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Novamente finalista do Prêmio Allianz!!!!

42-17773325Finalista do Premio Allianz novamente!!! Neste ano, com materia produzida para a revista Conjuntura Economica!!! Tambem estao no pareo Janes Rocha, do Valor, Giulianna Napolitano, da Exame, Thais Folego, do Brasil Economico, e Fabiola Gomes, da Agencia Estado. Sorte a todos!!! Resultado final sai em 9 de novembro. Ano passado levei o prêmio com matéria produzida para a revista Valor 1000 e no ano anterior por um caderno especial de seguros feito para o jornal Gazeta Mercantil, que não existe mais (uma peninha). Veja abaixo a matéria deste ano, terceiro consecutivo entre as finalistas.

Governo quer pôr a mão no seguro

Denise Bueno e Aline Bronzati, de São Paulo

O desejo do governo em atuar no mercado segurador roubou a cena nos debates do I Seminário Nacional sobre Seguros no Brasil, promovido pela revista Conjuntura Econômica, em 22 de junho, na capital de São Paulo. Por ora, há apenas uma Medida Provisória, ainda em discussão. Mas foi o suficiente para movimentar a indústria de seguros mundial, que por anos esperou a abertura do mercado de resseguros no Brasil e agora, dois anos após a flexibilização da operação, se vê diante da ameaça de uma nova estatização.

“A indústria cresceu a taxas três vezes superiores ao Produto Interno Bruto (PIB) na última década. Isso mostra que é dinâmica e com capacidade de atender a demanda de um país que se prepara para estar entre as cinco maiores economias do mundo”, disse Jorge Hilário Gouveia Vieira, presidente da Confederação Nacional de Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg), entidade que reúne as principais seguradoras e resseguradoras do país.

Para mostrar o ritmo de desenvolvimento do mercado de seguros, o diretor regional da Escola Nacional de Seguros (Funenseg) São Paulo e da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor), João Leopoldo Bracco de Lima, apresentou alguns números do setor. Segundo ele, o faturamento da indústria chegou a R$ 111 bilhões, em 2009, cifra que há cerca de 20 anos não passava dos US$ 10 bilhões, quando o seguro
correspondia a 1% do PIB. “Nós já temos 7% do PIB, levando em conta os resultados das áreas de saúde e previdência privada fechada”, comparou. “Para os próximos anos, a nossa expectativa é dobrar o volume de arrecadação do setor.”

O presidente do Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização do Estado de São Paulo (Sindseg-SP), Mauro Batista, ressaltou as expectativas otimistas de crescimento. De acordo com pesquisas entre os executivos, o crescimento da indústria de seguros deverá chegar a 15%, em 2010. No entanto, dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) mostram que o mercado teve expansão de 20% nos quatro primeiros meses deste ano na comparação com o mesmo período de 2009. “O setor tende a evoluir em meio à expansão da economia e o comportamento da sociedade, com destaque, para as classes C, D e E e também pelos gigantescos projetos de infraestrutura para tornar este crescimento econômico sustentável”, afirmou.

O desenvolvimento da economia, atrelado a abertura do mercado de resseguros, atraiu para o Brasil 118 companhias, sendo 86 resseguradoras e 32 corretores de resseguros. Elas investiram na abertura de escritórios no país e representam mais de 90% da capacidade do resseguro mundial. Por isso, a notícia de que o governo brasileiro está criando uma seguradora estatal repercutiu de forma negativa. “Há farta capacidade de recursos ofertados pelas seguradoras e resseguradoras no Brasil. Caso os grandes projetos hoje em andamento necessitem de mais recursos, eles serão obtidos com as matrizes das companhias que aqui estão”, disse Jorge Hilário.

A ideia original do governo era criar uma seguradora estatal, denominada inicialmente de Empresa Brasileira de Seguros (EBS), para atender às necessidades de seguro garantia por parte das construtoras brasileiras. Grande parte delas tem obras cujos valores ultrapassam o limite de risco de crédito, inviabilizando a emissão de mais garantias por parte de seguradoras e de resseguradoras. “Este é problema que ocorre em todo o mundo e o setor privado tem resolvido bem a questão”, argumentou Fernando Zamboim, responsável pelas operações de resseguros da seguradora suíça Zurich.

