelente desempenho de vendas do Bradesco Bilhete Residencial.
Evento da Árvore da Bradesco cheio de notícias
Por Denise Bueno em 05/12/2010
Estar presente na inauguração da 15ª edição da Árvore de Natal da Bradesco Seguros é mais um daqueles momentos históricos da minha vida e também da minha família. Voltamos revitalizados tamanha energia recebida no evento.
Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco, estava lá, emocionado como sempre. Neste ano sentou ao lado do governador do Rio, Sérgio Cabral, ambos próximos de Antonio Carlos de Almeida Braga, mais conhecido como Braguinha. “Que bom tê-la aqui com sua família. Há quantos anos você vem na árvore? Oito? Obrigado por ter vindo novamente”, disse Trabuco, com verdadeiro sentimento e cordialidade expressos a todos que se aproximam para cumprimentá-lo.
Acompanhado por Marco Antonio Rossi, presidente da Bradesco Seguros e Previdência, Trabuco seguiu para merecidas férias, deixando na Lagoa Rodrigo de Freitas mais de 200 mil pessoas que compareceram ao evento para ver o grande show preparado por um exército de funcionários dedicados e que cuidaram para que tudo desse certo.
Até mesmo São Pedro ajudou. Não choveu como nos anos anteriores. Por sinal, estava um calor daqueles. “Demos um jeito de barrar aquela nuvem ali para que nada atrapalhe esta grande noite que preparamos para a cidade”, disse Rossi, apontando para uma enorme nuvem cinza presa no Cristo Redentor. Para quem conseguiu eleger o Cristo como uma das sete maravilhas do mundo (a Bradesco foi uma das principais patrocinadoras do projeto, assim como para ajudar o Rio a conquistar o título de sede das Olimpíadas), tudo pode ser possível.
“Em 2014 espero ser convidado para a inauguração da árvore, pois agora venho como governador. Mas quando não for mais quero receber um convite, pois é um espetáculo”, disse Sérgio Cabral. Realmente foi um evento único. Desde o coquetel até a queima de fogos final. Entre artistas e políticos, muitos profissionais do setor de seguros. Luis Octavio, gerente de seguros da Petrobras, estava lá. “Linda esta árvore. Um prazer estar aqui”, comentou, ao lado da esposa. Quanto a seguros, ele só disse que tem trabalhado muito. Imagino. Tantos investimentos da Petrobras demandam centenas de apólices de seguros.
Henrique Brandão, corretor e presidente de Sincor RJ, também estava lá com os netos. “Estou muito otimista com 2011. A indústria de seguros promete ter um crescimento expressivo. A vida política do país também será intensa”, acredita o principal corretor do Rio de Janeiro, conhecido pelo seu livre tráfego no círculo político do PT. Rene Garcia, ex-titular da Susep, também aposta na intensidade do novo governo: “Temos um grande ano pela frente, com muitos desafios”. Paulo dos Santos, titular da Susep, está otimista em se manter no cargo, que assumiu neste ano. “Ninguém ainda falou nada sobre a Susep”, comentou. A aposta do setor é de que ele será mantido pelo governo à frente do órgão regulador da indústria de seguros.
O mais animado de todos era Eugênio Velásquez, conhecido como o profissional mais apaixonado por microsseguros da atualidade. “Precisamos falar mais de microsseguros. Mesmo sem a regulamentação do produto, temos avançado significamente. Vamos promover debates internacionais. Trazer a experiência da Allianz, da Zurich, da Munich Re para o Brasil”, falava ele completamente feliz com o trabalho que vem desenvolvendo no ultimo ano.
“Temos muito a fazer no Brasil neste sentido”, confirmou Ricardo Saad, presidente da Bradesco Auto RE, observando com atenção a entrada de tantos famosos no camarote vip da Bradesco, montado para convidados. Tanto Saad como Velasquez participam ativamente do Programa Estou Seguro, coordenado pela CNSeg, para divulgação do seguro dentro de um projeto de educação financeira, no Morro Dona Marta, no Rio. Em setembro, a Bradesco lançou no morro um seguro residencial, com contratação simplificada e custo mensal a partir de R$ 9,90 para cobertura de R$ 10 mil por incêndio.
Um bom termômetro para manter as vendas em alta para as classes de menor renda foi a contratação de Tarcisio Godoy, ex-presidente da Brasilprev, como ouvidor da Bradesco. “Estou muito feliz de estar no grupo, onde temos muitos desafios pela frente para divulgar a indústria de seguros para toda a sociedade”, disse, visivelmente entusiasmado de poder agregar valores na ouvidoria, uma diretoria estratégica hoje para qualquer empresa que queira diferenciar-se no atendimento aos clientes.
De longe vi um executivo da SulAmérica. Concorrente aqui? Humm! Isso pode significar notícias quentes. Quem sabe um furo. Mas, ao me aproximar, lembrei. Tive um branco. Tanto pela idade (brincadeira!) como porque Carlos Trindade ficou sumido por um período, enquanto preparava o IPO da Brasil Insurance, com captação de R$ 644 milhões em outubro. Trindade deixou a vice-presidência da SulAmérica em maio deste ano e em seguida assumiu a presidência da Brasil Insurance, holding do fundo de private equity Gulf Capital, que reúne 27 corretores de seguros. A oferta superou em 50% a demanda. “Minha vida tem sido visitar as empresas para contar sobre a Brasil Insurance”, disse, prometendo uma entrevista para a próxima edição da revista Apólice, agora que o período de silêncio acabou.
Enfim, muitas notícias na árvore, regadas pelas celebridades, como o mestre-de-cerimônias Edson Celulari, Milton Nascimento, Simone e Ivan Lins. A bailarina Ana Botafogo e o dançarino Carlinhos de Jesus voltaram a participar do evento, depois de se apresentarem em 2006. A cantora juvenil Malu Rodrigues também fez parte do espetáculo interpretando a música “Força Estranha” (de Caetano Veloso), além de um dueto virtual com Fafá de Belém, na canção “Ave Maria”.
O Coral da Fundação Bradesco encantou mais uma vez os presentes, com as vozes de 83 alunos – integrantes das escolas da Fundação Bradesco de São Paulo e do Rio de Janeiro – que desceu às laterais do palco para cantar a música “Jesus Cristo” com a cantora Simone. Completaram o espetáculo a Orquestra Sinfônica de Barra Mansa e os cantores líricos Carol McDavit e Pedro Gattuso. Na programação destaque para “La’amour est un oiseau rebele”, uma ária da ópera de Carmem, de Bizet.
Até Gigi virou estrela na árvore. Deu entrevista para uma teve.

Ficamos tão emocionados de ver nossa bebe se comportar como uma mocinha diante das cameras, que nem lembramos de perguntar onde seria exibida a entrevista! Enfim, valeu o convite Bradesco! Adoramos participar da maior árvore de Natal flutuante do mundo, segundo o Guinness Book of Record, que marca, entre tantas emoções, o crescimento da Gigi e que, segundo ela, é a melhor festa do ano.




