Presidente da Mapfre é premiado pelo Valor

Por Denise Bueno em 14/04/2010

cassioO presidente da Mapfre, Antonio Cássio dos Santos, foi eleito pelo quarto ano o melhor executivo do Brasil na categoria Seguros pela revista “Executivo de Valor”, do jornal Valor Econômico, distribuída hoje aos assinantes.

Cássio foi considerado um dos 20 principais CEOs do Brasil devido às estratégias adotadas para condução da seguradora diante de um cenário internacional amplamente desfavorável. No ano passado, o executivo tinha recebido a homenagem por ser um administrador global, capaz de atender as exigências cada vez mais fortes em um mundo onde as barreiras internacionais são cada vez mais tênues.

Neste ano, o prêmio Executivo de Valor abordou como os líderes empresariais conduziram suas empresas em 2009, ano que marcou a queda do PIB brasileiro em 0,2%, fato que não ocorria desde 1992. Dentre os pontos analisados está o impacto da queda dos investimentos nos negócios, seus reflexos ao longo de 2010 e perspectivas para os próximos anos.

”O ano que passou trouxe novos horizontes para a economia nacional, que mostrou ao mundo seu poder de reação e organização, deixando os efeitos da crise para trás muito antes de países mais desenvolvidos economicamente, como Inglaterra, França, Alemanha ou Estados Unidos”, informa Santos em comunicado distribuído à imprensa.

O executivo ofereceu o prêmio à Comissão Executiva da Mapfre Brasil e à Comissão Delegada do Grupo no mundo, pelo apoio incondicional à operação brasileira. “O fato de ser o único profissional do segmento de seguros a conquistar o título, no entanto, mais aumenta a minha responsabilidade, do que enobrece”, comentou.

O grupo Mapfre tem 55 anos de atuação no Brasil e com a sociedade com o Banco do Brasil, perto de ser finalizada, se torna uma das mais importantes seguradoras do País.

 

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Colemont conclui fusão com AmWINS

Por Denise Bueno em 13/04/2010

colemontA Colemont Global Group anunciou a conclusão do processo de fusão com a AmWINS Group Inc, criando uma corretora responsável por movimentar mais de US$ 4,8 bilhões em prêmios anuais de seus clientes, contando com um time de 1.800 funcionários e atuando em 16 países. “Acreditamos que a combinação dessas duas operações desenvolverá ainda a capacidade técnica de nossa empresa, sendo mantido o foco em desenvolver soluções para nossos clientes”, diz o vice presidente executivo da Colemont Brasil Insurance & Reinsurance Brokers , Felipe Leão de Moura, em carta enviada aos clientes brasileiros.

Segundo ele, o braço internacional da nova empresa não será alterado e continuará a operar com a bandeira Colemont. Nos Estados Unidos, a nova empresa passará a operar sob a estrutura organizacional AmWINS Group, Inc, comandada por M. Steven DeCarlo, como CEO nos EUA. A Colemont Global Group permanecerá sendo gerida por Surinder Beerh, a partir de Londres. O Brasil, como toda a operação mundial, manterá seus sócios locais e a estrutura atual.

 

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MetLife fecha parceria com BPN, do Nordeste

Por Denise Bueno em 13/04/2010

metlife1A MetLife, seguradora especializada em produtos de vida e previdência, anunciou hoje parceria com o BPN, empresa processadora de crédito, promotora de vendas e correspondente bancária, com forte atuação no Nordeste do país, para a venda de seguros de vida e desemprego.

“O ramo de afinidades é uma grande aposta da MetLife para este ano. No final de 2009, investimos mais de 30 milhões de reais neste canal”, informa Robert Craddock, diretor do Canal Bancos e Afinidades da MetLife, em comunicado. Entre os acordos de exclusividade de balcão, acrescenta, a parceria com o BPN trará mais volume de negócios para a companhia.

O acordo prevê a comercialização de dois produtos: cobertura em caso de morte e diagnóstico de doença grave, com opcional de diária por internação hospitalar ou auxílio medicamento, e o seguro para proteção de crédito, com cobertura para morte, invalidez por acidente, desemprego involuntário e incapacidade física total ou temporária, voltado para profissionais liberais.