Diógenes Gonçalves, sócio do escritório Pinheiro Neto e Advogados, compartilhou da mesma opinião. De acordo com ele, esta é uma ideia similar a vista na Venezuela, decorrente do risco político local. No Brasil, o assunto começou a ser discutido por conta da crise econômica mundial, em meados de 2009. “A criação da seguradora estatal surgiu diante da possibilidade de faltar capacidade para as garantias locais, porém, isso não decorre das seguradoras e sim das empresas tomadoras de seguros, que são sempre as mesmas e participam de vários projetos”, explicou ele.

O que preocupa o governo é ficar sem o seguro em razão do agravamento da crise europeia. E não é só o governo que se preocupa. Duas das maiores empresas do mundo, a seguradora Allianz e a resseguradora Munich Re, informaram que redobram atenção na hora de fazer contratos com empresas ligadas aos países mais afetados, como Grécia, Espanha e Portugal, porque a sinistralidade tende a aumentar neles.

“Existe uma preocupação muito grande e quase não fazemos mais negócios na Espanha”, disse Tânia Amaral, superintendente de Riscos Financeiros da Munich Re do Brasil. Na Allianz, a mesma situação. “Na Espanha não fazemos mais seguro garantia”, acrescentou Edson Toguchi, superintendente de Produtos Financeiros e Responsabilidades da empresa.

A situação, entretanto, torna o Brasil ainda mais importante na indústria mundial de seguros. O fato de a economia brasileira estar com sólidos fundamentos para seguir por mais alguns anos um próspero período de crescimento, contribui para manter a rentabilidade das empresas, reduzida com a crise em outros países. “No Brasil, todos os segmentos da economia são promissores e atraem a atenção dos investidores em todo o mundo”, disse Toguchi. Por isso, acrescentou, há farta capacidade de oferta de seguro garantia no país. O Brasil tem 22 seguradoras e 18 resseguradores em operação. Ofertaram cerca de R$ 100 bilhões em limite de garantias, em 2009. “São projetos enormes, que chegam a surpreender a matriz”, comentou a executiva da Munich Re.

Para o setor privado, o assunto estava resolvido em relação à estatal. No entanto, a preocupação se transformou em um assunto prioritário e urgente ao vazar para todo o mercado uma cópia da minuta da Medida Provisória que criará a seguradora. O documento diz que a estatal atuará em vários segmentos e não apenas em seguro garantia, como havia sido divulgado pelo ministro Guido Mantega, da Fazenda. No texto da minuta, o governo mostra interesse em operar em diversas frentes: seguros habitacionais para baixa renda, de crédito à exportação, compra de maquinário agrícola e micro, pequenas e médias empresas; e seguros de crédito, garantia ou engenharia em projetos de infraestrutura e de construção naval.

“Não há um relato de caso em que o segurado tenha ficado sem cobertura de risco de engenharia ou de incêndio para pequenas e médias empresas, um setor totalmente atendido pelas seguradoras. Em seguro habitacional, um setor que há uma imensa concorrência, faz menos sentido ainda a interferência do governo”, afirmou o advogado Diógenes Gonçalves. Segundo a minuta da MP, será constituído um fundo R$ 11 bilhões. “O montante não será suficiente frente às estimativas do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de desembolso de R$ 40 bilhões a R$ 50 bilhões para os próximos quatro anos”, relembrou Gonçalves.

De acordo com o superintendente da Susep, Paulo dos Santos, a autarquia não foi convocada, por isso desconhece o projeto. “O mercado continuará se expandindo e as novas necessidades que surgirão diante de projetos como o Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), Olimpíadas, Copa, entre outros, serão atendidas”, afirmou. Durante painel sobre o tema disse que “pode haver algum problema localizado, mas aparentemente para os próximos anos a indústria de seguros tem capacidade”, afirmou. Ele ressaltou que caso a Medida Provisória demore mais de seis meses para ser aprovada, poderá caducar. “Ela não pode ser mais reeditada infinitamente”, observou.

