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Seguro de bens é substituído por proteções intangíveis, diz executivo da Swiss Re

Denise Bueno
Escrito por Denise Bueno

As profundas transformações pelas quais o mundo e o seguro atravessam foi o tema da apresentação Mathias Jungen, presidente da Swiss Re no Brasil e Cone Sul, em sua participação no 7o. Encontro de Resseguros realizado entre 10 e 11 no Rio de Janeiro. “Há 40 anos, 83% dos seguros eram relativos a bens físicos. Atualmente representam apenas cerca de 13%, havendo um peso maior na cobertura de bens intangíveis, como dados e propriedades intelectuais. Não surpreendentemente, em 1980, as empresas mais valiosas do mundo eram as indústrias de bens tangíveis, enquanto hoje, Google e Facebook, que não produzem nenhum bem físico, estão entre as de maior valor”, comentou.

O diretor financeiro e de operações, Frederico Knapp, que participou também do mesmo evento como debatedor do painel Transferência Alternativa de Risco, destacou as soluções de transferência de risco ofertadas pela Swiss Re aqui no Brasil, sendo que muitas delas são amplamente utilizadas fortemente na Europa e Estados Unidos e que o Brasil deverá seguir essa mesma tendência na oferta dessas soluções para clientes nacionais que necessitam de alternativas avançadas e inovadoras.

Sobre a Autora

Denise Bueno

Denise Bueno

Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista da revista Apólice, especializada em seguros, e também do SindSeg-SP. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalizacao entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil.

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