 

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Construção de Belo Monte novamente em risco

Por Denise Bueno em 08/04/2010

juizO imbróglio para a construção de Belo Monte, a terceira maior hidrelétrica do mundo, está grande e agora compromete até mesmo as seguradoras que criaram um pool para ofertar garantias para o empreendimento. O Ministério Público do Pará disse que irá notificar oito empresas, entre elas Fator Seguros, JMalucelli e UBF, para evitar que elas cooperem com os danos e ilegalidades que fazem parte do estudo que fará o órgão pedir a anulação da licença pública para a construção da hidrelétrica.

As outras empresas consideradas co-responsáveis, além das seguradoras, são BNDES, Norberto Odebrecht, Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez e Vale. As seguradoras, segundo nota divulgada recentemente, formaram um pool para ofertar garantias de R$ 6,5 bilhões para viabilizar a estrutura de financiamento da construção da usina, com recursos estimados em R$ 20 bilhões.

Ontem a Odebrecht e Camargo Correia desistiram de participar do leilão previsto para o dia 20, justificando que o governo não respondeu aos questionamentos sobre o edital. Ficou apenas um consórcio agora, o da Andrade Gutierrez. A expectativa do governo é de que outro se inscreva para acirrar a concorrência pelo preço ofertado.

Segundo noticias dos jornais, os procuradores da República que analisaram o empreendimento apontam afronta à Constituição, às leis ambientais e às resoluções do Conselho Nacional de Meio Ambiente entre os oito problemas identificados. Um dos mais sérios é uma análise que afirma que se a hidrelétrica for construída como mostra o projeto poderá secar 100 km de rio e comprometer a água e o alimento das populações.

 

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Rio de Janeiro vive caos após chuvas

Por Denise Bueno em 07/04/2010

enchente3Grande parte das empresas parou no Rio ontem, inclusive a CNSeg. Os deslizamentos não ficaram apenas nas encostas com construções irregulares. Atingiram também imóveis caros e causaram a morte de mais de 100 pessoas, segundo noticias publicadas hoje pela imprensa. . Os danos causados vão desde as 100 vítimas fatais até o adiamento de eventos esportivos, como o jogo do Flamengo e da Maratona do Viradão Carioca. O assunto é manchete dos jornais locais e também internacionais.

Segundo traz o Valor, no Humaitá, zona sul da capital, desabou parte de uma encosta ocupada por mansões, no mesmo local onde ocorrera outro deslizamento em fevereiro de 1988. O deslizamento ameaçou a Casa de Espanha, tradicional clube da colônia espanhola no Rio. Na zona sul de Niterói, um motorista que passava com a família morreu quando seu carro foi atingido por outro deslizamento em área de mansões, no bairro de São Francisco (Zona Sul). No Joá, outro bairro de alta renda, um deslizamento provocou interdição parcial da via que liga a Zona Sul à Barra da Tijuca (Zona Oeste).

Muitos motoristas abandonaram os veículos em meio às enchentes. A Mapfre informou ontem ao site G1, da Globo, que fez mais de 400 atendimentos no Estado. O Valor informa a estratégia da Itaú, Porto e Bradesco, que transferiram reboques e outros recursos de outras regiões para o Rio, reforçando a estrutura de atendimento aos segurados.

A Bradesco mandou vir de São Paulo 15 reboques para reforçar a frota de 70 veículos que atendem normalmente aos segurados no Rio. A seguradora informou que acionou um plano de contingência para atender seus segurados, ampliando em 40% o número de atendentes do serviço de assistência 24 horas. A seguradora, entretanto, ainda não tem um levantamento de prejuízos, porque as chuvas continuam. A Porto Seguro, maior seguradoras do Brasil, mandou de São Paulo 40 guinchos para o Rio, cidade que abriga a matriz da Azul Seguros, a seguradora “light” do grupo por vender seguros mais baratos por ter menos serviços.

A Itaú informou por meio de sua assessoria de imprensa que os carros estavam sendo rebocados até um pátio e que um grupo de peritos já estava disponível para avaliar os danos e dar seqüência a indenização. Segundo informou a Porto Seguro ao site G1, o segurado poderá levar o veículo à oficina de sua preferência, mas não deve autorizar o conserto antes da liberação da seguradora. A liberação será feita por um técnico da empresa, que avaliará se o veículo pode ser recuperado ou se houve perda total que é decretada quando os danos superaram 70% o valor do carro.

