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Lucro da Aliança do Brasil cresce 27,5%

bb-aliancaA Companhia de Seguros Aliança do Brasil, empresa do Banco do Brasil, obteve lucro líquido de R$ 316 milhões em 2009, 27,5% superior ao registrado em 2008. A produção de prêmios emitidos líquidos foi de R$ 2,2 bilhões, incremento de 25,8% sobre o ano anterior. No ano, a Aliança vendeu 2,2 milhões de seguros novos, elevando sua base de clientes a mais de 9,5 milhões de pessoas. Desconsiderada a venda de imóveis ocorrida no primeiro semestre de 2008, o incremento do resultado final da Aliança, em 2009, foi superior a 50%, informa nota divulgada pelo grupo.

De 2008 para 2009, houve uma melhora na eficiência com operações relacionadas à produção de seguros. Isso pode ser observado pela evolução do Índice Combinado, que passou de 83,2% para 80,5%, bem como pelo Índice Ampliado, que variou de 79,8% para 75,5%.

No primeiro semestre de 2009, a empresa lançou o BB Proteção, seguro de acidentes pessoais oferecido por módulos, de acordo com o perfil do cliente, a preços reduzidos. Em novembro, numa campanha especial feita com o Banco do Brasil, obteve uma resposta excepcional: 600 mil apólices vendidas em apenas dois dias.

No ano passado, 11% da área plantada no Brasil contou com proteção do BB Seguro Agrícola. Este desempenho consolidou a Aliança do Brasil na liderança do segmento de seguros rurais, com participação de 63% de todo o mercado e 83% em grãos.

Após a autorização da Susep, o Banco do Brasil também concluiu, no primeiro semestre de 2009, a aquisição das ações pertencentes à Companhia de Participações Aliança da Bahia, tornando-se o único acionista da Aliança do Brasil. Outro fato marcante do ano passado foi o acordo firmado entre o Banco do Brasil e o Grupo Segurador Espanhol Mapfre.

O objetivo é formar aliança estratégica para o desenvolvimento, no mercado brasileiro, dos negócios de seguros de riscos, nos segmentos de pessoas, ramos elementares e automóveis. Para 2010, a Aliança do Brasil prevê um ano muito favorável ao mercado segurador brasileiro, alavancado pela estabilidade econômica, pela melhor distribuição da renda nacional e pela iniciativa do Governo Federal de estimular a comercialização do microsseguro.

Sobre a Autora

Denise Bueno

Denise Bueno

Denise Bueno sempre atuou na área de jornalismo econômico. Desde agosto de 2008 atua como jornalista freelancer, escrevendo matérias sobre finanças para cadernos especiais produzidos pelo jornal Valor Econômico, bem como para revistas como Época, Veja, Você S/A, Valor Financeiro, Fiesp, ACSP, Revista de Seguros (CNSeg) entre outras publicações. É colunista da revista Apólice, especializada em seguros, e também do SindSeg-SP. Escreveu artigos diariamente sobre seguros, resseguros, previdência e capitalizacao entre 1992 até agosto de 2008 para o jornal econômico Gazeta Mercantil.

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