Para o presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado do Rio de Janeiro (Sincor-RJ), Henrique Brandão, a criação de uma seguradora estatal é desnecessária. O fator mais preocupante, segundo ele, é a amplitude dada a esta nova empresa conforme o artigo 11 da MP, que cria a EBS. “Nele, é ressaltado que a seguradora será criada para qualquer tipo de atuação e ramo. Mais uma vez, o Governo está colocando a mão no setor privado, que não precisa”, criticou.

Na visão de Gonçalves, é natural o interesse do governo em grandes investimentos, assim como acontece na França, Alemanha e Inglaterra, entretanto, ele não deve ser o player que comandará a operação em seguros. “É inconsistente o Estado ser garantidor do seu próprio dinheiro. São duas chances de se perder recursos”, enfatizou. Além disso, a nova estatal está na contramão do princípio securitário, que é a transferência de risco. “A filosofia do setor é transferir o risco e sempre que possível pulverizá-lo por meio de consórcio, cosseguro, resseguro e retrocessão”, complementou.

A CNSeg tem um grande numero de argumentos tecnicos a convencer o governo a estimular a concorrência da indústria de seguros e focar-se em áreas prioritárias para a atuação estatal. “Não faz sentido o governo usar o dinheiro para abrir uma seguradora para concorrer com a iniciativa privada num momento em que é preciso tantos recursos para aprimorar a infraestrutura do país capaz de sediar dois mundiais esportivos”, diz Vieira. O argumento jurídico de grande peso é a inconstitucionalidade. “A Constituição diz que seguro é uma atividade privada e também há a Lei 5627, art. 9o, de 1o de dezembro de 1970, que impede que o estado tenha controle em atividade de seguro.”

Seguros
Um apaixonado pela sustentabilidade
Qualquer pessoa que queira debater o tema “sustentabilidade” em seguros pode procurar Fernando Moreira, presidente da HSBC Seguros. Apaixonado pelo assunto, Moreira consegue convencer qualquer pessoa a reciclar lixo ou trocar o sistema de aquecimento da casa ou da empresa. “Garanto. O investimento se paga em no máximo quatro anos”, disse ele durante a sua palestra no I Seminário do Mercado de Seguros, promovido em São Paulo, pela revista Conjuntura Econômica, no dia 22 de junho.

O executivo foi convidado para presidir a comissão de sustentabilidade da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Capitalização (CNSeg), pela nova diretoria que assumiu o comando da entidade em maio. A ideia, segundo Moreira que aguarda a oficialização do convite, é aproveitar a sua experiência internacional para ajudar as seguradoras na criação de práticas sustentáveis.

Moreira foi indicado, no início do ano, como co-presidente do grupo de seguros para a América Latina do programa de políticas ambientais das Nações Unidas. A entidade reúne cerca de 200 instituições financeiras no mundo, que voluntariamente discutem práticas socioambientais relacio- nadas ao setor.

Recentemente, Moreira enviou aos principais executivos do setor uma carta convite para juntos criarem “Os Princípios Sus- tentáveis do Setor de Seguros”. “Acreditamos que a adesão a esta iniciativa pelas instituições de seguros poderá ajudá-los a fazer melhores negócios, de acordo com as políticas sustentáveis do século XXI”, diz.
O objetivo é criar “Os Princípios Sustentáveis do Setor de Seguros” como base da informação para o setor e seus acionistas, com a finalidade de atuar como um marco de melhores práticas, criando consenso global sobre sustentabilidade para integrar e adotar soluções inovadoras e ações coletivas frente aos desafios globais que afetam a continuidade e o meio ambiente.

Moreira representa um grupo de Instituições de Seguros da América Latina, membros da Iniciativa Financeira do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (UNEPFI). Na carta enviada a vários profissionais do mercado de seguros, ele detalha o que é a instituição e o projeto e convida os profissionais a se juntar ao programa.
A UNEP FI é uma entidade público-privada, entre o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e o setor financeiro mundial, reunindo em torno de 200 instituições finan- ceiras. Os membros da UNEP FI assinaram a Declaração do setor de seguros da PNUMA e desenvolvimento sustentável. O grupo de trabalho das Instituições financeiras de Seguros fundamenta suas ações na materialidade dos temas sócio ambientais.