Um procedimento padrão das seguradoras é tentar recuperar o veículo quando a água fica abaixo do painel, desde que o motor não tenha sido afetado. Neste caso, é quase certa a perda total.

Veja as dicas valiosas elaboradas pela CESVI BRASIL (Centro de Experimentação e Segurança Viária) para evitar prejuízos em enchentes:

1. Caso o motor morra durante a travessia, jamais tente dar a partida, mantenha-o desligado e remova o veículo até uma oficina. Diante da possibilidade de admissão de água, essa prática reduz o risco de danos causados ao motor por um calço hidráulico.

2. Observe a altura do nível de água do trecho alagado, a maioria das montadoras estabelece uma altura máxima para essas travessias, não podendo exceder o centro da roda.

3. É prudente que o veículo, durante o alagamento, seja dirigido em baixa velocidade, mantendo uma rotação maior e constante ao motor, em torno de 2.500 RPM, o que diminui a variação do nível da água e seu respingar junto ao motor, dificultando sua admissão indevida e a contaminação de componentes eletroeletrônicos, melhorando a aderência e a dirigibilidade do veículo.

4. No caso de veículos equipados com transmissão automática, a troca de marchas deve ser feita manualmente, selecionando a posição “1”. Dessa forma, o veículo não desenvolve tanta velocidade, sendo possível imprimir uma rotação maior ao motor. Outra possibilidade é manualmente alternar a troca de marchas entre “N” e “1”, de modo a manter a velocidade do veículo baixa durante o trecho alagado, sem descuidar da rotação do motor, sempre em torno de 2.500 RPM.

5. Alguns veículos automáticos oferecem como opcional o ajuste da tração, conhecido como “WINTER” ou “SNOW”. Embora sua função seja a de conferir maior segurança durante trechos de baixa aderência, como neve ou lama, evitando que o veículo patine graças ao bloqueio do diferencial, também deve ser utilizado durante alagamentos, pois beneficia o controle da velocidade do veículo e da rotação do motor.

6. Mantenha a calma nos casos em que, durante a travessia, sejam constatados sintomas como o aumento de esforço ao esterçar (direção hidráulica), variação na luminosidade das luzes do painel de instrumentos, alertas sonoros, flutuação dos ponteiros, luzes de anomalia da injeção eletrônica, bateria e ABS (se disponível) acesas, aumento do esforço ao acionar os freios e interrupção do funcionamento da tração 4 X 4 (veículos diesel), pois provavelmente todo esse quadro é causado pela perda de aderência entre a correia auxiliar e as respectivas polias da bomba da direção hidráulica, alternador e bomba de vácuo (veículo diesel), sendo, na maioria das vezes, um fato passageiro que não impede a dirigibilidade. Apenas reforce a cautela e mantenha o menor número possível de equipamentos ligados.

7. É recomendado desligar o ar condicionado, reduzindo assim o risco de calço hidráulico. Essa prática impede que alguns componentes joguem água na tomada de ar do motor. Veículos rebaixados e turbinados, na maioria das vezes, apresentam maiores riscos de sofrer calço hidráulico; por isso, é aconselhável manter a originalidade da montadora. Se o veículo estiver nessas condições, redobre a atenção aos procedimentos sugeridos.

8. Para os casos mais sérios de alagamentos, é recomendado preventivamente fazer um check-up, corrigindo, por exemplo, possíveis alterações do sistema de injeção eletrônica, muitas vezes simples e imperceptíveis nessa fase, como maus contatos, mas que posteriormente podem gerar grandes transtornos.

9. Pode haver, entre outros, a contaminação do cânister, do óleo da transmissão, do(s) eixo(s) diferencial(is), no caso de veículos com tração traseira ou mesmo quatro por quatro, o que determina a redução da vida útil dos componentes integrantes desses conjuntos, além de riscos acentuados de falhas na embreagem, suspensão e freios. Para combater os efeitos dessa possibilidade, é recomendável encaminhar-se rapidamente até uma oficina e solicitar a avaliação desses itens.

10. Havendo travessias consecutivas de alagamentos, recomenda-se uma limpeza do sistema de ventilação, pois estará sujeito à contaminação por fungos, microorganismos e bactérias, demandando limpeza de todo o sistema para a utilização segura.

 

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