Os membros comprovaram a necessidade de considerar as questões ambientais, sociais e de governança empresarial (ASG) nas atividades de seguros, já que estes fatores extrafinancei- ros podem afetar diretamente nossas instituições de seguros e acionistas, especialmente a longo prazo.Segundo Moreira, a adesão a esta iniciativa é voluntária e a Declaração é um ideal a que aspirar.

“Não é um clube fechado. Nosso planejamento está em “aprender fazendo”, o enfoque da Iniciativa consiste em fomentar a colaboração e o intercâmbio entre pares para aprender de um para outro, elaborar publicações que alimen- tem o conhecimento de melhores práticas relacionadas ao setor de seguros, criando fóruns e diálogos entre instituições, desenvolver ferramentas práticas e guias setoriais/temáticos apropriados para o setor, capacitação, eventos e reuniões”, explica na carta.“Juntem-se a nós nesta iniciativa financeira da PNUMA, com o objetivo de trabalhar em conjunto para adotar melhores práticas e se envolver no desenvolvimen- to dos Princípios Sustentáveis de Seguros (PSI)”, finaliza Fernando Moreira (DB).

Oferta de riscos
Fernando Zamboim, diretor de resseguros da Zurich, afirma que há capacidade de sobra em todo o mundo para ofertar os riscos brasileiros. “Tanto a Zurich como seus concorrentes disputam os contratos no Brasil. Prova disso é o nosso interesse na realização de debates como este, quando podemos mostrar o que temos a oferecer para contribuir com o crescimento sustentável do Brasil”, disse o executivo durante o I Seminário sobre a Indústria de Seguros, organizado pela revista Conjuntura Econômica.

A Zurich lidera o mercado mundial de riscos de enge- nharia, com especial destaque nos Estados Unidos. Tem mais de 500 subscritores de riscos, responsáveis por mensurar as probabilidades de acidentes de um empreendimento, 200 engenheiros de risco e 350 inspetores de sinistro, além de 65 mil clientes. Ter esta retaguarda traz ao grupo contratos significativos, que ajudam a ampliar ainda mais a experiência mundial — opera em 15 países da Europa, Ásia e Américas. Hoje, a empresa tem em carteira contratos de seguros com 17 das 25 maiores construtoras do mundo. Em crédito, é a terceira maior seguradora nos Estados Unidos, com uma carteira de prêmios de US$ 645 milhões.

No Brasil, a seguradora suíça foi a pioneira no lançamento do seguro de risco político. Segundo o diretor de linhas financeiras da Zurich, Eduardo Pitombeira, este seguro oferece três diferenciais: prazo máximo de 15 anos; até US$ 150 milhões de limite de cobertura; e indenização de até 100% do investimento. “Somos a seguradora privada que oferece a maior e mais longa cobertura de risco político do mercado. Além disso, uma vez firmada a apólice, a seguradora não pode cancelar a cobertura durante a vigência por causa de eventuais mudanças polí- ticas e sociais no país aonde o investimento foi firmado”, afirma.

A Zurich também tem obtido forte crescimento no segmento de seguros de responsabilidade civil para executivos (D&O). O produto cobre despesas de defesa (judicial ou administra- tiva), eventuais indenizações e multas de executivos em virtude do exercício de seu cargo. Em dezembro de 2009, a Comissão de Valores Imobi- liários (CVM), órgão regulador do mercado de capitais bra- sileiro, editou novas normas para tornar mais transparente a divulgação de informações por parte das companhias de capital aberto. As regras elevam consideravelmente o nível de detalhamento das informações que devem ser divulgadas pelas companhias abertas. A maior transparência facilita o processo de análise de risco de um lado e deixa as empresas menos expostas a questionamentos sobre omissão de informações de outro.

Segundo Zamboim, uma parte significativa dos litígios e controvérsias que põem os executivos no banco dos réus diz respeito à suposta falta de transparência ou a não divulgação de informações relevantes sobre os negócios da companhia. Espera-se que ao adotar este novo padrão, os executivos estarão intera- gindo mais eficazmente com o mercado e, principalmente, com seus acionistas, levando ao conhecimento público não apenas dados esporádicos, mas de fato uma visão panorâmica de toda a companhia, reduzindo assim as chances de serem eles próprios contestados e de tornarem-se alvo de processos.

Com mais transparência, a competição entre as seguradoras cresce e o preço do seguro fica mais acessível. Consequentemente, esse é um nicho de negócio que deverá apresentar um forte crescimento no Brasil nos próximos anos. “E a Zurich desenvolveu coberturas diferenciadas para atender às necessidades dos clientes e ser reconhecida pela inovação e prestação dos serviços, dentro de um mercado cada dia mais competitivo”, afirma Fernando Zamboim. (DB).

Diversidade
Poupar para garantir um futuro melhor é preocupação da população mundial. Pesquisas mostram que as pessoas estão conscientes de que elas é que tem de assegurar o amanhã, pois a dependência de uma aposentadoria oficial tem se mostrado cada dia mais um benefício insuficiente por vários motivos, entre eles o avanço da longevidade e o recuo da natalidade. Além de ter menos gente para pagar a conta dos anos a mais que se vive, a crise financeira elevou os déficits de muitos governos em razão do socorro financeiro dado às instituições com problemas de caixa.

Considerando-se apenas Grécia, Espanha, Irlanda e Portugal, o total de dívida que vence somente neste ano é de € 291,7 bilhões. Somando os vencimentos de títulos desses quatro países, em 2011, de € 590,1 bilhões, o total chega a € 881,80 bilhões. Isso deverá gerar algum impacto de redução de custos e a previdência oficial pode ser afetada.

Por todo este estresse do cotidiano, a saída é investir, não só para poupar recursos para ter um futuro melhor, como também aplicar em saúde. Pensan- do nisso, a BrasilPrev, empresa de previdência privada do Banco do Brasil em parceria com a norte-americana Principal, lançou o Programa Projeto de Vida. No seminário organizado pela revista Conjuntura Econômica, Mauro Guadagnoli, superinten- dente comercial da BrasilPrev, informou que a iniciativa será apresentada em uma série de 48 programas de cerca de um minuto de duração no Programa Giro Business, transmitido pela rádio e TV BandNews, duas vezes por semana até o final de agosto.

De acordo com a seguradora, o principal objetivo do programa é tratar o tema previdência privada com simplicidade e didatismo, além de explicar a importância das pessoas utilizarem os planos de previdência como meio de acumulação de recursos no presente, visando à concretização de projetos de vida no futuro. Entre os diversos temas abordados, figuram as diferenças entre as modalidades PGBL e VGBL, tipos de tributação e benefícios fiscais, 13o salário e declaração de Imposto de Renda, diferenças entre os fundos de investimentos nos planos de previdência privada, tempo de contribuição e opções de resgate dos recursos, aumento da expectativa de vida e a necessidade de planejamento financeiro no longo prazo.

Para a Brasilprev, esta iniciativa, utilizando o conceito Projetos de Vida, é uma forma diferenciada de prover educação financeira. “Este projeto também contribui para desmistificar a previdência privada”, diz Guadagnoli. “Trata-se de uma forma simples e acessível que, de maneira rápida e prática, ensina os fundamentos dos planos de previdência e auxilia as pessoas a se programarem para os mais diferentes projetos de vida. Fornecer informações didáticas à sociedade sobre o tema é uma maneira de fazê-la conhecer todos os benefícios e vantagens que a previdência privada oferece”, acrescenta Celso Barros, executivo responsável pela iniciativa do projeto da Brasilprev, uma das maiores empresas de previdência privada no Brasil, com mais de 1,2 milhão de clientes em todo o Brasil e R$ 29 bilhões em ativos sob gestão. (DB)

Sobre a Autora

Denise Bueno

Denise Bueno

Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista da revista Apólice, especializada em seguros, e também do SindSeg-SP. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalizacao entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil.

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